Saiba como funciona no iPhone 4 o Bluetooth e o compartilhamento de internet 3G

  • O iPhone 4 pode compartilhar internet 3G por cabo e wireless?

Sim, se o usuário utilizar as operadoras Claro, TIM e Vivo. A função é chamada de Compartilhamento de Internet (Internet Tethering) e pode ser encontrada em Ajustes -> Geral -> Redes. Ela transforma o iPhone 4 num modem 3G e é possível utilizar a internet em outros dispositivos a partir dele pelo cabo USB que acompanha o aparelho ou via Bluetooth.

  • Ele tem Bluetooth capaz de transmitir dados e aplicativos para outros aparelhos?

No caso de aplicativos, não e no de dados, sim, mas com algumas restrições. Segundo a Apple, existem mais de 20 perfis de uso do Bluetooth e nem todos estão disponíveis no iPhone 4 (e gerações anteriores do smartphone).

Uma tarefa corriqueira para quem usa aparelhos de outras marcas é trocar arquivos com amigos pelo Bluetooth. O smartphone da Apple, no entanto, transfere apenas alguns tipos de arquivos – e sempre via aplicativos. Por exemplo, você pode compartilhar fotos pelo aplicativo PhotoShare.

Outras aplicações do Bluetooth no iPhone 4 são a de conexão com dispositivos do tipo handsfree, teclados, rádios automotivos e controles. Para todas elas, sempre é necessário que um aplicativo faça a integração entre os dois dispositivos e que a opção Bluetooth esteja ativada.

Para quem gosta de jogos, o Bluetooth ajuda ainda a criar uma rede para games com múltiplos jogadores. Da mesma forma que para os dispositivos citados anteriormente, é pelo jogo instalado nos aparelhos que o Bluetooth ”encontra” os outros aparelhos.

  • Quando eu habilito o Bluetooth, o iPhone 4 não consegue achar nenhum celular, alguém sabe por quê?

Como foi dito na resposta anterior, o Bluetooth do iPhone utiliza apenas alguns dos vários perfis existentes para a tecnologia que habilita a comunicação sem fio entre dispositivos. Celulares de outras marcas conseguem detectar o aparelho da Apple, mas o contrário não acontece. Quando um celular tentar se conectar a ele, o iPhone informará que o aparelho não é compatível. Em relação a outros iPhones e produtos Apple, a conexão Bluetooth só acontece por intermédio dos aplicativos.

Além disso, apenas alguns dispositivos são compatíveis com iPhone (e também iPod Touch e iPad), portanto, verifique se o acessório com suporte Bluetooth que você vai comprar tem o selo “Made for iPhone”, iPad, etc.

  • Ele pode ser utilizado como pendrive sem necessidade de iTunes?

Não, a menos que você faça o jailbreak (prática que desbloqueia nos iPhones restrições impostas pela Apple) e utilize aplicativos não aprovados pela Apple.

Se o que você quer é acessar e editar arquivos de texto – com extensão .doc – pode usar programas como o Documents to Go e Good Reader, copiando os arquivos para seu iPhone.

  • Como transfiro a minha agenda de contatos de um aparelho para outro?

Se você usa um modelo anterior de iPhone, é possível passar os contatos pelo iTunes. Antes de tudo, você precisa fazer um backup, pelo próprio iTunes – além dos contatos, você salva imagens, vídeos, aplicativos, configurações – e depois restaura tudo no iPhone 4. Veja o passo a passo feito pela MacWorld Brasil para a tarefa.

Usar o serviço web Mobile Me também ajuda na sincronização dos e-mails, contatos e calendário – não importa de qual dispositivo você acessar essas informações (PC, Mac, iPhone, iPod Touch ou iPad).

Se seu celular não é Apple, a tarefa é um pouco mais complicada. Como o iPhone 4 usa um novo padrão de chip, menor que o da maioria dos outros celulares, a técnica de copiar tudo para o chip e depois importar os contatos para o iPhone já não funciona (a menos que você tenha coragem de cortar o chip e, nisso, correr o risco de perder todas as informações que estão nele).

Existem programas (como o DataPilot, US$ 29,95), que transferem os contatos do seu antigo celular para o Outlook. Depois, dá para usar o iTunes e sincronizá-los do Outlook com o celular. O problema é que alguns deles ficam “embaralhados” ou alguns dados, como telefone, não salvos de forma correta. Em alguns casos, o caracter ” / ” do Outlook desaparece quando vai para o iTunes.

Outra opção é o Google Sync, que sincroniza os contatos do Gmail com o iPhone.

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10 aplicativos que são capazes de tirar qualquer um do sério

O processo de instalação é automático e ícones aparecem inadvertidamente. Exibem, sem a menor cerimônia, alertas irritantes na tela do computador. Eles pedem autorização para que a atualização comece, mas não aceitam um “não” como resposta; ao término, exigem que o computador seja reiniciado. Importunam o usuário com propagandas de suas versões pagas; mandam spam, imploram pela assinatura, insistem. O browser sofre.

Todos nós já experimentamos aplicativos irritantes. Alguns, inclusive, vêm pré-instalados no sistema. Fiz uma lista deles, selecionados a partir das opiniões de usuários espalhadas pela Internet e organizados sem uma ordem específica.

iTunes

Eu gosto da interface do iTunes e do modo como se comporta, mas ele é notoriamente grande e pesado, demorando a iniciar. Tenho a mesma reclamação quanto à sua loja online, a iTunes Store.

Mas é a atitude intransigente da Apple em relação a dispositivos de marcas que não a sua que me tira do sério. Desde o início, o software está preso aos iPods e iPhones, tornando difícil a tarefa de comprar uma mídia pelo serviço e transferi-la para outros aparelhos.

Com as músicas, a empresa reduziu os inconvenientes de seu monopólio do mercado digital, mas a restrição a outros players se mantém. Quanto aos vídeos, a era sombria do DRM ainda não passou: tente assistir algum filme do iTunes em um home theater de uma fabricante qualquer e verá do que estou falando.

Eu nunca vi um software com atualizações tão frequentes. É comum ser interrompido em meus afazeres com uma notificação sobre uma nova versão. Ao recusar o pedido, ela não demorará a aparecer novamente, recorrentemente.

Ah, e não se esqueça da estratégia da Apple, que vê nesses updates uma ótima oportunidade para instalar outros softwares nas máquinas dos desavisados – como o seu navegador Safari – torcendo para que o usuário clique “avançar” sem antes desmarcar os itens indesejados. Muito perspicaz.

“Eu escolheria o iTunes como o pior”, disse Peter VanRysdam, CMO da 352 Media Gruop. “Essas atualizações que surgem a todo instante, essa tentativa de baixar coisas que não quero… Ora, estou bem com a versão atual do QuickTime, obrigado”.

Lembrando que, caso você aprove a nova instalação, demorará um bocado para a conclusão do processo e, ao final, terá que reiniciar o computador para que as mudanças façam efeito.

Adobe Reader

Para um programa que eu nem uso muito, ele requer atenção e cuidado demais. Frequentemente pede meu consentimento sobre uma atualização, que contará com novos recursos que eu nunca irei usar.

O sistema, ainda por cima, contém falhas. “Os pop-ups de instalação surgem periodicamente”, diz Nir Gryn, de Nova York. “Aceito os pedidos, mas o download sempre falha. Hoje em dia, os ignoro, mas adoraria que parassem e me deixassem em paz para trabalhar”, completa.

O Reader pode ser inconveniente também quando não há nada de errado com ele. “Toda hora ele coloca um novo ícone na bandeja do sistema, mesmo eu configurando para não fazê-lo”, escreveu Anne Hellmich, de Wisconsin, na página da PCWorld americana no Facebook.

É claro, existem alternativas ao software. No entanto, é possível que um arquivo criado pela última versão do Adobe Acrobat não possa ser aberto em um programa do concorrente.

Real Player

Em um passado não muito distante, a RealPlayer era bem agressiva em sua tática para vender a versão paga do aplicativo. Lembro de, por muito tempo, ter pesquisado pelo modelo gratuito no site da empresa e não ser capaz de encontrá-lo.

Na ocasião, encontrei o link para o download em outro portal, que me direcionava a uma página escondida no portal da RealPlayer. Enquanto baixava o arquivo, ofertas para a assinatura do serviço de música Rhapsody pulavam sem parar. De fato, a companhia quer tanto prover conteúdo ao internauta que não sente vergonha de pedir pelo privilégio repetidas vezes.

No entanto, àqueles que ainda usam o software, as coisas se tornaram bem mais fáceis. Recentemente, resolvi atualizar o programa e encontrei rapidamente um banner para a versão gratuita no site (chamada agora de RealPlayer SP).

A instalação ocorreu sem problemas e não fui bombardeado por anúncios. Palmas à equipe da empresa. Ainda assim, usarei o player por algum tempo antes de aprová-lo com o selo da conveniência.

McAfee

Tenho um antivírus da McAfee no meu computador do trabalho e sempre que olho na bandeja do sistema vejo que o programa iniciou um processo que eu não queria. Usualmente, é alguma verificação agendada (agendada por quem?) que, para completar, aumenta minha ansiedade ao exibir uma contagem regressiva antes de se iniciar.

Claro, o software também me importuna com alertas de registro e atualizações, que eu respondo com um “lembre-me depois” na falta de um “não, e não me apareça mais”. Quando tento imaginar algum tipo de relação humana similar, me vêm à cabeça funcionários de telemarketing e vendedores de carros usados.

Adobe Flash Plug-In

O Adobe Flash é, provavelmente, o aplicativo mais versátil e artístico para desenvolvedores Web. Naturalmente, eles adoram usá-lo.

O problema é que, caso o usuário não tenha o plug-in do programa instalado no navegador, em vez de ver uma atraente animação, um grande buraco branco ocupará a página. Portanto, o software é chato devido ao seu sucesso: ele já é tão difundido que ter a atualização mais recente do plug-in é quase que uma obrigação.

Java Plug-In

A história do Flash se repete. O plug-in do Java tem atualizações frequentes e o internauta é praticamente obrigado a instalá-la. Você pode estar navegando na velocidade da web quando tem que parar tudo que está fazendo para ver o que o Java tem a dizer. Mais uma vez, terá que esperar o fim de processo para voltar às suas atividades normais.

“É frustrante e me incomoda muito”, desabafou Kimbo Fonseca Raz, pelo Facebook. “Desperdiça meu tempo e, só depois da atualização, posso visitar os sites novamente”.

Barra de Ferramentas do ASK

“A barra do ASK não se cansa de voltar ao meu Firefox e, aparentemente, não pode ser detida. Ela é diabólica!”, afirmou Anne McDonald, editora da PCWorld americana.

Muitos já tiveram o mesmo problema. A barra do ASK vem junto com alguns programas gratuitos, como o Nero e o CCleaner, e se a instalação deles não for feita com atenção, ela surgirá repentinamente em seu navegador. Não obstante, alterará a página inicial e o mecanismo de pesquisa padrão para os serviços da empresa.

A desinstalação da barra é tão difícil de ser feita que um programa com este único fim já foi desenvolvido.

Barra de Ferramentas do MyWebSearch

Esse aplicativo ultrapassa os limites da inconveniência e chega a um nível nunca visto antes: “O pior de todos é o MyWebSearch”, decreta Richard Parsons. “Essa coisa destrói computadores! Já gastei horas tentando desinstalá-lo, mas uma parte dele sempre volta quando o sistema é reiniciado”. O horror.

Se você descobrir que esta barra infectou o seu HD, jogue gasolina e ponha-o em chamas. Em seguida, enterre o que sobrar para proteger a Terra de seu mal. Se for favorável a uma atitude mais conservadora, siga as instruções do eHow.

QuickTime

Como já observado, a Apple é insistente em suas tentativas de convencer o usuário a instalar ou atualizar o QuickTime. Sem ele, aliás, o iTunes não funciona.

No computador que uso no trabalho, o QuickTime de alguma maneira se promoveu a visualizador padrão de imagens. Agora, ele carrega sempre que clico em alguma foto e, não satisfeito, já vai me empurrando a versão Pro.

Alex Wawro, editor-assistente da PCWorld americana, adiciona mais um ponto no inventário das insatisfações: “A última vez que instalei o QuickTime no Windows 7, sempre que eu ligava a máquina, ele se adicionava automaticamente aos programas inicializados com o sistema”.

Redes sociais desesperadas

Muitos já reclamaram sobre os métodos de algumas redes sociais, como o Plaxo e o Classmates.com. Em uma tentativa desesperada de trazer mais usuários a seus portais, esses serviços enviam mensagens com a alegação de que algum conhecido está buscando contatá-lo pela rede.

Caso você seja atraído e clique no link, acabará descobrindo que, na verdade, nem conhece esta pessoa ou é aquele indivíduo de quem não sente a menor falta. São boas as chances, também, de ser alguém (atraente) do sexo oposto que, talvez, nem sequer exista.

É provável que, assim como eu, você também tenha uma lista de aplicativos odiados. Sinta-se livre para comentá-los abaixo, conte sobre aqueles pequenos detalhes que te irritam profundamente, tirando-lhe do sério e estragando o seu dia.

Pegadinhas enganam internautas no dia 1º de abril

Como já é tradição no dia 1º de abril, sites e empresas de tecnologia pregam pegadinhas nos internautas publicando novidades e lançamentos absurdos. Confira as melhores piadas noticiadas nesta sexta-feira (1):

iPad substitui prato em restaurante

O restaurante Tableau, no bairro do Soho, em Londres, brinca com o dia 1º de abri mostrando um iPad 2 como substituto de um prato. Em descrição no site do restaurante, o local inova por apresentar novo tablet da Apple para servir a comida aos fregueses sofisticados.

Uma busca no Google mostra até o endereço do local, que nada mais é do que uma brincadeira no dia da mentira. Há até uma suposta frase de Steve Jobs que elogia o lugar.

Vaga de emprego: ‘autocompletador’

O Google começou o 1º de abril postando uma vaga de emprego de “autocompletador”. “Todos os dias, as pessoas digitam mais de 1 bilhão de buscas no Google esperando que o site antecipe o que eles estão procurando. Para melhorar o serviço, precisamos da sua ajuda”, dizia a descrição da vaga.

A empresa afirma que o “autocompletador” terá que adivinhar o que o usuário está buscando no momento em que a palavra é digitada. “Não se preocupe, depois de algumas previsões, você ganhará todos os reflexos necessários”. O Google inclusive publicou um vídeo em que um “autocompletador” fala mais sobre a vaga.

E-mail controlado por gestos

A brincadeira de 1º de abril do Gmail foi a criação do serviço “Gmail Motion”, que permite substituir a digitação e o uso do mouse por gestos captados pela webcam do usuário.

Por exemplo, para enviar uma mensagem, o usuário deve fazer os gestos de lamber um selo e colá-lo num envelope. Até para digitar não seria necessário o teclado, pois os gestos fariam o sistema entender o que se quer escrever.

‘Nerds Nervosos’

O que você faz quando a sua programação contém bugs? Chama os Angry Nerds. Fazendo uma paródia ao popular jogo de smartphone, Angry Birds, o aplicativo transforma os passarinhos em nerds de todos os tipos e os arremessa contra os malvados bugs que infestam os códigos-fonte.

No site do produto é possível fazer uma pequena interação a título de demonstração: ao clicar sobre o personagem, ele é lançado da cadeira para atingir o vilão.

Melhores virais da internet há 100 anos

Quais foram os vídeos que mais bombaram na web em 1911? A internet ainda estava a mais de meio século de ser inventada, mas a equipe do Youtube resolveu recriar 5 memes que circularam na rede recentemente, mas com visual e linguagem do cinema do início do século XX.

Aparecem versões “retrô” do blog “Fail”, do “Keyboard cat” (que agora toca um trompete), de Antoine Dodson, famoso pela entrevista na qual pede que “escondam seus filhos, escondam suas mulheres”, e até do “Rickrolling”. Veja o vídeo.

1º monóculo 3D

No dia 1º de abril, a Toshiba anunciou o primeiro monóculo com tecnologia 3D, para aqueles usuários que não gostam dos ‘pesados’ óculos 3D. “Com o ‘Spectacle’, a experiência em 3D em um olhos será tão real que você irá pensar que está usando ambos os olhos”, dizia o anúncio. Conforme a Toshiba, colocar a tecnologia 3D em um dispositivo tão pequeno não foi fácil.

LinkedIn adiciona famosos aos contatos

A rede profissional LinkedIn também elaborou uma piada para o dia 1º de abril. Ao acessar o site, o usuário deve clicar em “Contatos”, “Adicionar conexões” e escolher “Pessoas que você pode conhecer”. Na lista falsa irão aparecer nomes como Robin Hood, Albert Einstein e Sherlock Holmes.

Blizzard lança ‘Starcraft II’ para o Kinect

Em um vídeo publicado na internet, a Blizzard, produtora dos games “Starcraft II”, “World of Warcraft” e “Diablo III”, mostra que está voltando a lançar jogos nos consoles. Em uma brincadeira de 1º de abril, a empresa mostra a versão do jogo de estratégia “Starcraft II”, chamado de “Starcraft: Motiom Overdrive” para o Xbox 360, que usa o Kinect para controlar as unidades do exército do jogador apenas com movimentos do corpo.

O vídeo mostra o que seria um confronto on-line entre dois jogadores contra o sul-coreano conhecido como Veggie Smuggler. Os três realizam movimentos engraçados para mostrar como o novo sistema funciona.

‘Earkut’

Desenvolvedores do Google pensaram em criar um sensor que alerta os usuários quando um amigo entra no perfil do Orkut. Como ele fica preso na orelha e esquenta com a presença de alguém na página do usuário na rede social, ele recebeu o nome de Earkut.

O sensor, uma espécie de brinco, esquenta por conta da superstição de que, quando alguém fala da pessoa, a orelha esquenta.

A “notícia”, uma brincadeira do 1º de abri, foi publicada no blog do Orkut.

Google com muitas brincadeiras

Ao fazer uma busca no Google neste dia 1º de abril sobre as fontes Helvetica e Comic Sans, o resultado aparecerá com as respectivas fontes, brincando com o usuário.

Além disso, a empresa brincou com seu serviço de anúncios AdWords. Uma mensagem no blog oficial diz que o Google quer relançar anúncios feios que preenchiam todas as páginas.

Kodak cria ‘foto-tatuagem’

O site de impressão de fotos da Kodak criou um serviço em que os usuários podem tatuar suas fotos favoritas no corpo. A brincadeira de 1º de abril dá até preços do serviço, com uma foto de 3 x 5 custando US$ 40 e uma de 8 x 10, o maior tamanho “disponível”, por US$ 70.

 

 

Crateras no Google Earth

Um site permite que, neste 1º de abril, usuários do serviço de mapas Google Earth coloquem crateras e borrem imagens do site.

Basta colocar qualquer endereço e selecionar o efeito desejado.

 

 

 

 

 

Blog publica notícias escritas em papel

O site especializado em games Destructoid alterou o modo de publicação de suas notícias neste 1º de abril. Todas as publicações são escritas em papel e os desenhos (que seriam imagens dos games) feitas a mão.

A brincadeira é feita com base em notícias reais.

Fonte: Globo.com

Aprenda a usar o iPad com classe e elegância

Mat Honan, colaborador da revista Wired, publicou no blog Gizmodo um guia de etiqueta do iPad, tablet recém-lançado pela Apple. Com respostas práticas e uma visão dinâmica do cotidiano, Mat responde dúvidas indicando a melhor maneira e as melhores ocasiões para utilizar o iPad sem apresentar ameaça às pessoas ao seu redor.

Durante o almoço, por exemplo, não é recomendável usar o novo eletrônico da Apple. “Se Steve Jobs quisesse que isso acontecesse, ele teria colocado uma câmera no iPad para você fotografar sua comida e mandar a foto para o Foodspotting“, diz o guia.

Também não é aconselhável usar o novo eletrônico da Apple no trânsito (deixe a responsabilidade com algum passageiro, ou limite-se a usar os serviços de mapa) e na cama (“se você está usando o iPad para interagir com outras pessoas online, você está basicamente convidando todas elas para irem para a cama com você”).

Já os usos permitidos são em qualquer reunião (“principalmente se você estiver chefiando o encontro”) e no banheiro (“se Steve Jobs quisesse evitar o uso nos banheiros, ele teria colocado uma câmera no iPad”).

Site contabiliza venda de iPads nos Estados Unidos em tempo real

A Chitika – uma empresa de propagandas online baseada em buscas – fez o que nem a Apple ousou fazer: disponibilizou em seu site um contador, em tempo real, de vendas de iPads nos Estados Unidos. O iPad Stats – como é chamado o serviço – também mostra estatísticas de venda por estado americano e um gráfico com a estimativa de aquisições do portátil por hora.

De acordo com iPad Stats, até o momento, já foram comercializados quase 2 milhões de unidades do portátil da Apple, desde o lançamento. Por um acaso, o lugar que contabiliza o maior número de iPads é a Califórnia – estado-sede da Apple – com 20% dos dispositivos vendidos no país. Em seguida vêm New York, Texas e Florida. Na lanterninha ficaram os estados de Dakota do Norte, Montana e Wyoming, respectivamente.

Dez revelações surpreendentes sobre o iPad

A Apple conseguiu emplacar mais um gadget no topo dos mais desejados no mundo da tecnologia. O iPad chegou às mãos dos compradores e aos poucos surgem as primeiras críticas ao tablet – algumas óbvias, como a falta de suporte à Flash, outras nem tanto, como um teclado virtual que “dá para o gasto”. Mas quer saber quais são as primeiras impressões de um usuário normal? Veja os dez aspectos mais surpreendentes do aparelho segundo Ben Patterson, crítico de tecnologia do Yahoo News:

1. Ele voa
Os primeiros comentários sobre o iPad diziam que ele era incrivelmente rápido e, acredite, eles não estavam brincando. Os aplicativos literalmente voam para abrir e navegar pela web no Safari é muito mais rápido do que no iPhone.

2. É mais pesado do que pensava
“Uma libra e meia” (=680g) pode soar bem leve, especialmente quando você considera que um MacBookAir pesa 3,5 libras (=1,58kg). Mas o iPad pareceu surpreendentemente pesado na primeira vez em que Ben Patterson o segurou – “nada que fosse estourar minhas veias”, ele brincou.

3. Boa sorte se for ler e-books debaixo da luz do sol
Sim, o iPad supera o Kindle quando vemos sua tela colorida e a animação que simula o folhear de uma página. Mas a beleza da tela em preto e branco do Kindle, a e-ink, se sobressai: a leitura do texto é a mesma, mesmo debaixo de sol, sem reflexos irritantes. No iPad, a tela colorida não representa nenhuma vantagem, principalmente quando desaparece sob o reflexo da luz solar.

4. Teclado virtual QWERTY não é tão ruim
Não, não tem nada a ver com digitar num teclado de verdade, mas o teclado virtual do iPad não é nem de perto tão terrível quanto disseram. “Consegui digitar alguns e-mails razoavelmente grandes e com certeza é melhor do que digitar no iPhone. O segredo é relaxar e deixar o corretor automático fazer seu trabalho. Se você fica apertando o backspace para corrigir seus erros, vai ficar digitando o dia inteiro”, afirmou Ben Patterson. Segundo ele, é necessário ter em mente que será necessário fazer ao menos uma das coisas abaixo:

  • Sustentá-lo (ainda que desajeitadamente) no seu colo
  • Apoiá-lo numa mesa (o que não é a melhor solução tendo em vista a curvatura do tablet)
  • Segurá-lo com uma mão e digitar com a outra (o que diminuirá sua taxa de “palavras por minuto”)
  • Investir num teclado externo da Apple para iPad (US$ 79)
  • Usar uma case da Apple de US$ 39 para apoiar o iPad num ângulo bom

5. Não poder carregar o iPad por uma porta USB
Primeiro, o crítico tentou conectá-lo em seu hub USB, depois na porta USB do seu MacBook Pro, mas não, não deu certo – nem mesmo quando o iPad está sincronizando com o iTunes. Parece que o único jeito de carregar o iPad é, aparentemente, usar o adaptador AC para a tomada na parede. Ainda bem que dizem que a bateria dura 10 horas (*Atualização: segundo a Macworld, é possível carregar o iPad por uma high-power USB)

6. Vídeos em alta definição ficam demais!
A primeira coisa que Ben fez depois de desembalar o iPad foi ver o trailler de 720p de Avatar e… “uaaaau. Absolutamente lindo. Ver filmes durante um vôo nunca mais será o mesmo”.

7. Reflexos na tela distraem bastante
“No momento em que minha esposa e eu estávamos ‘maravilhados’ com o vídeo de Avatar, começamos a reclamar dos reflexos que aparecem na tela de vidro do iPad. Não é ruim quando você está na internet ou escreve um e-mail, mas enquanto vê um filme – especialmente numa cena mais escura – se prepare para ver o seu próprio reflexo olhando para você”, relatou.

8. Serviços baseados em localização funcionam bem
Um dos problemas com a versão com apenas Wi-Fi do iPad frente à versão com 3G é que falta à primeira o A-GPS, sistema que combina dados de satélite a triangulação de torres de celular para determinar sua localização, mesmo quando está num ambiente interno. Mas a versão Wi-Fi ainda pode tentar achar o lugar onde você está, usando sinais Wi-Fi por perto. Ben Patterson se disse impressionado quando seu novo iPad imediatamente zerou “no seu próprio apartamento”, faltando meio quarteirão. Nada mal.

9. O iPad pode fazer ligações, com uma pequena ajuda do Skype
Sim, o iPad prometeu que quase todos os aplicativos para iPhone funcionariam no tablet, mas havia dúvidas quanto ao Skype. “Hoje, entretanto, finalmente coloquei o Skype no iPad: fiz o login e liguei para 777-FILM. A próxima coisa que escutei foi: ‘olá, bem-vindo à Moviefone! Se você sabe o nome do filme que quer ver, digite ‘um'”, descreveu o crítico

10. O iPhone agora parece muito, mas muito pequeno
“Depois de testar o iPad por uma hora, mais ou menos, fui dar uma olhada no meu iPhone por um segundo e … poxa, o que é essa coisinha pequena? Tão insignificante!”, comparou.

Agora o iPad cabe no seu bolso

Você até gostou do novo eletrônico da Apple, mas ainda achava ele meio grande para carregar por aí, certo? Aprecie, então, a nova versão do colete de viagem da Scottevest. São 22 bolsos, incluindo compartimentos internos e um BOLSO EXCLUSIVO PARA iPad.

O modelo é vendido por US$ 100, em três opções de cores, e pode comportar também outros gadgets e objetos de viagem úteis, como chaves, documentos e até uma garrafa de água – segundo o fabricante. Mas a principal vantagem é que se você escolher bem os portáteis que vai carregar, já terá um razoável colete a prova de balas.

Fonte: UOL Tecnologia