12 perguntas e respostas sobre os celulares 4G

A Anatel realizou, nesta terça-feira, o esperado leilão de frequências para a implantação da telefonia 4G no Brasil.

Com ele, está dada a largada para que os telefones celulares, tablets e demais equipamentos móveis entrem numa nova fase no país. O acesso veloz à internet em qualquer lugar deve levar ao aparecimento de uma variedade de novos serviços. Veja doze perguntas e respostas sobre a telefonia 4G.

1 — Que benefícios o 4G traz para o consumidor?

O benefício principal do 4G é o acesso à internet mais rápido. Essa tecnologia deve permitir, por exemplo, assistir a vídeos de alta qualidade em serviços como YouTube e Netflix, via internet móvel. Também deve melhorar muito o funcionamento de serviços de bate-papo com vídeo, como o Skype.

2 — Na prática, como o 4G se compara ao 3G?

Embora, na teoria, possam chegar a 14,4 megabits por segundo (Mbps), conexões 3G raramente vão além de 2 Mbps. Já a internet via 4G costuma chegar perto de 20 Mbps nos países onde já está disponível. Ou seja, o 4G é cerca de dez vezes mais veloz que o 3G.

3 — Quando o 4G vai estar disponível no Brasil?

As operadoras devem ativar as redes 4G em várias etapas, seguindo um cronograma elaborado pela Anatel. Veja algumas datas:

– Abril de 2013 – Redes 4G devem começar a funcionar em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

– Dezembro de 2013 – É a vez de Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo.

– Maio de 2014 – Todas as capitais e outras cidades com mais de 500 mil habitantes devem ter 4G.

– Dezembro de 2015 – O 4G deve chegar aos municípios com mais de 200 mil habitantes.

– Dezembro de 2016 – É a vez das cidades com mais de 100 mil habitantes.

– Dezembro de 2017 – Localidades com mais de 30 mil habitantes deverão ter pelo menos uma operadora com 4G.

4 — Isso significa que, em 2013, todos os bairros de Brasília, por exemplo, terão 4G?

Não. No início, as conexões de quarta geração poderão estar disponíveis apenas nos bairros mais centrais. Com o tempo, a cobertura será estendida a mais lugares.

5 — Todos os celulares são compatíveis com redes 4G?

Não. No momento só alguns modelos de smartphones – como o Galaxy S III, da Samsung, e o Lumia 900, da Nokia – estão disponíveis em versões compatíveis com 4G. Essas versões 4G ainda não estão à venda no Brasil. Mas devem chegar quando as operadoras ativarem suas redes de quarta geração.

6 — Um celular 4G comprado no exterior vai funcionar no Brasil?

Não necessariamente. A telefonia 4G usa faixas de frequência de rádio que não são iguais em todos os países. Assim, é possível que um celular ou tablet 4G comprado em outro país não funcione em 4G no Brasil. O novo iPad, da Apple, por exemplo, não é compatível com a faixa de frequências adotada no Brasil.

7 — Meu celular ou tablet 4G terá acesso à internet via 3G?

Sim. Todos os celulares 4G são compatíveis também com redes 3G e 2G.

8 — Todos os serviços anunciados como 4G são mesmo 4G?

Há discussões sobre isso. Um definição oficial da União Internacional de Telecomunicações (ITU) diz que uma linha 4G deve oferecer acesso à internet a 100 Mbps em deslocamento rápido (num carro ou trem) e 1 (Gbps) imóvel. Mas os serviços atuais chamados de 4G pelas operadoras trabalham em velocidades menores que essas. A ITU já admite chamá-los de “4G”, considerando-os como serviços de transição para futuras redes mais velozes.

9 — Os planos de telefonia 4G serão mais caros que os 3G?

No início, sim. Com o tempo, porém, planos que incluem 4G tendem a se tornar a opção padrão das operadoras, com preços que não se diferenciam muito dos do 3G.

10 — Por que a Anatel teve de fazer um leilão para implantar o 4G?

Para montar uma rede 4G, a operadora precisa ter uma faixa de frequências de rádio reservada para isso. Como as frequências disponíveis são limitadas, a disputa para usá-las é muito acirrada. O espectro de radiofrequências é uma espécie de patrimônio público do país. Assim, faz sentido que as operadoras paguem para usá-lo. O leilão é uma maneira prática de receber esse pagamento e decidir qual operadora tem direito a usar qual frequência.

11 — LTE e 4G são a mesma coisa?

Não. Long Term Evolution ou LTE é uma das tecnologias usadas na implantação de redes de quarta geração. É a que está sendo adotada no Brasil. Em alguns países, existem redes 4G baseadas em outras tecnologias, como WiMAX.

12 — Existem redes 5G?

Há estudos sobre como poderá ser uma rede de comunicações móveis ainda mais avançada que a 4G. Mas o nome 5G é usado apenas informalmente. Não há nenhum padrão de telefonia oficialmente chamado de 5G. Desde que os primeiros celulares surgiram, em 1981, tem aparecido uma nova geração a cada década (2G em 1992, 3G em 2001 e 4G em 2011). Assim, a próxima geração só deve começar a se materializar depois de 2020.

Fonte: Info Online

O que importa na hora de comprar um tablet

Depois do sucesso do iPad, o mercado de tablets explodiu. O aparelho da Apple não inventou a categoria: notebooks “conversíveis” com telas sensíveis ao toque e reconhecimento de escrita, rodando Windows, já existiam há alguns anos, mas o iPad foi o primeiro tablet a fazer sucesso entre os consumidores e com seu baixo peso, tela enorme e longa autonomia de bateria praticamente definiu o que se espera de um tablet moderno.

Praticamente todos os fabricantes, de A (Acer) a Z (ZTE), tem um tablet nas lojas, ou planos para lançar um muito em breve. As configurações são as mais variadas possíveis, indo de aparelhos com telas de 7″ até as 10.1″, assim como a faixa de preço: você pode pagar R$ 350 por um tablet de procedência desconhecida ou R$ 2.600 por um iPad 2 com 3G e 64 GB de memória interna.

Com tantas opções fica difícil escolher, e erra quem pensa que todos os tablets são iguais. Um modelo com câmera de 5 MP é realmente melhor que um com câmera de 3 MP? 3G é mesmo necessário? Tela de 7″ ou de 10″? Para responder a estas perguntas elaboramos este guia, com o que não importa, o que às vezes importa e o que realmente importa na hora da compra.

Preço e capacidade de memória: fique de olho

Cuidado com as “pechinchas”: as lojas estão cheias de tablets “baratinhos” de fabricantes desconhecidos que são um verdadeiro desperdício de dinheiro. Há alguns pontos em comum: todos tem uma tela de 7″, aceitam “modem 3G” (geralmente com o uso de um adaptador), e se parecem com um iPad que encolheu (com direito ao botão “Home” logo abaixo da tela). Alguns tem até TV (digital ou analógica), e todos tem um preço atraente: entre R$ 350 e R$ 600 reais.

Mas o maior ponto em comum é que todos são horríveis. A tela usa tecnologia resistiva e não responde bem aos toques. A qualidade de imagem é ruim. O desempenho é baixo, mesmo em tarefas simples como a navegação na web (se puder, tente acessar um site como o nosso e role a tela. Se o tablet engasgar, fuja). E a autonomia de bateria é invariavelmente ruim, às vezes menos de duas horas por carga, com tempo de recarga de 4 horas ou mais. Um bom exemplo destes aparelhos é o Smart Tablet T7 da Digital Life.

Comprar um tablet destes é certeza de decepção. Sabemos que o preço às vezes é irresistível, e é fácil tentar racionalizar a escolha pensando “Ah, não vou usar muito”, mas seja forte. A dica é: se você nunca ouviu falar da marca, não compre.

Quanto à memória, vale o ditado: “Cautela, canja de galinha e espaço em disco não fazem mal a ninguém”. Tablets são dispositivos para consumo de mídia, como vídeos e fotos, e estes arquivos exigem muito espaço em disco. Na hora de decidir a compra, opte pelo modelo com a maior capacidade de memória que puder.

16 GB é um começo, mas quando mais, melhor. Se o tablet tiver entrada para cartões microSD, melhor ainda: significa que se você abarrotar a memória interna de músicas pode expandí-la com cartões que são pequenos e fáceis de encontrar, e estão disponíveis em modelos com capacidade de até 32 GB.

O que não importa

Câmera: na maioria dos tablets atualmente no mercado a câmera serve mais como uma “conveniência” para que você não perca um momento, do que como um recurso realmente importante.

Os tablets são desajeitados demais para substituir uma câmera de bolso, e mesmo os sensores de 5 MP na maioria dos modelos com o sistema operacional Android produzem imagens de qualidade apenas mediana, que não se igualam às produzidas por um bom smartphone ou mesmo uma câmera digital doméstica básica. O mesmo vale para o “vídeo em HD” gravado pelos aparelhos: a resolução é realmente HD (1280 x 720 pixels), mas a qualidade da imagem (em termos de cor, nitidez, contraste e exposição) deixa a desejar.

O que às vezes importa

Tamanho e peso: O tamanho e o peso de um tablet influenciam com que frequência e como ele será usado. Se ele for grande e pesado demais, você irá pensar duas vezes antes de colocá-lo na bolsa em uma viagem. Se a tela for pequena demais, pode não ser o ideal para quem quer jogar ou assistir filmes.

Por isso, é importante pensar em como você irá usar o tablet. Se você pretende usá-lo como livro eletrônico (e-Book), para ler e-mails, navegar na web e acessar redes sociais, um modelo leve e com tela de 7″ como o Samsung Galaxy Tab original ou Positivo Ypy 7″ pode ser o suficiente. Se pretende assistir filmes e séries ou jogar, é melhor investir em um aparelho com tela de 10″ como o Motorola Xoom. Modelos com tela de 8.9″ são um meio-termo bastante interessante, mas no momento só há um modelo nessa categoria no mercado nacional, o Samsung Galaxy Tab 8.9″ 3G.

Conexão 3G: Outro recurso que depende da forma de uso. Conexão à internet em qualquer lugar é com certeza uma idéia interessante, mas lembre-se de que você precisará contratar um plano de dados com uma operadora, o que implica em um custo mensal. E aparelhos com 3G integrado são um pouco mais caros que as versões apenas com Wi-Fi.

Se você vai usar o tablet apenas em casa, não precisa de um modelo com 3G. Mas se planeja usá-lo “na rua” durante o dia todo, 3G é essencial para se manter conectado. Se você tem um smarthone Android ou um iPhone, tem uma terceira opção: comprar um modelo Wi-Fi e compartilhar a conexão 3G do celular com o tablet via “Tethering”, recurso também chamado de “Ponto de Acesso Móvel”, “Roteador Wi-Fi” ou “Wireless Hotspot”.

O que realmente importa

Autonomia de bateria: Tablets são a representação perfeita da computação móvel, mas não há mobilidade se você precisa procurar uma tomada a cada duas horas. A autonomia de bateria de um tablet deve ser de no minimo seis horas, quanto mais melhor.

Aplicativos: Seu tablet pode ter um processador quad-core, câmera de 12 MP e 256 GB de memória interna com conexão 5G. Mas mesmo assim vai ser um peso de papel se você não tiver software, ou “apps”, para rodar nele. São elas que permitem que você navegue na internet, leia e responda a e-mails, atire pássaros enfurecidos contra porcos ou assista vídeos. No final das contas o hardware é apenas uma “janela” para o software.

Nesse ponto o sistema da Apple, o iOS, leva larga vantagem: já são mais de 140 mil aplicativos otimizados para o iPad e iPad 2, segundo a empresa. Tablets com o sistema Android 3.x “Honeycomb”, da Google, saem perdendo com um catálogo muito menor, embora a Google não divulgue números detalhados. Isso não quer dizer que não há aplicativos, apenas que a variedade é menor. Felizmente a situação tende a melhorar, especialmente com a chegada do Android 4.x “Ice Cream Sandwick”.

Não importa se rodam Windows, iOS ou Android, os tablets são uma evolução natural da idéia do computador pessoal e vieram para ficar. E com um pouco de cuidado na escolha, você também poderá tirar proveito de toda a praticidade e versatilidade que eles tem a oferecer. Boas compras!

Internet móvel pré-paga no Brasil: um comparativo entre as principais operadoras

O Brasil está se tornando um “país conectado”, muito em parte graças ao acesso à internet móvel. Além de ser mais flexível do que as conexões residenciais, elas são cada vez mais baratas, disponíveis até em planos pré-pago. Por conta deste fácil acesso, o número de pessoas conectadas a redes sociais, serviços de mensagens instantâneas e e-mails em qualquer lugar tem aumentado em um bom ritmo. Mas… qual desses planos é o mais vantajoso para você usar no seu smartphone?

Vamos fazer uma análise das atuais ofertas das quatro principais operadoras brasileiras, demonstrando como está o cenário da internet móvel pré-paga no Brasil. Vamos mostrar as principais características, e os prós e contras de cada plano. Você verá que existem serviços para todos os tipos de usuários e smartphones – mesmo pra quem tem um smartphone “top” e não quer gastar muito com um plano de dados.

Mas, antes vale lembrar que para alguns perfis de uso, e principalmente em alguns smartphones, o uso da internet pré-paga é apenas um recurso de emergência. Entendemos que o propósito de nossa análise é orientar o consumidor que não pode (ou não quer) gastar muito dinheiro em um plano de dados, mas que deseja estar minimamente conectado para suas atividades online. Por outro lado, não adianta muita coisa você adquirir um smartphone como o iPhone, o Galaxy S II ou o Motorola RAZR se você não contratar um bom plano de dados. Apesar de alguns planos descritos a seguir permitirem um uso satisfatório com os smartphones “top” de linha, recomendamos que o usuário considere a possibilidade de adquirir um plano de dados pós-pago, onde o limite de dados e a velocidade ofertada são maiores.

Outro detalhe a ser considerado: os ajustes de consumo de dados nos smartphones (independentemente do tipo de aparelho) também é um fator relevante na hora de escolher seu plano. Telefones capazes de gerenciar com eficiência o consumo de dados, com opções que desabilitem a conexão quando o telefone ficar em stand-by, são altamente recomendados para quem contrata planos de internet pré-pagos. Além de controlar o volume de dados, oferecem uma melhor relação custo-benefício no final do mês.

Por fim, alguns aplicativos específicos, como o Opera Mini e o WhatsApp possuem um consumo menor de dados. Vale a pena o usuário dar preferência aos programas que comprovadamente consomem uma menor quantidade de dados. Assim você terá um bom equilíbrio na relação “preço pago/serviço oferecido”, já que você pode otimizar o desempenho de sua conexão – principalmente para o caso de você contratar um pacote com redução de velocidade depois de um período determinado de uso.

Dito isso, segue abaixo observações sobre os planos ofertados pelas principais operadoras nacionais.

Vivo

Internet no Vivo Pré/Controle

Preço: R$ 9,90/mês
Tipo de conexão: 3G/GPRS/EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 20 MB
Velocidade: até 1  Mbps (no limite de 20 MB de dados; depois desse limite, a velocidade é reduzida para 32 Kbps)

O Vivo Pré surgiu como uma alternativa aos usuários do serviço Vivo ON, que desejavam uma maior liberdade de acesso à web, mas que ao mesmo tempo não querem pagar muito por um acesso simples a partir do seu celular ou smartphone. Com esse tipo de conexão o usuário não fica limitado apenas às redes sociais e e-mails, mas pode navegar por todo e qualquer tipo de conteúdo na internet, sem nenhum tipo de cobrança adicional.

O serviço é um dos mais baratos entre as operadoras, custando R$ 0,33 por dia de acesso. Porém, diferentemente de outras operadoras, o Vivo Internet Pré Ilimitado obriga o usuário a assinar o pacote de acesso pelo mês todo, sem contar com uma opção de cobrança avulsa pelo dia acessado (algo mais vantajoso para boa parte dos usuários).

Uma das vantagens do serviço é que ele oferece a velocidade mais alta entre os planos pré-pagos (1 Mbps). Porém, a alegria dura muito pouco: o serviço só garante essa velocidade até o consumo de 20 MB de dados. Ultrapassado esse limite, você vai ter que se contentar com uma velocidade de 32 Kbps até o final do período de 30 dias contratados. No início de um novo ciclo, o valor correspondente ao plano é debitado dos créditos do usuário, e a velocidade máxima é restabelecida.

Recomendado para:
os usuários que só vão acessar e-mails e redes sociais ocasionalmente, em telefones com baixo consumo de dados. Para quem utiliza as redes sociais de forma mais intensa e deixa o serviço de pushmail do iPhone ligado, esse pacote de dados só vai funcionar de forma plena por poucos dias. Depois disso, com a queda de velocidade, o serviço se torna inviável para os mais exigentes. Veja mais informações.

Oi

Oi Dados (para Oi Celular e Oi Controle)

Preço: R$ 9,90/mês, R$ 2,90/semana, R$ 0,50/dia
Tipo de conexão: 3G/GPRS EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 30 MB (mensal), 15 MB (semanal), 5 MB (diário)
Velocidade: até 1 Mbps (no limite de dados previamente estabelecido; depois desse limite a velocidade é reduzida para 50 Kbps)

É uma variante da proposta oferecida pela Vivo, mas com maior flexibilidade de preços e opções. Aqui o usuário pode escolher qual o período de acesso que deseja, com o valor que melhor cabe no bolso, dependendo do seu propósito de uso. Além disso, a oferta de internet pré-paga da Oi pode ser integrada a outros pacotes de serviços, trazendo uma combinação de produtos e funcionalidades da operadora.

A opção de conexão mensal possui um pacote de dados um pouco maior do que aquele ofertado pela Vivo, mas não muito: apenas 30 MB. Ao ultrapassar esse consumo, o usuário ficará limitado a uma conexão com velocidade de 50 Kbps até o final do período. A regra de redução de velocidade vale também para os pacotes semanal e mensal.

A vantagem da Oi é permitir que o usuário faça a contratação avulsa do serviço, de acordo com a sua necessidade. Para aqueles que não precisam de uma internet móvel, recomendamos a prática da contratação diária. A relação preço/pacote de dados é melhor (R$ 3,50/35 MB por semana, contra R$ 2,90/15 MB por semana), e oferece um uso mais completo do celular ou smartphone. Mesmo assim, o pacote diário oferece apenas a metade do volume de dados de alguns concorrentes.

Recomendado para: os usuários que não vão utilizar a internet móvel todos os dias. Para aqueles que só precisam acessar a web em dias e situações específicas, e para proprietários de smartphones que possuem um uso moderado de dados (e-mails, mensagens instantâneas e redes sociais). Veja mais informações.

Tim

Tim Infinity Web Pré

Preço: R$ 0,50/dia
Tipo de conexão: 3G/GPRS/EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 10 MB/dia (ou 300 MB/mês)
Velocidade: até 300 Kbps (no limite de dados previamente estabelecido; depois desse limite, a velocidade é reduzida para 50 Kbps)

A Tim foi pioneira na proposta de internet pré-paga ilimitada no Brasil. Lançou o serviço em 2010, e hoje se tornou um dos pilares de serviços oferecidos pela operadora, que também integra serviços de torpedos e chamadas ilimitadas aos seus serviços (de Tim para Tim).

Diferentemente dos serviços da Vivo e da Oi, não é necessário se cadastrar previamente para a usar a conexão, pois o serviço está automaticamente inserido na linha do usuário. Ou seja: assim que você compra o chip, basta colocá-lo no seu celular e usar a internet. Esse benefício torna o produto mais fácil de usar, ótimo para o público-alvo que a operadora deseja conquistar.

Por outro lado, a conexão é consideravelmente mais lenta do que os seus concorrentes. Você estará limitado aos 300 Kbps ofertados pela operadora, e dentro de um limite de até 300 MB de dados ao mês. Fazendo as contas para um consumo mensal (o que não deve acontecer, uma vez que o serviço só debita créditos do usuário no dia que utilizar a conexão) o valor máximo de R$ 15,50/mês (para os meses de 31 dias) por até 300 MB de dados é a melhor relação custo/benefício que os usuários podem encontrar.

A quantidade de 10 MB de dados diários é aceitável, até mesmo para que usuários de iPhone e Androids “top” aproveitem um pouco mais dos seus dispositivos. É claro que não dá pra ver vídeos de forma desenfreada, mas é possível ver seus e-mails, atualizar as redes sociais e trocar mensagens instantâneas durante um dia de trabalho, e com uma certa folga.

Recomendado para: os usuários que não vão utilizar a conexão móvel todos os dias. Para quem tem um uso mais elaborado dessa conexão, recebendo um volume maior de e-mails e mensagens instantâneas. Para quem tem um smartphone com recursos avançados, mas não pode contratar um plano de dados pós. Veja mais informações.

Claro

Internet Pré a R$ 0,50/dia ou Pacotes Internet Pré

Preço: R$ 0,50/dia, R$ 6,90/quinzenal, R$ 11,90/mês
Tipo de conexão: 3G/GPRS/EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 10 MB/dia, 150 MB/quinzena, 300 MB/mês
Velocidade: até 300 Kbps (no limite de dados previamente estabelecido; depois desse limite, a velocidade é reduzida para 32 Kbps)

A Claro ataca em duas frentes. Quando lançou a sua opção de internet pré-paga, ofereceu dois pacotes avulsos: um com período de 15 dias, com quantidade de dados de até 150 MB; e outro para 30 dias, com dados de até 300 MB. Os valores são fixos por período, e a contratação é feita pelo site ou por SMS. Porém, quando a Claro percebeu que a oferta da Tim de cobrança avulsa por dia era mais vantajosa para o seu público-alvo, ela resolveu repetir a mesma estratégia.

Com isso, a Claro possui ofertas flexíveis para diferentes perfis de uso. Os pacotes quinzenal e mensal possuem uma peculiaridade que pode ser interessante para muitos usuários: diferentemente dos concorrentes, o pacote de 150 MB ou 300 MB de dados não são fracionados em 10 MB por dia. Se o usuário precisar utilizar um volume de dados maior em um determinado dia, não terá a tal queda de velocidade naquele dia em específico, mas só quando atingir a cota total do pacote. Esse detalhe é muito importante para quem sabe que vai usar um grande volume de dados em situações especiais. Além disso, nesse cenário, a utilização moderada desse pacote com os smartphones mais avançados é viável, apesar da velocidade de 300 Kbps.

Já na oferta de R$ 0,50 por dia de acesso, as mesmas características descritas no plano da Tim valem para o serviço da Claro, com a diferença de que, nesse caso, a redução da velocidade ao atingir a cota de 10 MB/dia é mais drástica, limitando a velocidade para 32 Kbps. Na prática, para troca de mensagens e emails, a velocidade mais baixa não traz diferenças tão grandes, e por isso pode ser desonsiderado se você aguentar ficar sem ver vídeos do YouTube longe de casa.

Recomendado para: os usuários que vão utilizar a internet no celular de forma ocasional. Para quem vai utilizar um volume de dados acima dos 10 MB em situações específicas. Para usuários de smartphones avançados, que podem ter um uso moderado com o pacote de dados, e se contentam com uma velocidade reduzida para o acesso à web. Veja mais informações.

10 grandes fracassos tecnológicos

Praticamente todas as grandes empresas de tecnologia têm, em sua história, produtos sobre os quais preferem não falar.

E isso inclui companhias bem sucedidas como Apple, Google e Sony. Em cada caso, é possível identificar erros graves que transformaram boas ideias e tecnologias inovadoras em prejuízos e frustrações. Alguns fabricantes erraram no preço, outros na maneira de vender.

Outros, ainda, não conseguiram fazer as alianças certas no mercado. Em alguns casos, o produto tinha falhas que pareciam irrelevantes para quem o criou, mas que se mostraram imperdoáveis para o consumidor. Confira a lista com dez produtos que pareciam promissores, mas que fracassaram espetacularmente.

1 – O Google Wave virou marola (2009 a 2010) – Que tal um meio de comunicação capaz de substituir e-mail, mensagens instantâneas, blogs, wikis, todas as formas de bate-papo por texto, o Twitter e o Facebook?

Esse produto fenomenal ainda seria uma plataforma para jogos e outros aplicativos. Depois dele, nada seria igual na internet e nem na vida das pessoas. Essa era a proposta do Google Wave quando foi apresentado em maio de 2009. Convites para a fase de testes eram disputados ferozmente e até vendidos em sites de leilão na web. Lars Rasmussen, o principal líder do projeto, virou uma celebridade instantânea.

Mas o entusiasmo durou pouco. Quando as pessoas começaram a usar o Wave, perceberam que era apenas um confuso sistema de chat em que todos escreviam ao mesmo tempo e ninguém se entendia. O Google descontinuou o projeto pouco mais de um ano depois. O código dos programas foi transferido à Apache Software Foundation, que o mantém como software livre. A esperança é que alguém encontre alguma utilidade para o que sobrou do Wave.

2 – O vexame do Windows Vista (2007 a 2009) – Ao lançar o Windows Vista, em janeiro de 2007, seis anos depois do Windows XP, a Microsoft prometia modernizar o PC e colocá-lo, no mínimo, no mesmo patamar do Mac, da Apple.

De fato, o Vista trouxe melhoramentos bem vindos, como um sistema de busca instantânea abrangendo todo o computador. Mas trouxe também incompatibilidade com muitos aplicativos. Além disso, era pesado demais para a maioria dos PCs da época.

Demorava uma eternidade para ser carregado quando o computador era ligado e muitos programas rodavam nele com lentidão. A tentativa da Microsoft de reforçar a segurança resultou em incômodos para o usuário, que precisava autorizar – em alguns casos, mais de uma vez – ações aparentemente triviais. Ainda assim, em 2009, o Vista era o segundo sistema operacional mais usado na internet (o primeiro era, ainda, o Windows XP), respondendo por 18,6% dos acessos à rede. Logo, ele não foi um fracasso total de vendas. Mas deixou usuários insatisfeitos e provocou um estrago considerável na imagem da Microsoft.

3 – O duelo do HD DVD (2003 a 2008) – Na metade dos anos 90, a invenção do laser semicondutor azul tornou possível gravar, num disco com o formato do DVD, um volume de dados equivalente a um filme em alta definição.

Faltava alguém criar um padrão para isso. Em 2002, Sony, Philips e outras sete empresas uniram-se para desenvolver o que viria a ser o Blu-ray. No mesmo ano, Toshiba, NEC, Microsoft e Intel juntaram-se a estúdios de cinema como a Warner Bros. para elaborar o HD DVD. Produtos baseados nos dois padrões chegaram às lojas em 2005, dando início a uma longa batalha comercial.

Para o consumidor, não havia diferenças técnicas importantes entre Blu-ray e HD-DVD. Num primeiro momento, o HD DVD até parecia estar ganhando a briga. Mas, em 2006, a Sony incorporou um leitor de Blu-ray ao console para jogos PlayStation 3. Seu sucesso ajudou a impulsionar o Blu-ray.

A Microsoft ainda tentou oferecer um drive de HD DVD para o Xbox, mas era tarde demais. Os estúdios de cinema que apoiavam o HD DVD começaram a mudar de lado. Em 2007, a balança pendeu decisivamente para o lado do Blu-ray. Em fevereiro de 2008, a Toshiba jogou a toalha, anunciando que estava abandonando o HD DVD. A empresa decretava, assim, a morte do padrão que havia ajudado a criar.

4 – Faltou charme ao Microsoft Zune (2006) – O sucesso do iPod e da loja de músicas iTunes, da Apple, levou a Microsoft a tentar trilhar o mesmo caminho com seus produtos da série Zune. Apresentado em 2006, o player multimídia tinha design elaborado e parecia atraente do ponto de vista tecnológico.

Mas faltou conquistar o lado emocional dos consumidores. Até maio de 2008, segundo a Microsoft, 2 milhões de unidades foram vendidas. O número é insignificante perto das vendas da Apple, que já havia comercializado mais de 100 milhões de iPods quando o Zune chegou às lojas. As vendas caíram ainda mais com o tempo, o que levou a Microsoft a colocar o Zune em banho-maria.

Desde 2009, quando foi lançado o Zune HD, nenhum modelo novo foi apresentado. A tecnologia sobrevive nos smartphones com o Windows Phone 7, que têm acesso à loja online da empresa, com 11 milhões de músicas para download. Mesmo assim, o fracasso do Zune virou tema de estudo frequente em cursos de MBA. É intrigante como uma empresa com amplos recursos como a Microsoft foi incapaz de conquistar uma posição significativa nesse mercado.

5 – Segway e a revolução dos transportes (2002) – No final de 2001, o inventor americano Dean Kamen divulgou que estava finalizando algo que iria revolucionar o transporte urbano. Pessoas que tiveram acesso aos planos de Kamen aumentaram a expectativa com declarações bombásticas.

O investidor John Doerr disse que seria algo mais importante que a internet. Ele previu que a empresa Segway, que iria fabricá-lo, atingiria vendas de US$ 1 bilhão por ano mais rapidamente que qualquer outra na história. Jeff Bezos, o fundador da Amazon, afirmou que “cidades seriam construídas em torno dessa ideia”.

A Segway gastou 100 milhões de dólares no desenvolvimento do produto. O patinete motorizado com duas rodas lado a lado, apresentado em dezembro de 2001, era, de fato, inovador. Mas encontrou uma variedade de obstáculos. Em alguns países, ele foi considerado veículo motorizado, que precisava ser licenciado e não podia andar em calçadas. Em outros, seu tráfego em estradas foi proibido. Além disso, Kamen e sua turma não perceberam que o patinete era caro demais para um veículo que a maioria das pessoas considerou supérfluo. O modelo mais barato custava cerca de US$ 3.000.

Em cinco anos, a Segway vendeu apenas 30 mil unidades. O veículo que iria revolucionar o mundo acabou virando transporte para guardas de segurança em shopping centers.

6 – Iridium e seus 77 satélites (1998) – Esta é uma história de fracasso de proporções astronômicas. No final dos anos 90, a Iridium, empresa formada sob liderança da Motorola, gastou 5 bilhões de dólares para colocar em órbita uma constelação de 77 satélites de comunicação (o nome da empresa vem do elemento químico irídio, que tem número atômico 77).

A ideia era criar uma rede de telefonia móvel via satélite com cobertura de todo o planeta, do Polo Norte ao Polo Sul. O plano era atingir meio milhão de assinantes já no ano seguinte. Mas o telefone Iridium era grandalhão e custava US$ 3.000 ou mais, dependendo do modelo. Para fazer uma ligação, pagavam-se US$ 5 por minuto, preço absurdamente alto para a maioria das pessoas.

Além disso, só era possível fazer chamadas ao ar livre. Por isso, pouca gente se interessou. A rede celular, que estava se expandindo em muitos países, oferecia uma alternativa muito mais prática e barata, ao menos nas áreas urbanas.

Em agosto de 1999, menos de um ano depois de a constelação de satélites entrar em operação, a Iridium faliu. A empresa tinha conseguido apenas 10 mil assinantes. Os satélites permaneceram em órbita, e, em 2001, passaram a ser administrados por uma nova empresa, também chamada Iridium. Hoje, o sistema é usado pelas forças armadas americanas, e também por bases de pesquisa na Antártida e navios no oceano.

7 – O Newton prometeu. O iPhone cumpriu (1987 a 1998) – O Newton, um ancestral remoto do iPad, foi apresentado pela Apple como um assistente pessoal digital (PDA) em 1987. Deveria ajudar o usuário a organizar, armazenar e consultar informações que precisasse ter sempre à mão. A Apple gastou US$ 100 milhões no desenvolvimento do produto, que foi um fracasso comercial. O aparelho era grandalhão e dependia de um sistema precário de reconhecimento de escrita. A carga das baterias durava pouco e não havia um número significativo de aplicativos que pudessem ser instalados nele. São erros que a Apple só corrigiria em 2007, ao lançar o iPhone, que finalmente cumpriu (e superou) o que o Newton havia prometido duas décadas antes.

8 – Steve Jobs e a NeXT (1985 a 1996) – Admirado como um dos empreendedores mais bem sucedidos do mundo, Steve Jobs teve pelo menos um grande fracasso em seu currículo – a NeXT. Jobs fundou a empresa em 1985, depois de sua saída da Apple, à qual retornaria onze anos depois.

A NeXT deveria produzir os computadores mais avançados do mundo, deixando para trás a Apple e os fabricantes de PCs. A empresa lançou seu primeiro modelo em 1988, e apresentou um segundo, o NeXTstation (foto ao lado), em 1990. Neles, rodava o inovador sistema operacional NeXTstep. Mas essas máquinas eram caras demais e não havia aplicativos para elas no mercado. Por isso, pouca gente se interessou em comprá-las. Calcula-se que, em toda a sua existência, a NeXT tenha vendido apenas 50 mil unidades, uma ninharia.

Em 1993, numa tentativa de salvar a empresa, Jobs a transformou numa produtora de software. Ela passou a oferecer seu sistema operacional NeXTstep numa versão para PC, além de ferramentas de desenvolvimento. Mas o reposicionamento não trouxe bons resultados. No final de 1996, a decadente NeXT foi comprada pela Apple, no acordo que levaria Jobs de volta à empresa que fundou. Algumas das tecnologias desenvolvidas pela NeXT ainda sobreviveram incorporadas ao Mac OS e a outros produtos da Apple.

9 – Bob, a interface social da Microsoft (1995) – Numa época em que uma parte da população ainda estranhava os computadores, a Microsoft resolveu democratizar a tecnologia criando uma interface gráfica “social”, o Bob. O software foi desenvolvido com base em estudos científicos da universidade de Stanford, na Califórnia.

Deveria tornar o uso do computador bastante mais intuitivo, mas o resultado foi tão ridículo que virou motivo de piada; e o produto foi rapidamente descontinuado. Quando o usuário ligava o PC com o Bob instalado, era recebido por um cachorro falante, o Rover. Era, então, levado à sua “sala” numa casa virtual. Nela, os aplicativos eram representados por objetos.

Clicando num deles, o programa correspondente era ativado. Essa interface infantilizada era, na prática, um tanto confusa. E não adiantava apelar para o Rover, cuja inteligência era certamente uma vergonha para a espécie canina. No final, o que o Bob rendeu à Microsoft foi um lugar garantido nas listas de piores produtos de todos os tempos.

10  – A longa batalha do Betamax (1975) – Em maio de 1975, a Sony apresentou ao mundo o primeiro sistema doméstico para gravação de filmes em fita magnética, o Betamax. A empresa japonesa parecia estar pronta para dominar esse então nascente mercado. Só um ano e meio depois a JVC lançou o padrão VHS, que ainda tinha qualidade de imagem inferior à do Betamax.

Mas, no início, uma fita VHS armazenava duas horas de vídeo, o suficiente para um filme de cinema, enquanto uma Betamax estava limitada a uma hora (com o tempo, surgiriam aparelhos capazes de fazer gravações mais extensas). A Sony demorou para perceber que essa era uma grande desvantagem do seu padrão.

Além disso, diferentemente da Sony, a JVC foi rápida em fazer alianças e licenciar o VHS a outros fabricantes. E a competição entre esses fabricantes tornou os aparelhos VHS mais baratos. O resultado é que o padrão da Sony foi ficando para trás em volume de vendas, enquanto o VHS dominava o mercado de vídeo doméstico. A briga se arrastou por 12 anos, até que, em 1988, a Sony anunciou que começaria a fabricar aparelhos VHS, enterrando de vez o Betamax.

7 alertas de como nossa linguagem tem sido reformatada pela tecnologia

À medida que a tecnologia e os negócios progridem, eles reformatam nossa língua e nossa linguagem. Mas nem sempre de maneira legal, quer dizer, de uma forma que a gente goste, entenda e ache certo.

Seja por serem gramaticalmente incorretas ou por soarem de forma para lá de esquisita, algumas delas ainda por cima são repetidas em todos os cantos, o que deixa leitores, consumidores e outros seres com aquele estigma de “cara chato”.

Vamos às campeãs dessas palavras neologicas-tecnogramaticais-terrivelmente-chatas:

1. Empresas “ponto.com” – A sapataria agora tem página na web? Pronto, virou ponto.com. O padeiro usa o twitter para informar sobre a última fornada? Mesma coisa: padoca.com.

Não tem jeito. Nem todos vão entender que empresas .com são um tipo de negócio que tem cerne no ambiente da web. Portanto, é melhor se acostumar com esse termo.

2. Convergência – O que um dia teve algum significado, o de apontar um rumo que a tecnologia deve tomar nos próximos tempos, passou a ser palavra para tudo. O celular, resultado da convergência de várias tecnologias, converge mídias diferentes que, por sua vez, convergem em uma plataforma, que converge…

3. “alguma coisa” killer – O buscador novo é um Google killer, o Facebook é o Orkut killer, a mídia digital é killer das mídias tradicionais. De tanto ouvir esse termo, que descreve com sensacionalismo a morte de uma entidade antes considerada imbatível, ficamos com vontade de virar o killer killer.

4. Solução – Um programa é uma solução? Sim. Um sistema também? Sim. Errrr, um conjunto de protocolos para transmissão de dados também é uma solução? Opa, pode apostar. Mas, se tudo é solução, onde está o problema? A solução? Se acostume com essa palavra, pois ainda vai ouvir falar muito nela.

5. A nuvem – Atenção, pessoal! As regras mudaram. Agora, tudo que estiver fora do servidor local está “na nuvem”. Gmail, Hotmail, YouTube… Tudo nuvem, certo? Errado. Quem entende do assunto e sabe que a nuvem é um conjunto de soluções que convergem para oferecer aplicativos não aguenta mais ouvir em nuvem isso ou nuvem aquilo.

6. Monetizar – Assim que alguém tem uma ideia brilhante de um novo negócio, começa a falar de que maneira tal empreitada irá “monetizar”. Aliás, sempre que alguém perguntar sobre lucro, receita, faturamento, o respondente vai usar essa palavra. Vale dissecar o cérebro do eloquente homem de negócios que não compreende que monetizar significa “juntar dinheiro”; dar retorno.

7. Sinergia – Evidentemente, a sinergia nas operações entre as empresas foi de fundamental importância. Sem essa sinergia, jamais teríamos alcançado os resultados positivos. No campo de futebol a equipe mostrou uma sinergia muito grande.

Basta! Que tal colaboração, entrosamento e entendimento, para descrever o que muitos CEOs não querem que compreendamos – ou seja, que houve combinações por baixo do pano e influência trafegando de um lado para o outro em nome da tal da sinergia.

Fonte: PC World/EUA

Saiba como funciona no iPhone 4 o Bluetooth e o compartilhamento de internet 3G

  • O iPhone 4 pode compartilhar internet 3G por cabo e wireless?

Sim, se o usuário utilizar as operadoras Claro, TIM e Vivo. A função é chamada de Compartilhamento de Internet (Internet Tethering) e pode ser encontrada em Ajustes -> Geral -> Redes. Ela transforma o iPhone 4 num modem 3G e é possível utilizar a internet em outros dispositivos a partir dele pelo cabo USB que acompanha o aparelho ou via Bluetooth.

  • Ele tem Bluetooth capaz de transmitir dados e aplicativos para outros aparelhos?

No caso de aplicativos, não e no de dados, sim, mas com algumas restrições. Segundo a Apple, existem mais de 20 perfis de uso do Bluetooth e nem todos estão disponíveis no iPhone 4 (e gerações anteriores do smartphone).

Uma tarefa corriqueira para quem usa aparelhos de outras marcas é trocar arquivos com amigos pelo Bluetooth. O smartphone da Apple, no entanto, transfere apenas alguns tipos de arquivos – e sempre via aplicativos. Por exemplo, você pode compartilhar fotos pelo aplicativo PhotoShare.

Outras aplicações do Bluetooth no iPhone 4 são a de conexão com dispositivos do tipo handsfree, teclados, rádios automotivos e controles. Para todas elas, sempre é necessário que um aplicativo faça a integração entre os dois dispositivos e que a opção Bluetooth esteja ativada.

Para quem gosta de jogos, o Bluetooth ajuda ainda a criar uma rede para games com múltiplos jogadores. Da mesma forma que para os dispositivos citados anteriormente, é pelo jogo instalado nos aparelhos que o Bluetooth ”encontra” os outros aparelhos.

  • Quando eu habilito o Bluetooth, o iPhone 4 não consegue achar nenhum celular, alguém sabe por quê?

Como foi dito na resposta anterior, o Bluetooth do iPhone utiliza apenas alguns dos vários perfis existentes para a tecnologia que habilita a comunicação sem fio entre dispositivos. Celulares de outras marcas conseguem detectar o aparelho da Apple, mas o contrário não acontece. Quando um celular tentar se conectar a ele, o iPhone informará que o aparelho não é compatível. Em relação a outros iPhones e produtos Apple, a conexão Bluetooth só acontece por intermédio dos aplicativos.

Além disso, apenas alguns dispositivos são compatíveis com iPhone (e também iPod Touch e iPad), portanto, verifique se o acessório com suporte Bluetooth que você vai comprar tem o selo “Made for iPhone”, iPad, etc.

  • Ele pode ser utilizado como pendrive sem necessidade de iTunes?

Não, a menos que você faça o jailbreak (prática que desbloqueia nos iPhones restrições impostas pela Apple) e utilize aplicativos não aprovados pela Apple.

Se o que você quer é acessar e editar arquivos de texto – com extensão .doc – pode usar programas como o Documents to Go e Good Reader, copiando os arquivos para seu iPhone.

  • Como transfiro a minha agenda de contatos de um aparelho para outro?

Se você usa um modelo anterior de iPhone, é possível passar os contatos pelo iTunes. Antes de tudo, você precisa fazer um backup, pelo próprio iTunes – além dos contatos, você salva imagens, vídeos, aplicativos, configurações – e depois restaura tudo no iPhone 4. Veja o passo a passo feito pela MacWorld Brasil para a tarefa.

Usar o serviço web Mobile Me também ajuda na sincronização dos e-mails, contatos e calendário – não importa de qual dispositivo você acessar essas informações (PC, Mac, iPhone, iPod Touch ou iPad).

Se seu celular não é Apple, a tarefa é um pouco mais complicada. Como o iPhone 4 usa um novo padrão de chip, menor que o da maioria dos outros celulares, a técnica de copiar tudo para o chip e depois importar os contatos para o iPhone já não funciona (a menos que você tenha coragem de cortar o chip e, nisso, correr o risco de perder todas as informações que estão nele).

Existem programas (como o DataPilot, US$ 29,95), que transferem os contatos do seu antigo celular para o Outlook. Depois, dá para usar o iTunes e sincronizá-los do Outlook com o celular. O problema é que alguns deles ficam “embaralhados” ou alguns dados, como telefone, não salvos de forma correta. Em alguns casos, o caracter ” / ” do Outlook desaparece quando vai para o iTunes.

Outra opção é o Google Sync, que sincroniza os contatos do Gmail com o iPhone.

Propaganda de acessório coloca jogadores pelados

Sente-se desconfortável jogando videogame? Sua roupa incomoda você no meio daquele chefe complicado de se matar? Ou simplesmente tem coisas no seu bolso nas quais você tem que ficar prestando atenção enquanto joga? Nunca mais enfrente esse tipo de problema, passe a frequentar festas como essa para jogadores de videogame pelados nas casas mais badaladas de Nova York.

Calma, é brincadeira, o mundo não está pronto para ver alguns de nós jogadores do jeito que viemos ao mundo. Esse vídeo trata-se de uma campanha de marketing viral para um acessório chamado XtendPlay para o Xbox 360 e PlayStation 3, o qual você vê todas as pessoas da festa usando.

O produto é para aqueles que se sentem desconfortáveis jogando, não pelas roupas, mas talvez pela pegada dos controles ou pelas mãos ficarem suadas enquanto jogam. Ele adiciona um grande pedaço de material macio e ergonômico, com aberturas para passagem de ar com a intenção de manter as mãos refrescadas.

O XtendPlay custa US$ 19,99, e pelo esforço de juntar tantos atores pelados pra fingir que estão jogando videogame, você até que pode dar uma forcinha pra empresa comprando um.