Como usar o Pinterest?

Em menos de seis meses, a rede social Pinterest cresceu cerca de quarenta vezes. No meio dessa escalada de popularidade, como sempre, os brasileiros estão entre os usuários mais empolgados. Se você quer entrar nessa brincadeira, mas não sacou direito para que serve o Pinterest, aqui vão algumas dicas bem básicas.

Cadastro e integração

Como toda rede social nova e descolada, o Pinterest exige convites para que os novos usuários se cadastrem. Também como toda rede social nova e descolada, essa restrição é bastante fácil de ser contornada. Os usuários que já têm conta no site podem convidar quantos amigos quiserem. E isso é feito por meio de um botão vermelho bem chamativo.

Então, para entrar na festa, peça ajuda para algum amigo que já tem conta lá. Como saber isso? Basta dar uma olhada nos posts dos seus contatos do Facebook e do Twitter. O Pinterest é completamente integrado à essas duas redes. A parceria é tanta, que, quando você receber o seu convite, não será necessário fazer um novo cadastro. É possível fazer login no Pinterest usando contas do Facebook ou do Twitter.

Quem seguir e o que são esses Boards?

No primeiro acesso ao Pinterest, o site oferece uma lista de usuários para você seguir e também mostra quais dos seus contatos de outras redes seus estão também no site. Até aí, a coisa é bastante semelhante ao Twitter, com uma diferença. Os usuários do Pinterest podem dividir os seus posts em streams separados. Em bom português, isso significa que as imagens e vídeos publicadas podem ser separadas em canais.

Dessa forma, você pode seguir apenas um canal de cada usuário. Sua amiga Marieta, por exemplo, adora bicicletas e gatinhos. Para cada assunto, ela criará um Board. Ao seguí-la, você pode optar por ver apenas as fotos de bicicletas, uma vez que você não é muito chegado em gatinhos.

O conteúdo que você publica também seguirá essa lógica. No momento de postar cada foto, você deverá escolher em qual Board ela será incluída. Não há limites para a criação de Boards e dá para ser bem criativo na criação deles. Claro, que não é mau escolher nomes como “Bicicletas”, “Gatinhos” e “Humor”, que ajudarão você e seus seguidores a organizar melhor sua vida no Pinterest.

Como postar no Pinterest

Além de republicar imagens e vídeos que seus amigos colocaram no Pinterest, você pode (e até deve) colocar coisas novas na rede social de dois jeitos: pelo site ou por meio de um botão de atalho. Trocando em miúdos:

  • Pelo site você pode optar por Upload a Pin e enviar um arquivo da forma tradicional, mandando um documento armazenado no seu HD para o site, ou escolher o item Add a Pin, e colar a URL de um site e esperar que o Pinterest busque quais imagens ou vídeos podem ser publicados na sua conta.
  • Com o Pin It Button a coisa fica mais automatizada. Você adiciona um link do Pinterest aos seus Favoritos do navegador (ou um app do iPhone). Depois disso, basta clicar nele enquanto estiver visitando um site que você quer compartilhar. É o famoso Bookmarklet.

O dia-a-dia

Bom, tudo pronto, tudo legal, tudo uma maravilha. E agora? O dia-a-dia no Pinterest lembra mais o Twitter do que o Facebook. Quando seus amigos começarem a povoar sua conta com o conteúdo deles, você pode republicar esse conteúdo (RePin), pode curtir (ícone de coração) ou comentar. Quando uma dessas três ações acontecerem na sua conta, você será notificado por e-mail e também em uma barra lateral na interface do Pinterest.

Pessoalmente, eu preferi desativar a publicação automática dos meus posts do Pinterest no Facebook e no Twitter. Isso não impede que você deixe de espalhar conteúdo nas outras redes – só poupa os seus contatos da repetição de ver duas ou três vezes os mesmos posts. Quando for o caso de publicar a mesma imagem no Pinterest e no Facebook, basta marcar essa opção na janela de publicação. Acho assim melhor.

Outra dica legal é explorar os posts de usuários que não são seus contatos. Você faz isso clicando nas categorias de posts (dentro do menu Everything) ou nos mais populares. Perceba, porém, que a sua conta, assim como as contas alheias, é totalmente aberta (até para quem não tem uma conta do Pinterest). Nesse sentido, o Pinterest é muito mais parecido com um blog do que com o Facebook.

O que são os memes?

Antes de começar a ler essa matéria, dê uma boa olhada na arte que está logo abaixo. Se você chamou alguma dessas referências de meme, pode pular para o terceiro parágrafo! Para quem continua por aqui, vamos começar explicando que “meme” nada mais é do que um conceito, foto, vídeo, pessoa ou fato que se populariza rapidamente pela rede.

Quem cunhou o termo oficialmente foi o escritor Richard Dawkins, no ano de 1976, em seu livro “O Gene Egoísta”. Em resumo, meme é uma ideia que se propaga rapidamente. Um exemplo bom e atual para alguém que ainda não entendeu o que são memes é o caso da garota brasileira chamada Luiza… Lembrou que ela estava num país da América do Norte? Então, agora, você também pode passar para o próximo parágrafo.

Não dá para afirmar com 100% de certeza quem foi o primeiro a usar o termo meme na internet. Porém, sabemos que Joshua Schachter se encontra dentre os primeiros nomes da lista. Em 1998, aos 24 anos, ele criou um serviço chamado Memepool, onde os usuários podiam postar na web diversos links legais. Pouco tempo depois, Schachter ajudou a desenvolver algo parecido (e mais famoso), conhecido como Delicious.

Em 2000, durante um festival de virais chamado Contagious Media, o termo meme usado foi pelos palestrantes para se referirem a este tipo de mensagem que rapidamente se propaga, ganha versões e pode ter seu significado alterado conforme o contexto. Com isso, a definição se espalhou pelo mundo junto com o conceito que ele carrega.

Tipos de meme

Virar um meme de internet não é muito difícil. Uma gíria ou bordão, desenhos, fotos, vídeos, ícones e até citações falsas podem virar um “hit” na web. Atualmente, diversos sites e blogs são conhecidos por popularizarem este formato de humor online. Fica difícil saber quem foi o primeiro a usar uma “troll face”, por exemplo, mas uma boa pista é acompanhar o conteúdo postado em sites como 4Chan, 9gag e semelhantes.

Memes são adaptáveis e podem misturar mais de uma ideia. Neil deGrasse Tyson, físico e diretor do Planetário Hayden (Nova York), nunca imaginou que se tornaria um ícone da internet. Ao explicar sua predileção por Isaac Newton em um vídeo, ele fez a expressão conhecida como “Ui” no Brasil. Assista à entrevista em inglês abaixo e presencie o nascimento de um meme.

Outras celebridades são homenageadas em memes próprios, como o falecido cantor Freddie Mercury, o ator Nicolas Cage e até mesmo o terrorista Osama Bin Laden. Vídeos, como as paródias da música “Oração“, cantada pela Banda Mais Bonita da Cidade, também podem ser consideradas memes.

Outro exemplo de vídeo repetido à exaustão que se incorporou à cultura da internet é o Nyam Cat. O meme surgiu do “GIF” de um gato, desenhado em 8-bit. O animal tem o corpo em forma de cereja da marca Pop-Tart e, por onde passa, deixa um rastro em forma de arco-íris. A animação original foi criada pelo artista Chris Torres e postada no LOL-Comics!. Outro usuário adicionou a música “Nyanyanyanyanyanyanya” e publicou o vídeo no YouTube, em abril de 2011.

De lá para cá, o vídeo atingiu mais de 63 milhões de visualizações. O sucesso é tanto que o próprio YouTube usou o gatinho como referência em um infográfico sobre a quantidade de uploads de vídeos no portal. Nyam Cat também virou jogo e ganhou uma página no Facebook.

Mas não é só na internet que essas ondas pegam. Bordões como “Ai, como eu tô bandida!”, “Pedala, Robinho”, “Ronaldo, brilha muito” e vários outros podem ser considerados memes – já que se espalham rapidamente e são aproveitadas (e usadas) em diferentes contextos. Outra característica é que essas manifestações são efêmeras. Depois de algum tempo, a novidade passa, mas a cultura de criar e curtir os memes está longe de acabar.

Crie seu meme

Quem tem talento para este tipo peculiar de humor pode criar novos memes, acessando:

Além destes serviços, você pode conhecer a história dos desenhos e frases mais famosos da rede, dando uma olhada em serviços de “enciclopédia” de memes, como Know your meme ou o nacional Memepedia, do YouPix.

Facebook começa a esconder o botão “Cutucar”

Você já cutucou alguém no Facebook? Ou já recebeu uma cutucada indesejada? Pois bem, o famoso botão – do qual muita gente ainda tenta entender o real sentido até hoje – parece estar em baixa na rede social. Como notado pelo site All Facebook, a opção “cutucar”, ou “poke” em inglês, está cada vez mais escondida na página.

Antes, ela ficava em destaque no menu do lado direito, mas agora está apenas dentro de uma divisão de “extras”, localizada ao lado dos indicadores de mensagens privadas que o usuário recebeu pela caixa de entrada de mensagens.

O “cutucar” passou a causar certa polêmica por causa de seu sentido duvidoso, embora a grande parte dos especialistas no Facebook acreditem que ele tenha uma conotação clara de paquera. Até por isso muitas mulheres recebiam cutucadas de alguns desconhecidos quando a funcionalidade passou a ser mais popular, segundo o próprio All Facebook.

Curiosamente, com esta modificação feita no layout do site, o botão de cutucar ficou no mesmo local em que estão as opções “amigos sugeridos” e “denunciar spam ou bloquear”, dando uma clara indicação de que há uma preocupação da página em realocar alguns conteúdos para alertar com relação às configurações de segurança e compartilhamento de informações.

Fonte: All Facebook

Os primeiros tropeços do Google+

A procura por convites para o Google+ continua alta. Será que a rede social tem fôlego para ameaçar o seu maior rival, o Facebook?

Como o Google+ ainda está em fase de testes, muitas das funcionalidades podem mudar até o lançamento oficial do produto, ainda sem data prevista. As modificações devem ser pontuais, para melhorar aspectos da interface e torná-la mais simples e intuitiva. Com pouco tempo de vida, a nova rede social precisa de vários ajustes para não se transformar em um novo Buzz ou Wave.

O Streaming do Google+, área que reúne as atualizações escritas pelo usuário e seus amigos, lembra bastante o Mural do Facebook e a área das Atualizações do Orkut. Mas não parece haver ainda um algoritmo que priorize as pessoas com quem você tem maior afinidade, jogando os posts delas para o alto. Quem segue muita gente quase sempre encontra coisas que não interessam muito no topo da lista, além de repetições em conteúdos compartilhados. Outra esquisitice é que, quando você clica +1 em um site, a página não vai para o seu Streaming.

Muita gente também não entende como funcionam os Círculos, que são grupos onde você adiciona as pessoas com quem deseja compartilhar conteúdo. No Google+, uma das principais dúvidas é como agir com desconhecidos que adicionam você a um de seus círculos. Há quem ache isso invasivo e bloqueie esses perfis. Outras pessoas preferem colocá-los em um círculo à parte, chamado “Desconhecidos”, “Exílio” ou “Chatos” – mas o problema é que, com isso, tudo o que eles escreverem cairá no Streaming. Falta deixar mais claro que essas pessoas não leem suas postagens se não forem adicionadas aos seus círculos, a não ser que o texto seja público.

Faltam ainda opções mais claras para indicar como está sendo feito o compartilhamento no Streaming e quem tem acesso ao conteúdo. A pequena seta no canto superior direito das postagens concentra opções importantes, como a proibição de recompartilhamento, que deveriam estar à mostra. Além disso, os nomes de todas as pessoas que podem ler um determinado post deveria ficar mais evidente. Quando se tem muitas pessoas em um círculo, é difícil lembrar-se de todos os que estão ali.

Também são necessárias mais opções para lidar com os usuários que estão nos seus círculos. Se o sujeito anda meio chato, deveria ser possível deixá-lo mudo por um tempo. A troca de mensagens diretas entre usuários também não é intuitiva, o que poderia ser resolvido com uma integração com o Gmail.

Um dos recursos do Google+ parece não ter sido bem aceito: o Sparks, que traz notícias sobre tópicos definidos pelo usuário. A impressão é que quase ninguém o utiliza, até porque não funciona direito. Quando se buscam palavras-chave, como xadrez (o jogo), os resultados vêm poluídos com um monte de textos sobre roupas xadrez. Falta afinar o algoritmo.

Quanto às notificações, há um pequeno bug que faz com que coisas antigas reapareçam como novas quando se acessa um outro serviço do Google. Fora que o número de alertas é muito alto e, muitas vezes, apenas avisa quem adicionou o internauta a um de seus círculos. O Google prometeu fazer algumas mudanças em breve, provavelmente para corrigir problemas identificados pelos usuários. E você, o que acha?

Fonte: Info Online

Veja como evitar fraudes no Facebook

Como muitos golpes no Facebook, o botão “Dislike” (algo como “não curti”, em português) obteve sucesso porque muitos usuários são ingênuos ou desatentos.

Olhando um recente relatório da empresa de segurança Sophos, é possível notar um padrão compatível entre o novo ataque e os antigos ataques ao Facebook. Portanto, para não ser enganado, é importante conhecer essa ameaças.

Fique atento

Primeiro, um pouco de bom senso sempre ajuda. Veja com ceticismo quando o seu amigo postar uma mensagem não habitual. Por exemplo, se seu antigo colega do colégio postar “Ai Meu Deus, Justin Bieber arriscando um flerte” no Facebook. Desconfie!

Após isso, olhe as últimas atualização do perfil dele. É possível saber de onde a mensagem foi postada na rede social. Então se o conteúdo foi postado diretamente pela rede social, estará escrito “via Facebook”. Caso seja uma atualização de progresso de um jogo, Mafia Wars, por exemplo, estará escrito “via Mafia Wars Game”.

Os recentes ataques como o botão “Dislike”, “Justin Bieber arriscando um flerte”, “Estudante atacou seu professor e quase o matou” não tem o seu próprio aplicativo – então eles não podem usar recursos de aplicativo legítimo, como enviar atualizações de status.

Questionar o que vem depois do “via” é  importante porque, ao clicar em um link, você poderá ser redirecionado para uma página de instalação de um aplicativo malicioso.

Além disso, algumas aplicações direcionam o internauta para um site externo, saindo do Facebook. O “Dislike”, por exemplo, direciona as pessoas para sites como fbdislikeit.info.

Sempre que você for encaminhado para um site externo com o propósito de instalar uma nova ferramenta, tenha cuidado. Nunca instale algo a partir de uma fonte em que não confia – especialmente quando a fonte parece ser “oficial”.

As boas notícias é que estes golpes em particular não são tão prejudiciais, e você pode desfazer o dano, eliminando-os no item “Configurações de aplicativo”, na própria página do Facebook.

Usuários do Twitter cometem barbeiragens via Twitcam; saiba as consequências

Ano passado, um jovem de 16 anos do Rio Grande do Sul trocou carícias sexuais com uma garota de 14 anos durante uma sessão do Twitcam – serviço de webcam ao vivo, utilizado por usuários do Twitter. Um dos espectadores – a transmissão teve mais de 20 mil deles – denunciou o fato para a polícia e ambos foram descobertos. Apesar de o caso ser emblemático, isso só mostra o quanto os internautas estão despreparados para lidar com novas ferramentas de exposição oferecidas no ambiente virtual.

Além da repercussão, há ainda o problema da perpetuação de conteúdo. O material – no caso relatado acima cenas íntimas entre dois jovens – corre o risco de ser espalhado de forma viral, além de ficar hospedado em sites de vídeos ou de downloads, ganhando ainda mais popularidade e longevidade na internet. Por isso lembre-se, antes de filmar qualquer coisa: aquela camerazinha em cima do seu computador faz transmissões para o mundo inteiro. E isso é algo que as vítimas do YouTube ainda têm a ensinar para os (ainda novos) usuários da Twitcam.

Punidos pela lei, os menores foram condenados a prestar serviços comunitários. Esse tipo de exposição entre os jovens não é algo fora do comum, segundo Leila Salomão, professora do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo). “Sempre houve, só que antes eles utilizavam os diários e cadernos de anotações. Hoje em dia, com a internet, muitos não estão preparados para lidar com o grau de abertura [proporcionado pela rede]”.

O mau uso de serviços de vídeo não é um problema apenas para adolescentes. Jogadores do Santos, em uma sessão de vídeo ao vivo, resolveram criticar a atuação de alguns companheiros de clube e também desrespeitar torcedores. A exposição pegou mal e os atletas tiveram de se retratar, também via Twitcam, dizendo se tratar apenas de uma brincadeira.

“Em ambiente privado um assunto pode ter uma repercussão nula. Já em ambiente público [como a internet] isso pode ganhar outras proporções”, adverte Helen Sardenberg, delegada da DRCI-RJ (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), sobre os cuidados antes de emitir alguma opinião durante transmissão na web.

Ainda nessa linha, Leila Salomão afirma que um dos fenômenos que a internet acaba causando nas pessoas é a banalização do desrespeito ao outro. Isso, segundo a especialista, é fruto da distância física entre os internautas, que acabam servindo como objetos uns dos outros – seja de prazer, seja de diversão. “É preciso resgatar alguns valores”, finalizou.

Consequências

A exploração de imagens de adolescentes na internet, segundo Leila Salomão, pode causar danos irreparáveis na formação psicológica da pessoa. “Isso pode até levar a atos extremos, como o suicídio. Em casos ‘menos extremos’, esse tipo de ação pode comprometer o emocional, fazendo com que a vítima tenha problemas com autoestima ou até causar depressão.”

Em casos como o dos adolescentes gaúchos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pode ser aplicado. O ECA prevê a reclusão de um a quatro anos e multa para quem adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. Ou seja: além dos menores, pessoas que baixaram o vídeo e distribuíram em outros sites podem ser punidas.

O principal conselho, conforme adverte Renato Opice Blum, advogado especialista em Direito Eletrônico, é que, em frente à câmera, o usuário pense nos vídeos online como uma transmissão televisiva. “Tudo aquilo que o internauta falar pode ficar gravado para sempre”, explica. Ainda segundo o advogado, a punição recairá sobre quem produz o material – e não sobre o site responsável pela transmissão ou divulgação.

Já cenas de pornografia ou sexo explícito, produzidas por adultos, não configuram crime a menos que a pessoa responsável pela transmissão tenha enganado o internauta – anunciando antes que iria transmitir uma sessão de piadas, por exemplo. Quem se sentir constrangido ao ver as imagens pode denunciar o abuso às autoridades e buscar reparações na Justiça.

Além disso, é preciso ficar atento também a comentários em vídeo sobre outras pessoas e a empresas, lembra Opice Blum. Os chamados “crimes contra a honra”, que podem acontecer quando o internauta ofende ou põe em dúvida a reputação de terceiros, podem resultar em indenizações pesadas. Também podem ser punidos os usuários que utilizarem a Twitcam para incitar discriminação e preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas; estupro, suicídio e uso de drogas, entre outros.

Fonte: UOL Tecnologia

5 dicas para encontrar seguidores interessantes no Twitter

O Twitter tem mais de 100 milhões de usuários, o que significa que para procurar alguém interessante, uma indicação de um evento, uma oferta exclusiva, notícias, piadas e etc, provavelmente, você poderá achar usuários não tão interessantes, como empresas vendendo seus produtos e serviços ou pessoas tuitando sobre o cotidiano.

Para resolver isso, com um novo recurso lançado há um tempo atrás, o Twitter é capaz de sugerir contatos interessantes no microblog. O serviço é semelhante ao oferecido atualmente por inúmeras páginas na web, no qual é possível digitar uma palavra-chave ou um local, e acessar uma lista de usuários.

Abaixo, veja como funciona a ferramenta “Who to Follow”, além de quatro outros sites para você conseguir followers mais relevantes.

1. Who to Follow

Para usar o serviço é simples. Basta se logar no Twitter e clicar no item “Find People” na principal barra de ferramentas. A busca pode ser feita de três diferentes modos.

Com “Find on Twitter”, o usuário pode digitar o nome e procurar pelas instituições e pessoas cadastradas.

A segunda opção, chamada de “Browse Interests”, permite encontrar um internauta de acordo com uma lista de categorias, por exemplo, negócios, entretenimento, família, saúde, música, política e esportes. Clique em qualquer uma delas para gerar uma lista de pessoas ligadas ao assunto desejado. Você pode seguí-los a partir da própria página.

A terceira opção, “Find Friends”, pede que você digite o seu endereço de e-mail e senha para encontrar entre os seus contatos do seu correio eletrônico, como Gmail, Yahoo e Aol, cadastrados na rede social. A partir dessa pesquisa, você terá uma lista de possíveis pessoas para seguir.

2. WeFollow

O diretório do WeFollow traz uma lista com os integrantes da rede com o maior número de seguidores separados por categorias, que incluem celebridades, música, mídia social, empresários, notícias, blogs, tecnologia, TV, atores e comédia. Ao clicar em um dos usuários, será possível acessar uma nova página de estatísticas, por exemplo, com o número de seguidores e de atualizações.

O WeFollow também permite inserir tags na barra de pesquisa para aprimorar ainda mais a busca.

Ainda é possível adicionar a si mesmo no diretório, o que ajuda para que outras pessoas com interesses semelhantes possam encontrá-lo. Para fazer isso, clique em “Add-se WeFollow” e digite os seus interesses.

3. Twellow

Twellow é quase um serviço de  “Páginas Amarelas” do Twitter.

São inúmeras as maneiras de usá-lo. Você pode escolher usuários, analisando e classificando de acordo com categorias e palavra-chaves. Ainda inclui a ferramenta “TwelloHood”, no qual é possível encontrar, a partir de um mapa mundi, usuários localizados na América do Norte, Europa e Austrália.

4. Geofollow

O Geofollow oferece muitas das ações de busca do próprio Twitter, mas a especialidade é encontrar usuários com base em suas posições. Buscar por novos perfis com base na cidade, estado ou país. O Geofollow também permite que você veja as informações dos usuários diretamente do site, bem como adicionar-se ao seu diretório.

5. Twibs

Assim como Geofollow centra-se na localização, Twibs se concentra em encontrar (e listar) as corporações no Twitter. Faça o login no site e procure entre as 25 mil empresas, ou cadastre a sua empresas para que outros possam encontrá-la.