Resolva problemas com sua impressora

Quando menos se espera, as impressoras podem quebrar, emperrar ou diminuir a qualidade da impressão. Aqui vão algumas dicas para ajudá-lo a se livrar dessas dores de cabeça comuns.

Se sua impressora emperrar: antes de fazer qualquer coisa, você vai ter de tirar o papel de dentro da impressora. Vale a pena checar o manual para ter certeza de que irá desprender o papel de uma maneira que não estrague alguma parte mecânica do aparelho. Procure no manual conselhos sobre como chegar ao local em que o papel está preso (uma porta de acesso ou alavanca de soltura), e como remover a folha – o ideal é em um único pedaço.

Se não conseguir achar seu manual, a regra básica é sempre puxar gentilmente o papel no que seria sua direção de saída. E se não conseguir tirar tudo de uma vez, fique atento aos pedaços soltos e os retire com uma pinça, pois eles podem causar novos problemas.

Quando o assunto é emperramento de papel, é mais fácil prevenir do que remediar. O primeiro passo é cuidar bem do seu papel – tenha certeza de que quando guardado, ele fique seco, plano e liso. Não coloque qualquer tipo de papel amassado ou com outra imperfeição em sua impressora: papel amassado é uma das principais causas de emperramentos

Além disso, não deixe o papel ficar mais do que um dia em bandejas verticais, pois as páginas podem dobrar um pouco e a pressão sobre os cilindros pode afetar o funcionamento da impressora. Por fim, ajuste a régua da bandeja à largura do papel usado. Isso é importante, pois papel mal colocado pode ser puxado “torto” e emperrar.

E a qualidade?

Se você está tendo problemas com a qualidade da impressão, dê uma olhada nas configurações da impressora. Preste atenção nos seguintes itens:

  • Tipo do papel: tenha certeza de que o tipo de papel selecionado é o mesmo que você está usando. O peso, por exemplo, pode afetar como a impressora ajusta seus cilindros para puxar as páginas, e também por quanto tempo uma impressora de laser ou LED sensibiliza o papel. Usar papel “comum” ou “foto” afeta quanto de tinta é usada para criar uma imagem, o que afeta o consumo e a qualidade da impressão.
  • Nível de qualidade: os diferentes níveis de qualidade de impressão, como “ótimo”, “normal” e “rascunho”, afetam a velocidade, precisão e quantidade de tinta usada. Escolher “rascunho” é uma boa idéia se você está só imprimindo um documento sem muita importância ou algo para uso interno. Só escolha “ótimo” se você vai imprimir documentos para mostrar publicamente, como uma carta formal ou uma bela foto.
  • Tipo de documento: Algumas impressoras permitem que você especifique se está imprimindo um memorando, uma newsletter, ou uma foto, e automaticamente ajustam as configurações para cada tipo.

Além disso, a maioria das impressoras atuais tem suas próprias funções de manutenção que irão realinhar e limpar os cartuchos. Tente rodá-las uma ou duas vezes para ver se ajuda.

“Minha impressora demora…”

Impressões “lentas” podem ser causadas por um punhado de fatores diferentes. Aqui vão algumas dicas:

A princípio, verifique se não está imprimindo em alta qualidade ou no modo “ótimo”, o que irá levar mais tempo do que o modo padrão ou rascunho, por exemplo. Dependendo do que estiver imprimindo, sua conexão com a impressora pode ser a culpada. Conexões wireless podem ser afetadas pela distância até a impressora; interferência nas ondas de rádio (por outras redes wireless ou telefones sem fio) e barreiras físicas (como uma parede entre o roteador e a impressora).

Tudo isso derruba a taxa de transferência, o que significa que a impressora irá demorar mais para receber o documento a ser impresso. Se ela está ligada diretamente ao computador, verifique o tipo de conexão: conexões USB possuem banda mais estreita, ou seja, tem taxa de transferência menor, do que conexões Ethernet (rede cabeada).

Se você costuma imprimir muitos documentos ou documentos muito grandes, conectar sua impressora via Ethernet (se possível) é uma boa idéia. Se você imprime pouca coisa, basicamente documentos comuns com muito texto e poucas ou nenhuma imagem, então uma conexão wireless ou USB deve ser suficiente.

Além disso, a maioria das impressoras domésticas depende do computador para processar os documentos antes de realizar a impressão, por isso se a memória e o processador do seu PC já estão com muito trabalho, os documentos irão demorar mais para serem impressos. Se uma impressora possuir memória própria (algo geralmente encontrado em modelos para escritório), certifique-se de que a memória é suficiente para lidar com a complexidade e a quantidade de trabalhos que serão enviados.

Os problemas começaram depois que você começou a imprimir muito mais páginas do que o usual? Verifique o ciclo mensal de trabalho da impressora (geralmente informado no manual) para verificar qual sua capacidade de impressão.

Se você tem uma impressora doméstica, projetada para imprimir talvez cerca de algumas dezenas de páginas por dia, mas agora está imprimindo cem ou mais páginas diárias, sua impressora está sobrecarregada e deve estar lutando para dar conta de todo o trabalho. Isso gera desgaste mais rápido das peças, o que se traduz em problemas de impressão e queda na qualidade. Se você estiver imprimindo 25% ou mais do que as especificações do ciclo mensal, então talvez seja hora de comprar uma nova impressora com maior capacidade.

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Assista TV em qualquer lugar

Graças à tecnologia de TV digital, hoje já é possível levar um aparelho de TV literalmente no bolso e assistir seus programas favoritos em qualquer lugar. Estamos falando dos sintonizadores para PC e TVs portáteis, abundantes no mercado nacional e com preços cada vez mais acessíveis.

Há tantos produtos nestas categorias que é impossível falar de todos eles. Portanto, veja abaixo apenas alguns que se destacam.

1-Seg ou Fullseg?

Há dois meios para receber o sinal de TV digital em um aparelho portátil. TVs de bolso como as da TecToy e TELE System, celulares com TV e a maioria dos receptores USB para computadores sintonizam uma transmissão especialmente projetada para dispositivos móveis batizada de 1-Seg.

A imagem não é em alta definição, mas tem qualidade boa o suficiente para exibição em aparelhos com telas de até 5 polegadas. Junto com os programas as emissoras também transmitem uma grade de programação e legendas (closed caption), e fica a cargo dos fabricantes adicionar recursos extras: alguns aparelhos conseguem capturar imagens da tela e até gravar os programas, como um videocassete.

Mas uma imagem 1-Seg não fica bonita em tela cheia em um notebook com tela de 12″ ou mais. Para resolver o problema, os fabricantes criaram sintonizadores “Fullseg”, que captam o mesmo sinal de alta definição recebido pelos aparelhos de TV e decodificadores de mesa.

A imagem é linda e o som é envolvente, mas há um porém: é preciso um micro bastante poderoso para reproduzir vídeo em alta-definição. No mínimo, seu micro deve ter um processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz e 3 GB de RAM.

Claro, estes aparelhos de nada vão adiantar se em sua região ainda não há transmissão de TV Digital, já que são incompatíveis com o sinal analógico ainda usado na maior parte do país. Mas se você vive em uma capital ou grande cidade, principalmente nas regiões sul e sudeste, são grandes as chances de encontrar pelo menos uma emissora transmitindo no novo sistema.

Celulares

Celulares equipados com sintonizador de TV Digital não são novidade. É possível encontrar nas lojas vários modelos de fabricantes como Samsung, LG, STI, Nokia e outros. Mas entre todos estes aparelhos, um deles se destaca pelo pioneirismo.

É o LG Scarlet II (também conhecido como GM600), que é o primeiro celular no mercado nacional compatível com a plataforma de interatividade (chamada Ginga) de nosso sistema de TV digital. Isso significa que você não só pode assistir aos programas, como também acessar ao mesmo tempo várias informações relevantes e até participar votando em enquetes.

Por exemplo, durante os jogos da copa do mundo transmitidos pela Rede Globo os espectadores podiam acessar a classificação geral dos times, escalação, estatísticas de jogo (tempo de bola parada, número de cartões, etc) e conferir o placar. Tudo com alguns toques na tela. O uso do aplicativo é gratuito, exceto pela participação em enquetes, que custa o mesmo que uma mensagem SMS.

Além disso, o GM600 também tira boas fotos (desde que haja luz suficiente), tem rádio FM e MP3 Player e pode gravar os programas de TV em um cartão de memória, funcionando como um videocassete de bolso.

TVs de bolso

A segunda categoria de aparelhos portáteis são as TVs de bolso. Elas tem telas de 3.5 polegadas, bateria interna com autonomia para cerca de quatro horas de programação em média e frequentemente recursos extras como MP3 Player ou Rádio FM.

Pocket TV, da TELE System (R$ 520): Uma das melhores TVs de bolso. É fininha (1 cm de espessura) e se destaca da concorrência por poder gravar os programas em um cartão de memória SD, como se fosse um videocassete. Também funciona como MP3 Player e Video Player, mas não tem Rádio FM, o que pode ser um incômodo para os fãs do futebol.

TDP-200, da TecToy (R$ 399): É versátil e além de TV tem Rádio FM, MP3 Player, Video Player, mostra fotos, exibe arquivos de texto (e-Books) e tem dois jogos. Mas a autonomia de bateria é menor que a do modelo da TELE System, e não grava os programas. Em compensação, custa menos.

Sintonizadores USB

São aparelhinhos similares a pendrives que se conectam a uma porta USB e captam as transmissões de TV graças a uma antena interna ou, em alguns modelos, antena externa opcional. A maioria dos modelos só sintoniza as transmissões 1-Seg, mas há opções mais sofisticadas (e caras) capazes de sintonizar as transmissões em alta definição.

Há literalmente dezenas de opções no mercado, estes são dois dos modelos mais interessantes:

UB400-i, da K-World (R$ 109): O nome é complicado, mas o atrativo é claro: é o menor sintonizador de TV digital USB no mercado, com apenas 4,7 cm de comprimento. Só sintoniza as transmissões 1-Seg, mas vem com software que permite gravar seus programas favoritos no PC (inclusive com gravação agendada), tem controle remoto e antena externa opcional. E o preço é bastante acessível.

TV Duos, da Visus (R$ 299): Se destaca por captar o sinal de TV Digital em alta definição e permitir assistir dois canais ao mesmo tempo, com o recurso de PIP (Picture in Picture). É possível até mesmo assistir um canal enquanto grava a programação de outro. Entretanto, é necessário um PC poderoso para tirar proveito desta função, equipado ao menos um processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz e 3 GB de RAM.

Dicas

Imagem perfeita: se o sinal de TV Digital não for forte o suficiente, sintonizadores e TVs portáteis podem ter problemas na reprodução dos programas, com engasgos na imagem ou no áudio. Tente mantê-los próximos a locais “abertos”, como uma janela, e se julgar necessário experimente uma antena externa.

A maioria dos modelos vem com uma antena que pode ser colocada sobre a mesa, ligada ao aparelho com um cabo de cerca de 2 metros. Outros vem com adaptador para ligação a uma antena UHF. Você sacrifica a mobilidade, mas pode ser o suficiente para melhorar bastante a recepção.

Olho na bateria: o uso de um sintonizador USB aumenta o consumo de energia, e portanto reduz a autonomia de bateria de um notebook, e as TVs de bolso tem autonomia entre quatro e seis horas apenas. Navegar na internet enquanto assiste TV, ou ficar ouvindo MP3 na TV portátil, consome ainda mais energia e reduz a autonomia. Se estiver longe de uma tomada, concentre-se só na TV para não correr o risco de ficar sem energia.

Como resolver problemas que surgem na hora de remover um pendrive

O que fazer quando, ao remover um drive USB, o Windows indica que ele está sendo usado por um programa, mesmo que aparentemente ele não esteja? Realmente, o Windows deveria dizer qual é o programa, no entanto ele não diz. O que significa que você terá que fazer um trabalho de detetive para achá-lo.

Comece o trabalho fazendo o que o Windows recomenda: espere um pouco e tente remover o dispositivo novamente. Certifique-se de que a unidade aberta não esteja sendo usada pelo Windows Explorer. Na verdade, você deve fechar todas as janelas do Windows Explorer. Em seguida, analise a bandeja do sistema e certifique-se de que o programa que usou o drive (ou foi lançado a partir dele) ainda não está funcionando em segundo plano.

Se essas dicas não resolverem, verifique seus processos de execução: clique com o botão direito do mouse em um espaço em branco na barra de tarefas, selecione Gerenciador de Tarefas e clique na guia Processos. Examine a lista de processos em execução. Se você encontrar um provável culpado, selecione e clique na opção Finalizar Processo, após isso, confirme a sua escolha.

Não funcionou, também? Tente remover novamente. Se você ainda não conseguir, abaixo você tem três opções:

A primeira é a escolha óbvia: desligue o Windows (não use a opção hibernar), remova o drive, em seguida reinicie o sistema. Isto é completamente seguro, e ele irá rodar normalmente, apenas a reinicialização será mais demorada, porque todos os seus programas e arquivos precisarão ser recarregados.

A segunda opção é um pouco imprudente: respire fundo, em seguida, remova a unidade. Apesar da advertência, eu confesso que fiz isso em várias ocasiões, e nunca aconteceu nenhum desastre. Mas ouvi dizer que pessoas usando um editor de textos não deveriam seguir o meu exemplo, pois podem ter surpresas ruins.

A terceira e melhor opção é usar um software que possa identificar e até mesmo interromper qualquer processo que ainda esteja utilizando algo desta unidade. Abaixo duas opções:

USB Safely Remove é o mais fácil desses dois programas. Quando você instalar, ele substitui o Windows Safely Remove com o próprio ícone. Clique nele e se ele não conseguir remover o dispositivo, ele irá mostrar uma caixa de diálogo, que lhe dá processos com problema. Um prático botão Stop Again permite que você repita a remoção. O programa USB Safely Remove é shareware, portando um software pago, sendo o uso gratuito por tempo determinado.

Unlocker, por outro lado, é totalmente gratuito. Assim como o anterior, ele também ajuda a apagar os arquivos do computador. Se o Windows disser que a unidade não pode ser removida com segurança, clique com o botão direito e selecione Unlocker para obter uma lista dos processos com problema.

Conserte uma porta USB com problemas

Pergunta: Meu PC com o Windows 7 tem quatro portas USB, e todas elas estão em uso. Entretanto, nenhum periférico é visível no Windows Explorer. Usei a ferramenta de auto-diagnóstico para corrigir os drivers, pois recebi uma mensagem dizendo que houve um problema com os drivers para Intel 10H10 Family USB Universal Host Controlers 3A34, 3A35, 3A36, 3A38, 3A39, 3A3A, 3A3C e também com um USB Mass Storage Device. Eventualmente as coisas voltam a funcionar, mas por que tenho que fazer tudo isto de novo sempre que reinicio o computador?

Resposta: Pode ser que a placa-mãe esteja precisando de uma atualização da BIOS. Procure no site do fabricante por uma versão mais recente. O problema também pode ser causado por drivers da placa-mãe ultrapassados. Assim como a BIOS, versões mais novas devem estar disponíveis na área de suporte do site do fabricante.

Se o problema persistir, pode ser que as portas USB estejam com o sistema de gerenciamento de energia ativado. Vá ao Menu Iniciar, clique com o botão direito em Computador, e escolha Gerenciar. Na janela que surge, clique em Gerenciador de Dispositivos.

Dê dois cliques no item que diz Controladores USB (Barramento Serial Universal) e dê um duplo clique no primeiro item USB Root Hub da lista. Clique na aba Gerenciamento de Energia e desmarque a opção “O computador pode desligar este dispositivo para economizar energia”. Repita o processo para cada USB Root Hub, e reinicie o computador.

Mitos e verdades sobre baterias de notebooks

Bateria do notebook vicia? Dispositivos USB consomem muita energia? Veja, a seguir, alguns mitos e verdades sobre como garantir vida longa para a bateria de seu notebook. As respostas foram dadas por Henrique Joji, diretor de marketing e produtos da Dell.

Bateria de notebook vicia?

MITO – Atualmente, os portáteis trazem baterias de íon lítio, que armazenam bem mais energia que as baterias antigas e não sofrem com o “efeito memória”. Assim, não é preciso carregá-las até o máximo e nem esperar descarregá-las até o mínimo, como acontecia antigamente. É possível passar o dia todo com o notebook na tomada sem se preocupar em deixar a bateria “viciada”.

Tirar a bateria enquanto o notebook estiver na tomada prolonga a sua vida.

VERDADE – Se você é um usuário que utiliza o notebook como um desktop, ou seja, não o carrega de um lado para outro, é indicado retirar a bateria enquanto o notebook está na tomada. Com o procedimento, a vida útil do equipamento pode aumentar em 10%. Uma dica é guardar a bateria carregada e usá-la a cada uma ou duas semanas para dar nova carga.

Tenho que usar a bateria até o final para depois carregá-la.

MITO – Não é preciso esperar tanto. Sempre que sentir necessidade de dar mais uma carga, pode plugar o notebook na tomada.

Assistir filmes baixados consome menos energia do que usando o DVD.

VERDADE – De acordo com Henrique Joji, o disco rígido do laptop consome menos bateria do que usar o leitor óptico porque não é preciso enviar energia para fazer as engrenagens funcionarem. Assim, prepare-se para converter seus DVDs em arquivos com formato compatível com o portátil. Existem diversos softwares para fazer essa conversão, conhecida como “ripagem de DVDs”.

Dispositivos USB são verdadeiros vilões quando o assunto é consumir bateria.

VERDADE – Todo dispositivo USB precisa ser alimentado pelo próprio notebook para funcionar, mesmo quando não está ativo. Modem 3G e conexões eSata também entram na lista dos itens que devem ser evitados na hora de economizar bateria.

Ligar e desligar o notebook várias vezes contribui para o consumo de energia.

VERDADE – Ao ligar o notebook, a Bios (chip responsável pelo reconhecimento de hardware) realiza todo o processo de inicialização de hardware e do sistema operacional. Este processo consome muita energia.

Um noebook não gasta nenhuma energia quando está em standby.

MITO – O notebook em “standby” consome energia, mas em uma quantidade muito menor do que quando está ligado. O mais indicado é colocar o notebook no modo Hibernação do Windows, já que ele consome menos energia do que no modo Espera. As duas opções oferecem o mesmo resultado: desligam o notebook enquanto ele não está sendo usado e restaura os aplicativos e janelas que estavam sendo usados quando ligado novamente. A diferença é que o modo Espera deixa os dados gravados na memória, o que vai consumir mais bateria.

Discos SSD economizam bateria.

VERDADE – Discos SSD consomem menos bateria que os discos rígidos convencionais.

Dicas rápidas:

  1. Reduza o brilho da tela de LCD, ele é o principal vilão no consumo de energia
  2. Desligue a antena Wi-Fi quando não estiver usando a internet
  3. Deixe o menor número de dispositivos USB conectados ao notebook, mesmo inativos
  4. Reduza o número de programas executados ao inicializar o Windows
  5. Opte pelo modo Hibernação em vez de escolher o Espera
  6. Controle o horário de updates do sistema operacional
Fonte: Uol Tecnologia