Instale um medidor de bateria melhor em seu notebook

O BatteryBar é um medidor de bateria gratuito que é compatível com o Windows XP, Windows Vista e Windows 7 e, francamente, deveria fazer parte de todos eles. Geralmente é necessário parar o cursor do mouse sobre o ícone da bateria na barra de tarefas para que o Windows informe quanto de energia resta. O BatteryBar adiciona à barra um medidor em tempo integral, fácil de ler, que por si só já é bastante útil.

Este medidor lhe mostra ou a percentagem de carga ou o tempo de autonomia restantes. Basta clicar nele para alternar entre as duas medidas. E quando o notebook está conectado à tomada o medidor muda de cor, de verde para azul, e passa a mostrar quanto tempo falta até que a bateria esteja completamente carregada.

E tem mais: ao parar a seta do mouse sobre o medidor, surge um painel com um monte de informações adicionais, como capacidade total da bateria, taxa de carga e descarga, status da alimentação e até mesmo uma estimativa de vida útil baseada em históricos de carga e descarga. Isso sim é que é um medidor!

Embora o BatteryBar seja gratuito, há uma versão Pro que adiciona novos recursos, como um gráfico com perfis de baterias, alertas de bateria baixa ou em nível crítico e mudanças automáticas no esquema de gerenciamento de energia do Windows que entram em ação sempre que você pluga ou despluga o notebook da tomada.

E quanto custa? O desenvolvedor deixa você escolher: US$ 3 por uma licença de um ano, US$ 5 por dois anos, ou entre US$ 7 e US$ 9 por uma licença por toda a vida. E com US$ 10 você consegue duas licenças vitalícias. E embora eu acredite que a maioria dos usuários estará feliz o suficiente com a versão livre, aprecio esta estratégia criativa de preços.

Pago ou gratuito, não importa. Se você tem um notebook, não deixe de instalar o BatteryBar.

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Seu PC está lento? Saiba como consertar

Não é incomum: você está trabalhando e de repente seu PC “cai de joelhos”, lento demais para completar qualquer tarefa, mal capaz acompanhar o movimento do ponteiro do mouse. Este é o tipo de problema cuja causa é difícil de identificar, mas os passos a seguir podem ajudá-lo nesta tarefa, e talvez fornecer uma pista para a solução.

1. Procure por malware: “malware”, software malicioso como vírus, worms, spywares, keyloggers, trojans e afins, pode ser o culpado. Se seu PC estiver sendo usado para envio de SPAM em massa ou participando de outra atividade maléfica sem seu conhecimento, certamente ficará mais lento. Eu assumo que você já tenha um bom anti-vírus atualizado, mas por precaução vale a pena instalar um programa como o SUPERAntiSpyware ou o Anti-Malware da Malwarebytes e fazer uma varredura na máquina. Nunca se sabe o que pode estar escondido “debaixo do tapete”.

2. Procure por processos fominhas: um processo é um programa, ou parte de um programa, que está em execução em seu computador. Sempre que você está usando o Windows, há centenas de processos em execução simultaneamente. Um processo “desgarrado”, que decidiu consumir recursos demais (como poder de processamento ou memória) da máquina pode deixar todo o sistema mais lento.

Para ver os processos em execução, tecle Ctrl+Alt+Del e escolha a opção Iniciar Gerenciador de Tarefas. A seguir clique na aba Processos e nas colunas CPU ou Memória para ordenar a lista por consumo de recursos do processador ou da memória, e veja quem está no topo. Se você achar um processo consumindo, digamos, 80% dos recursos da CPU, encontrou o culpado. Clique no nome do processo na lista e no botão Finalizar processo para “matá-lo”, ou seja, forçar seu encerramento. Se você notar que o processo fominha vem sempre do mesmo aplicativo, talvez seja uma boa idéia comunicar ao desenvolvedor: pode ser um bug.

3. Livre-se de programas que se iniciam automaticamente: muitos PCs sofrem com um excesso de programas que são carregados automaticamente a cada vez que são ligados. Na verdade, muitos PCs já deixam a fábrica nesse estado. Isso deixa seu micro mais lento e pode causar conflitos.

Para ver quais programas são carregados juntamente com o sistema operacional, clique no menu iniciar e digite msconfig no campo de texto (sem as aspas), seguido pela tecla Enter. Clique na aba Inicialização de Programas. Tudo o que estiver ali será carregado junto com o sistema operacional sempre que for ligado. Para impedir que um programa (como o iTunes ou o atualizador automático de programas do Google, por exemplo) seja carregado, basta desmarcar a caixa em frente ao seu nome. Depois clique em Aplicar e pronto.

Mas fica a dica: alguns programas ali listados podem ser essenciais para o funcionamento do Windows ou de seus aplicativos. Se você não tem a mínima idéia do que um programa faz, deixe-o quieto ou pelo menos procure no Google para que ele serve antes de agir.

4. Tome notas: se as dicas acima não adiantarem, mantenha um bloquinho e uma caneta ao lado de seu PC. Quando ele começar a ficar lento, anote quais programas você estava rodando e o que você estava fazendo na hora. Depois de um tempo, você pode acabar descobrindo que o culpado é um programa ou conjunto de ações específico. E porque bloquinho e caneta? Para você não ter de abrir um editor de textos bem na hora em que seu micro começa a se arrastar feito uma tartaruga com reumatismo.

5. Mude seus hábitos: sei que você não vai gostar de ler isso, mas talvez seu PC não seja poderoso o suficiente para o que você está fazendo com ele. Para resolver o problema, tente fazer menos coisas ao mesmo tempo. Se possível, feche um programa grande (como o Office) antes de abrir outro (como o Photoshop). Substituta aplicativos mais lentos por alternativas mais rápidas. E não atualize seus principais aplicativos a não ser que realmente precise disso: versões mais recentes são sempre mais lentas.

6. Atualize seu hardware: se seu PC é lento demais para as tarefas que você precisa – ou quer – realizar, talvez seja necessário investir algum dinheiro para resolver o problema. Não, você não precisa comprar um computador novo: adicionar mais memória RAM ou um HD com mais espaço e mais rápido podem lhe dar melhor desempenho sem grandes despesas. O mesmo pode ser dito de uma placa de vídeo, como os modelos da NVIDIA com suporte à tecnologia CUDA, que podem acelerar tarefas como edição de imagens e conversão de vídeo além, é claro, dos seus jogos favoritos.

Notebook, netbook ou smartphone, qual o certo para você?

O mundo da computação pessoal está mudando. Julgando a partir dos números de vendas, os notebooks há muito ultrapassaram os desktops como a forma dominante de computador. A onda nas vendas de netbooks mostrou que os usuários estão dispostos a sacrificar desempenho em nome de portabilidade e preço. Mais importante, smartphones agora são computadores totalmente funcionais com uma grande variedade de aplicativos e serviços que estão rapidamente devorando o tempo e o dinheiro dos usuários. Com os laptops baixando de preço, os netbooks premium aumentando o custo e os smartphones sem contrato (desbloqueados) custando 1000 reais ou mais, as diferenças de preços não são necessariamente tão grandes.

Antes de fazer uma decisão de compra, considere o que você quer fazer com seu novo aparelho móvel. Neste guia, vamos descrever muitas tarefas comuns de computação portátil e discutir os prós e contras de aparelhos de cada categoria.

Fazendo seu trabalho

Quando profissionais precisam trabalhar, eles normalmente possuem necessidades específicas. Os projetos em que tais usuários trabalham geralmente são grandes documentos do Word, enormes e complicadas planilhas do Excel, apresentações multimídia ou até programas e bases de dados customizadas. O departamento de TI (Tecnologia de Informação) também pode precisar gerenciar o aparelho. Aqui segue um resumo de como cada tipo de aparelho se qualifica para o mundo profissional.

Notebook: Um notebook bem equipado é provavelmente a melhor escolha para realizar trabalho corporativo. A tela de maior resolução se adapta mais facilmente a grandes planilhas, e processadores com maior desempenho, juntamente com mais RAM, permitem multitarefa mais suave. Você pode encontrar muitos modelos “resistentes” capazes de sobreviver a múltiplas viagens aéreas, e recursos de gerenciamento de TI são padrão em máquinas de classe comercial. O ponto negativo? Um bom modelo corporativo custa o dobro do valor dos outros dois aparelhos, e provavelmente pesa duas vezes mais do que um netbook. Até mesmo os modelos ultraportáteis vão facilmente superar os netbooks em peso, e claramente serão um trambolho muito maior do que um smartphone.

Netbook: Poucos netbooks oferecem recursos de gerenciamento de TI ou um design específico para negócios, mas eles existem – veja o HP Mini5102 para começar. Ainda assim, os teclados e telas apertados dos netbooks, sem mencionar seus processadores mais limitados e pouca RAM, tornam mais difícil a sua utilização em grandes projetos empresariais sem frustrantes reduções de produtividade. Netbooks são bons para usuários corporativos que precisam apenas disparar alguns e-mails, procurar caminhos ou ler notícias rapidamente, mas eles são menos do que ideais para trabalho sério.

Smartphone: Um bom smartphone é praticamente indispensável para empresários que trabalham muito. Ter acesso aos seus contatos e agenda em um aparelho que está sempre com você é um enorme benefício. No entanto, esqueça a possibilidade de realizar qualquer trabalho de verdade. Aplicativos para telefones não conseguem lidar nem um pouco bem com grandes projetos corporativos, e os minúsculos teclados (sejam físicos ou na tela) não permitem mais do que uma ou duas frases rápidas em um e-mail ou mensagem de texto.

O que comprar: Se você é um usuário corporativo que realmente precisa trabalhar em movimento, vai querer um notebook de verdade. Um smartphone que te permite acessar seus contatos de negócios, agenda, e e-mail é muito prático, mas não tem uso quando você precisa atualizar sua apresentação ou arrumar algumas células em uma enorme planilha. A melhor combinação é um forte notebook corporativo e um smartphone amigável a TI.

Vida de estudante e em casa

Não é um guerreiro corporativo na estrada? Isso não significa que você não precise fazer alguns trabalhos em um aparelho móvel. Estudantes precisam de notebooks para fazer anotações ou escrever trabalhos, enquanto alguns usuários mais sérios têm de escrever e-mails e calcular impostos ou o orçamento da família. No entanto, as necessidades de usuários residenciais e estudantes são diferentes de profissionais corporativos.

Notebook: Um bom notebook vai fazer tudo que você precisa, mas o tamanho e o peso podem desestimular qualquer pessoa que queira levar seu computador a todo lugar. Um sistema pequeno e leve é especialmente legal para estudantes universitários que andam por todo o campus com seu micro.

Netbook: Um bom netbook, ou um notebook ultraportátil e não muito caro, pode ser a melhor escolha para trabalho escolar e em casa. Se encontrar um com um bom teclado, como o Lenovo ThinkPad x100e, você pode facilmente produzir um trabalho de história ou uma carta para vovó. O limitado tamanho e resolução da tela não atrapalham para se calcular impostos ou usar aplicativos de finanças pessoais como o Quicken. Talvez mais importante, um netbook é fácil de carregar no dia-a-dia e a bateria vai durar o bastante para você deixar o carregador em casa.

Smartphone: Smartphones são ótimos para uso geral, e eles podem ser ótimas ferramentas para manter sua lista de compras ou ficar em contato com seus colegas de faculdade. No entanto, quando o assunto é produtividade, eles sofrem dos mesmos problemas para usuários residenciais e corporativos: seus teclados pequenos e difíceis de usar tornam complicado escrever anotações rápidas e precisas ou para escrever algo maior do que algumas frases.

O que comprar: Se você é um usuário residencial ou um estudante, um bom netbook pode ser exatamente o que você precisa para produtividade móvel. É difícil bater o tamanho compacto, peso leve, longa bateria, e baixo preço dessas máquinas. O tamanho reduzido da tela e do teclado não são ideais, mas eles são certamente bons o suficiente para tarefas diárias.

Bluetooth econômico promete não “detonar” baterias

Uma nova geração de aparelhos com Bluetooth deve chegar ao mercado em breve com a nova tecnologia de baixo consumo de energia. Conhecido por “detonar” a bateria dos dispositivos onde são acionados, o Bluetooth agora poderá ser bem visto e bem vindo em uma vasta diversidade de dispositivos.

Com a nova perspectiva de baixo consumo, o Bluetooth 4.0 pode facilmente ser embutido em dispositivos como relógios, controles remotos e uma série de sensores médicos e residenciais, explica o site TG Daily.

Segundo a Inform, empresa responsável pelo novo padrão Bluetooth, a versão de baixo consumo de energia deve ficar pronta dentro de alguns meses, e pode chegar ao mercado a tempo das festas de fim de ano.

“[A economia de energia] vai possibilitar um novo mercado para o Bluetooth e permitirá que ele seja utilizado em uma categoria de dispositivos na qual isso não fora possível anteriormente”, afirma Michael Foley, diretor executivo da Bluetooth Special Interes Group, em entrevista ao site The Inquirer. Relógios de pulso, por exemplo, poderiam avisar sobre chamadas telefônicas, mostrando inclusive o número de quem liga.

O único porém é que infelizmente a nova versão do Bluetooth não será compatível com o atual, fazendo com que os novos dispositivos e aparelhos dotados da versão de baixo consumo não consigam se conectar com os atuais.

Fonte: Geek