Entenda porque DVD’s piratas danificam seu DVD player

Os DVD’s piratas são gravados por empresas clandestinas cuja única vantagem que oferecem é vender pelo preço de 3 ou 4 locações “o mesmo filme” que é fornecido para as vídeo locadoras pelas Produtoras de Vídeo legalizadas. Milagre ninguém faz e quem compra DVD pirata pensa que está fazendo um bom negócio, mas com pouco tempo de uso o aparelho apresenta defeitos e aí se conclui que o negócio foi péssimo, porque a economia na compra de uma dúzia de filmes piratas não paga nem o conserto, nem uma só prestação na compra de um DVD Player novo.

Para “vender barato” e sobreviver na clandestinidade, os piratas não pagam tributos nem direitos autorais e minimizam seus custos utilizando mídias de qualidade duvidosa. Como o DVD pirata passa por muitas mãos até chegar ao consumidor, o lucro unitário destas “empresas” piratas é mínimo e somente gravando grandes quantidades de DVD’s esta atividade é compensadora.

Para se obter uma produção compensatória, o filme original é previamente compactado para 4.7 GB e copiado no HD do computador matriz. Este PC matriz está ligado em rede a várias CPU’s com 2 gravadores de DVD e a gravação é feita em velocidade 8X de modo a produzir a cada 7 minutos dezenas de cópias do mesmo filme.

É claro que não existe qualquer controle de qualidade destas gravações. Falhas e problemas de imagem são resolvidos trocando-se o vídeo defeituoso sem questionamentos com o consumidor.

Deixando de lado as questões ilegais da atividade, o DVD pirata lesa de cara o consumidor, porque para vender barato e ter lucro, estas “empresas” utilizam mídias de baixa qualidade gravadas em 8X. Nesta velocidade o laser “queima” a mídia superficialmente e a gravação dos pits na base de dados do DVD ficam com pouca definição obrigando o aparelho a “forçar” a leitura usando uma intensidade de laser acima do normal durante toda a reprodução do vídeo.

Ou seja, algumas dessas mídias esquentam demasiadamente, fazendo degradar os componentes da liga de baixa qualidade que é usada para o processo de fabricação, o que proporciona o famoso “descascado” e consequente perda da mídia. Com a mídia superaquecida, o gabinete do DVD player também esquenta atingindo o processador que começa a prover travamentos também.

Isso sem contar o mais grave: O sistema inteligente do aparelho aumenta a intensidade do laser “forçando” a leitura da mesma trilha durante alguns segundos quando tem dificuldade para identificar a seqüência lógica da base de dados do DVD riscado ou de baixa qualidade. Se captar os dados mínimos, pula para o frame seguinte continuando a reprodução, caso contrário trava o sistema para não danificar a unidade ótica e, neste caso, a integridade do aparelho é preservada.

Os feixes de luz projetados pela lente do aparelho são gerados por um diodo laser projetado para ter sua vida útil máxima quando utilizado entre 80 e 100 % de sua capacidade nominal. Esta intensidade pode ser aumentada pelo sistema inteligente durante alguns segundos sem causar danos, em até 300%, para “forçar” a leitura de uma trilha riscada.

Contudo, a falta de definição na gravação do DVD pirata exige que o laser funcione com 200% de sua capacidade nominal durante todo o tempo de reprodução do vídeo e isto causa uma redução substancial no tempo de vida do diodo gerador do laser e dos foto diodos que captam os feixes refletidos pelo DVD.

Resumindo: O DVD pirata encurta a vida útil do aparelho porque a leitura “forçada” do vídeo durante mais de uma hora provoca o super aquecimento da unidade ótica e de todo o sistema, com consequentes danos em vários componentes, inclusive com possibilidade de travamento do aparelho até que sua temperatura volte ao normal.

Portanto, para preservar a vida útil do seu DVD Player ao efetuar cópias, use sempre mídias de boa qualidade e jamais grave em velocidade superior a 4X.

Windows 98: primeiras impressões

Até outubro, quando o Windows 8 chega oficialmente ao mercado, vai ser cansativo ler e ver tanta coisa sobre o novo sistema operacional da Microsoft. As dúvidas serão as mesmas de sempre e as previsões de que é um momento de “vai ou racha” para a Microsoft se repetirão. Ser não quiser nessa previsão, mergulhe no texto abaixo.

Publicada em fevereiro de 1998, na edição 143 da INFO, a reportagem preciosa do mestre Maurício Grego mostrava com detalhes tudo o que o Windows 98 traria. Veja que recursos toscos, como o Active Desktop, eram tratados como coisas importantíssimas – do mesmo jeito que muita gente fala da interface metro – enquanto que o suporte à portas USB e a drives de DVD eram citados como curiosidades.

Se hoje os tablets e smartphones são os inimigos mortais dos PCs com Windows, naquela época os vilões eram os processos contra monopólio, que começaram a pipocar desde que a Microsoft grudou o Internet Explorer ao seu sistema. Rolavam previsões nefastas caso a Microsoft perdesse aquelas batalhas judiciais…

Bom, chega de estragar as surpresas e ajudar a sua memória. Leia o texto e veja como as expectativas que cercam o novíssimo Windows 8 não são lá tão diferentes do que aquelas que pesavam sobre o Windows 98.

WINDOWS 98

Se você é um dos 100 milhões de usuários do sistema operacional Windows 95, deve estar curioso para saber se o Windows 98 vai, mesmo, fazer seu PC funcionar melhor ou é mais um mito produzido pela calibradíssima máquina de marketing de Bill Gates e sua turma. Em meio à troca de gentilezas entre a Microsoft e o Departamento de Justiça americano, está saindo a terceira versão beta do Windows 98, a primeira disponível em português.

O Windows 98 traz o Internet Explorer integrado do princípio ao fim. Essa união, já presente numa versão do Windows 95 entregue a fabricantes de PCs, levou o governo americano a acusar a Microsoft de impôr na marra, com um poder de monópolio, o seu browser a todo mundo. Apesar de os ânimos terem se acalmado com um acordo firmado em janeiro, o processo ainda não terminou. Se Gates perder a briga, o Windows 98 pode virar só um esqueleto do que ameaçou ser.

Active Desktop — páginas da Web, programas em Java e painéis com notícias e cotações podem ser colocados na área de trabalho

Barra de Tarefas — qualquer arquivo pode ser incluído nesta barra móvel, que também admite uma janela para digitação de endereços da Web

Assistente de Ajuste — tarefas como desfragmentação de arquivos e correção de erros são automatizadas com este assistente

Histórico — além dos últimos sites visitados, esta janela mostra os últimos arquivos locais abertos. Para acessar um deles, basta clicar

Busca na Web — o Internet Explorer mostra os resultados da busca, numa área à esquerda, e as páginas visualizadas, à direita

Pastas no Estilo Web — elas incluem um visualizador que mostra o conteúdo dos arquivos de imagem e permite tocar sons e animações

Canais de Informação — a Microsoft lista 24 canais brasileiros, dos quais dez aparecem na Barra de Canais para ativação imediata

Conversor de FAT — converte o disco rígido para FAT32, padrão de organização de arquivos que aproveita melhor o espaço existente

Cinco perguntas sobre o novo Windows 8

A Microsoft conseguirá manter os usuários de desktop felizes com o Windows 8?

Durante a demonstração feita tempos atrás, o Windows 8 foi exibido rodando aplicações legadas (escritas para versões anteriores do sistema operacional), como o Office. No entanto, um sistema Windows 8 baseado em um processador ARM não será capaz disso. Isso cria um dilema na vida do usuário: migrar ou não?

E embora a Microsoft afirme que o Windows 8 será compatível com hardware já existente, para aproveitar os recursos novos mais revolucionários será preciso adquirir todo um pacote novo de hardware e software. Sendo assim, onde ficam os usuários de Windows que querem manter seu computador antigo (ou nem tão antigo assim) que veio com o Windows 7, mas querem o novo sistema operacional?

Precisamos de uma tela de toque em todo lugar?

Parece que o Windows quer um pedaço do mercado dos tablets. Entretanto, é difícil imaginar que pessoas com desktops, notebooks ou mesmo netbooks tenham vontade de tirar as mãos do teclado e tocar na tela, o que pode afastar os usuários deste recurso.

Sendo assim, a revolução Touch da Microsoft é realmente voltada para os tablets. Entretanto, o sistema operacional touch da companhia, o Windows Phone, tem uma parcela pífia de mercado, o que nos leva  à  pergunta: há tantas pessoas assim que precisam tocar em seus computadores com Windows ou de versões touch do Word ou Excel?

Todos os sistemas com processadores ARM terão poder de processamento suficiente?

O Windows 8 pareceu rodar muito bem em uma amostra de notebooks e tablets já existentes, mas, inevitavelmente, alguns sistemas ARM de baixo custo irão surgir.  Eles serão capazes de lidar com todos os novos recursos do sistema operacional? Ou deslizar as páginas ou atualizá-las irá demorar, aplicações irão travar e irá surgir uma tela azul da morte no Windows 8?

Quão aberto será o sistema?

A Microsoft faz questão de frisar que a plataforma de desenvolvimento para o Windows 8 é baseada em HTML5, JavaScript e outras tecnologias da Web. Isso significa que desde o primeiro dia programadores poderão criar aplicativos para o Windows 8, sem esperar por ferramentas especiais. Contudo, essa é uma mudança radical no modus operandi da companhia de Redmond (que mantém controle total sobre o software) e ainda é incerto quão aberta a empresa estará (e até que ponto pretende chegar). Desenvolvedores podem ter as mesmas suspeitas de antes e serem mais cautelosos na criação de aplicativos do que a Microsoft gostaria e necessita para alcançar o crescimento de concorrentes como a Mac App Store.

E sobre o Windows Live?

Poderia esse pacote de apps, que a Microsoft vem aprimorando por anos, ser a primeira vítima da mudança para um sistema operacional baseado em HTML5? Claro que a empresa não irá matar o Hotmail ou o Messenger. Mas, passarão eles por mudanças radicais se a companhia se afastar do .NET, Silverlight e outras marcas registradas da Microsoft? Ou isso significa a morte do Windows Live Movie Maker?

É importante ressaltar que a Microsoft ainda tem alguns meses para responder às essas perguntas, e muito ainda deve mudar, especialmente com o lançamento do Mac OS X Lion. Independentemente do que ocorrer, é bom ver que a Microsoft está se arriscando mais e caminhando para frente.

Estudo diz que pirataria de músicas ajuda na venda de CDs

Uma pesquisa realizada por um economista da Universidade do Estado da Carolina do Norte, EUA, revelou que a pirataria espalhada pelo BitTorrent colabora mais do que atrapalha com a venda de músicas, ao contrário do que acredita a indústria fonográfica.

Quem publicou essa novidade foi Robert Hammond, professor assistente da universidade e autor da pesquisa. Ele declarou que os outros documentos que dizem o contrário sobre o assunto não tiveram um acesso tão grande a dados precisos como ele teve, por isso a diferença. Outro fator que faz o resultado ser completamente diferente do esperado é que foram considerados álbuns completos, enquanto outras pesquisas usavam apenas músicas individuais.

As informações foram coletadas entre maio de 2010 e janeiro de 2011. Esses dados foram comparados com o número da venda dos CDs nas lojas, e assim foi construído um modelo de previsão do efeito da pirataria sobre a indústria.

Foram considerados 1.095 álbuns e 1.075 artistas. O foco maior foi nos álbuns que vazaram antes do lançamento. “As descobertas sugerem que o compartilhamento de arquivos de um álbum beneficia as vendas do disco. Em nenhum instrumento ou especificação, eu encontrei evidências de algum efeito negativo”, disse Robert.

Fonte: Superdownloads

Internet móvel pré-paga no Brasil: um comparativo entre as principais operadoras

O Brasil está se tornando um “país conectado”, muito em parte graças ao acesso à internet móvel. Além de ser mais flexível do que as conexões residenciais, elas são cada vez mais baratas, disponíveis até em planos pré-pago. Por conta deste fácil acesso, o número de pessoas conectadas a redes sociais, serviços de mensagens instantâneas e e-mails em qualquer lugar tem aumentado em um bom ritmo. Mas… qual desses planos é o mais vantajoso para você usar no seu smartphone?

Vamos fazer uma análise das atuais ofertas das quatro principais operadoras brasileiras, demonstrando como está o cenário da internet móvel pré-paga no Brasil. Vamos mostrar as principais características, e os prós e contras de cada plano. Você verá que existem serviços para todos os tipos de usuários e smartphones – mesmo pra quem tem um smartphone “top” e não quer gastar muito com um plano de dados.

Mas, antes vale lembrar que para alguns perfis de uso, e principalmente em alguns smartphones, o uso da internet pré-paga é apenas um recurso de emergência. Entendemos que o propósito de nossa análise é orientar o consumidor que não pode (ou não quer) gastar muito dinheiro em um plano de dados, mas que deseja estar minimamente conectado para suas atividades online. Por outro lado, não adianta muita coisa você adquirir um smartphone como o iPhone, o Galaxy S II ou o Motorola RAZR se você não contratar um bom plano de dados. Apesar de alguns planos descritos a seguir permitirem um uso satisfatório com os smartphones “top” de linha, recomendamos que o usuário considere a possibilidade de adquirir um plano de dados pós-pago, onde o limite de dados e a velocidade ofertada são maiores.

Outro detalhe a ser considerado: os ajustes de consumo de dados nos smartphones (independentemente do tipo de aparelho) também é um fator relevante na hora de escolher seu plano. Telefones capazes de gerenciar com eficiência o consumo de dados, com opções que desabilitem a conexão quando o telefone ficar em stand-by, são altamente recomendados para quem contrata planos de internet pré-pagos. Além de controlar o volume de dados, oferecem uma melhor relação custo-benefício no final do mês.

Por fim, alguns aplicativos específicos, como o Opera Mini e o WhatsApp possuem um consumo menor de dados. Vale a pena o usuário dar preferência aos programas que comprovadamente consomem uma menor quantidade de dados. Assim você terá um bom equilíbrio na relação “preço pago/serviço oferecido”, já que você pode otimizar o desempenho de sua conexão – principalmente para o caso de você contratar um pacote com redução de velocidade depois de um período determinado de uso.

Dito isso, segue abaixo observações sobre os planos ofertados pelas principais operadoras nacionais.

Vivo

Internet no Vivo Pré/Controle

Preço: R$ 9,90/mês
Tipo de conexão: 3G/GPRS/EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 20 MB
Velocidade: até 1  Mbps (no limite de 20 MB de dados; depois desse limite, a velocidade é reduzida para 32 Kbps)

O Vivo Pré surgiu como uma alternativa aos usuários do serviço Vivo ON, que desejavam uma maior liberdade de acesso à web, mas que ao mesmo tempo não querem pagar muito por um acesso simples a partir do seu celular ou smartphone. Com esse tipo de conexão o usuário não fica limitado apenas às redes sociais e e-mails, mas pode navegar por todo e qualquer tipo de conteúdo na internet, sem nenhum tipo de cobrança adicional.

O serviço é um dos mais baratos entre as operadoras, custando R$ 0,33 por dia de acesso. Porém, diferentemente de outras operadoras, o Vivo Internet Pré Ilimitado obriga o usuário a assinar o pacote de acesso pelo mês todo, sem contar com uma opção de cobrança avulsa pelo dia acessado (algo mais vantajoso para boa parte dos usuários).

Uma das vantagens do serviço é que ele oferece a velocidade mais alta entre os planos pré-pagos (1 Mbps). Porém, a alegria dura muito pouco: o serviço só garante essa velocidade até o consumo de 20 MB de dados. Ultrapassado esse limite, você vai ter que se contentar com uma velocidade de 32 Kbps até o final do período de 30 dias contratados. No início de um novo ciclo, o valor correspondente ao plano é debitado dos créditos do usuário, e a velocidade máxima é restabelecida.

Recomendado para:
os usuários que só vão acessar e-mails e redes sociais ocasionalmente, em telefones com baixo consumo de dados. Para quem utiliza as redes sociais de forma mais intensa e deixa o serviço de pushmail do iPhone ligado, esse pacote de dados só vai funcionar de forma plena por poucos dias. Depois disso, com a queda de velocidade, o serviço se torna inviável para os mais exigentes. Veja mais informações.

Oi

Oi Dados (para Oi Celular e Oi Controle)

Preço: R$ 9,90/mês, R$ 2,90/semana, R$ 0,50/dia
Tipo de conexão: 3G/GPRS EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 30 MB (mensal), 15 MB (semanal), 5 MB (diário)
Velocidade: até 1 Mbps (no limite de dados previamente estabelecido; depois desse limite a velocidade é reduzida para 50 Kbps)

É uma variante da proposta oferecida pela Vivo, mas com maior flexibilidade de preços e opções. Aqui o usuário pode escolher qual o período de acesso que deseja, com o valor que melhor cabe no bolso, dependendo do seu propósito de uso. Além disso, a oferta de internet pré-paga da Oi pode ser integrada a outros pacotes de serviços, trazendo uma combinação de produtos e funcionalidades da operadora.

A opção de conexão mensal possui um pacote de dados um pouco maior do que aquele ofertado pela Vivo, mas não muito: apenas 30 MB. Ao ultrapassar esse consumo, o usuário ficará limitado a uma conexão com velocidade de 50 Kbps até o final do período. A regra de redução de velocidade vale também para os pacotes semanal e mensal.

A vantagem da Oi é permitir que o usuário faça a contratação avulsa do serviço, de acordo com a sua necessidade. Para aqueles que não precisam de uma internet móvel, recomendamos a prática da contratação diária. A relação preço/pacote de dados é melhor (R$ 3,50/35 MB por semana, contra R$ 2,90/15 MB por semana), e oferece um uso mais completo do celular ou smartphone. Mesmo assim, o pacote diário oferece apenas a metade do volume de dados de alguns concorrentes.

Recomendado para: os usuários que não vão utilizar a internet móvel todos os dias. Para aqueles que só precisam acessar a web em dias e situações específicas, e para proprietários de smartphones que possuem um uso moderado de dados (e-mails, mensagens instantâneas e redes sociais). Veja mais informações.

Tim

Tim Infinity Web Pré

Preço: R$ 0,50/dia
Tipo de conexão: 3G/GPRS/EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 10 MB/dia (ou 300 MB/mês)
Velocidade: até 300 Kbps (no limite de dados previamente estabelecido; depois desse limite, a velocidade é reduzida para 50 Kbps)

A Tim foi pioneira na proposta de internet pré-paga ilimitada no Brasil. Lançou o serviço em 2010, e hoje se tornou um dos pilares de serviços oferecidos pela operadora, que também integra serviços de torpedos e chamadas ilimitadas aos seus serviços (de Tim para Tim).

Diferentemente dos serviços da Vivo e da Oi, não é necessário se cadastrar previamente para a usar a conexão, pois o serviço está automaticamente inserido na linha do usuário. Ou seja: assim que você compra o chip, basta colocá-lo no seu celular e usar a internet. Esse benefício torna o produto mais fácil de usar, ótimo para o público-alvo que a operadora deseja conquistar.

Por outro lado, a conexão é consideravelmente mais lenta do que os seus concorrentes. Você estará limitado aos 300 Kbps ofertados pela operadora, e dentro de um limite de até 300 MB de dados ao mês. Fazendo as contas para um consumo mensal (o que não deve acontecer, uma vez que o serviço só debita créditos do usuário no dia que utilizar a conexão) o valor máximo de R$ 15,50/mês (para os meses de 31 dias) por até 300 MB de dados é a melhor relação custo/benefício que os usuários podem encontrar.

A quantidade de 10 MB de dados diários é aceitável, até mesmo para que usuários de iPhone e Androids “top” aproveitem um pouco mais dos seus dispositivos. É claro que não dá pra ver vídeos de forma desenfreada, mas é possível ver seus e-mails, atualizar as redes sociais e trocar mensagens instantâneas durante um dia de trabalho, e com uma certa folga.

Recomendado para: os usuários que não vão utilizar a conexão móvel todos os dias. Para quem tem um uso mais elaborado dessa conexão, recebendo um volume maior de e-mails e mensagens instantâneas. Para quem tem um smartphone com recursos avançados, mas não pode contratar um plano de dados pós. Veja mais informações.

Claro

Internet Pré a R$ 0,50/dia ou Pacotes Internet Pré

Preço: R$ 0,50/dia, R$ 6,90/quinzenal, R$ 11,90/mês
Tipo de conexão: 3G/GPRS/EDGE ilimitada (com redução de velocidade)
Pacote de dados: 10 MB/dia, 150 MB/quinzena, 300 MB/mês
Velocidade: até 300 Kbps (no limite de dados previamente estabelecido; depois desse limite, a velocidade é reduzida para 32 Kbps)

A Claro ataca em duas frentes. Quando lançou a sua opção de internet pré-paga, ofereceu dois pacotes avulsos: um com período de 15 dias, com quantidade de dados de até 150 MB; e outro para 30 dias, com dados de até 300 MB. Os valores são fixos por período, e a contratação é feita pelo site ou por SMS. Porém, quando a Claro percebeu que a oferta da Tim de cobrança avulsa por dia era mais vantajosa para o seu público-alvo, ela resolveu repetir a mesma estratégia.

Com isso, a Claro possui ofertas flexíveis para diferentes perfis de uso. Os pacotes quinzenal e mensal possuem uma peculiaridade que pode ser interessante para muitos usuários: diferentemente dos concorrentes, o pacote de 150 MB ou 300 MB de dados não são fracionados em 10 MB por dia. Se o usuário precisar utilizar um volume de dados maior em um determinado dia, não terá a tal queda de velocidade naquele dia em específico, mas só quando atingir a cota total do pacote. Esse detalhe é muito importante para quem sabe que vai usar um grande volume de dados em situações especiais. Além disso, nesse cenário, a utilização moderada desse pacote com os smartphones mais avançados é viável, apesar da velocidade de 300 Kbps.

Já na oferta de R$ 0,50 por dia de acesso, as mesmas características descritas no plano da Tim valem para o serviço da Claro, com a diferença de que, nesse caso, a redução da velocidade ao atingir a cota de 10 MB/dia é mais drástica, limitando a velocidade para 32 Kbps. Na prática, para troca de mensagens e emails, a velocidade mais baixa não traz diferenças tão grandes, e por isso pode ser desonsiderado se você aguentar ficar sem ver vídeos do YouTube longe de casa.

Recomendado para: os usuários que vão utilizar a internet no celular de forma ocasional. Para quem vai utilizar um volume de dados acima dos 10 MB em situações específicas. Para usuários de smartphones avançados, que podem ter um uso moderado com o pacote de dados, e se contentam com uma velocidade reduzida para o acesso à web. Veja mais informações.

Streaming de música: qual é o melhor?

Ouvir música na internet se tornou uma verdadeira mania. Nos últimos anos, nasceram diversos sites dedicados a oferecer este serviço – cada um com suas particularidades. Sejam pagos ou gratuitos, estes sites crescem de maneira assustadora no mercado da web, e você também pode usufruir deles.

Usar um serviço de streaming musical basicamente permite que você ouça as suas canções favoritas, seja no seu computador ou em dispositivos móveis, online ou offline, além de compartilhar as listas de reprodução com os amigos e receber sugestões de novos artistas. E detalhe: sem precisar baixar arquivos para o seu computador, ou recebendo músicas com qualidade ruim.

Abaixo, veja detalhes das principais características dos seis principais serviços desse ramo: Spotify, Rdio, Rhapsody, Grooveshark, Senzari e Google Play Music, e avalie qual será o que melhor se encaixa às suas necessidades.

Spotify

Lançado em outubro de 2008, o serviço contava com aproximadamente 10 milhões de usuários em 15 de setembro de 2010 (destes, cerca de 1 milhão de membros são pagantes). O Spotify estreou nos EUA no dia 13 de julho após uma longa negociação com as gravadoras. De acordo com números próprios da empresa, seriam 1.6 milhão de assinantes só na Europa.

Disponível em apenas dez países (grupo que não inclui o Brasil), o serviço trabalha com três planos: o gratuito, que oferece acesso limitado às músicas e exibe anúncios, o Unlimited, que custa US$ 5 mensais e permite ouvir qualquer canção, e o Premium, que custa US$ 10 e pode ser executado em celulares, armazenar músicas para serem executadas offline, e permite o acesso internacional, em qualquer lugar do mundo.

Ainda não há previsão para que o Spotify chegue ao Brasil e muitos usuários até conseguem criar contas gratuitas no programa por meio de proxys, mas se você quiser o pacote Premium, é preciso apelar para o GoSpotify.Net, um site que registra a conta pra você, independentemente de qual lugar do mundo você esteja, por US$ 15 mensais durante um ano.

Rdio

Ao contrário do Spotify, o Rdio está disponível no Brasil e tem até mesmo uma empresa de telefonia como parceira: a Oi. O serviço chegou ao país no final de 2011, mas tem uma boa chance de emplacar pela dedicação ao mercado local. À princípio, são sete dias de testes gratuitos para qualquer usuário.

Se você gostar, aí a coisa já muda um pouco de figura: R$ 8.99 mensais para ouvir músicas online e R$ 14.99 no plano com app para celulares e opção de escutar as canções offline. Entre as principais funções do Rdio estão criar listas de reprodução, pesquisar por músicas da sua banda favorita e até mesmo criar construir uma rede de amigos se você relacionar sua conta às redes sociais.

O modo offline é bem interessante e permite que o usuário ouça suas músicas em qualquer lugar, mesmo se não tiver conexão com a internet. É possível sincronizar as canções de suas playlists com telefones, tablets ou PCs sem estar conectado à web, por meio de aplicativos especiais que são gratuitos. Tem apps para Android, iPhone e BlackBerry.

Rhapsody

O serviço se classifica como uma jukebox online. Por planos mensais que custam 5, 10 ou 15 dólares, o usuário que se cadastrar no Rhapsody terá a seu dispor uma variedade imensa de músicas e que podem ser ouvidas nos mais diversos dispositivos eletrônicos. É esta polivalência o seu principal diferencial.

Criado em 2001, é um dos pioneiros no ramo e tem suporte para mais de 70 aparelhos, sejam eles computadores, tablets, mp3 players e até mesmo televisões. São 13 milhões de músicas no catálogo e uma experiência de dez anos neste mercado. Além das músicas organizadas por cantores, há também playlists já prontas de acordo com os ritmos.

No entanto, assim como no Spotify, nada de conta para brasileiros. Ao tentar criar uma conta ou fazer o download de um software do Rhapsody em seu site oficial, a mensagem “Sorry, we are not able to offer Rhapsody Premier at this time” desanima um pouco. No entanto, é sempre possível criar uma conta grátis utilizando um serviço de Proxy, como este programa chamado Tor.

Grooveshark

O Grooveshark talvez seja um dos serviços mais conhecidos no Brasil, e também um dos mais fáceis de serem utilizados. Online desde 2007, o site está disponível para qualquer um e é possível ouvir música sem ao menos ser cadastrado. Basta acessar, procurar a canção que você deseja e dar play. Como se fosse um YouTube, porém, somente de músicas em áudio.

Mas quem deseja se cadastrar pode aproveitar muito mais as funcionalidades do serviço. É possível integrar sua conta ao Facebook e ao Google+, compartilhar o que está ouvindo, criar playlists e ter um perfil para se relacionar com os amigos que têm conta no Grooveshark… Uma experiência online bem interessante, e o melhor: de graça e em português.

Também há planos pagos, com as características que já são comuns também nos seus principais concorrentes: por nove dólares você pode ter acesso móvel ao programa, em seu celular; ou por seis dólares você pega a versão sem anúncios e interrupções em sua música. Ambos estão disponíveis para o público brasileiro.

Segundo informações da Wikipédia, o fluxo de músicas do Grooveshark é de 40 a 50 milhões de “plays” por mês, com mais de 400 mil usuários – número que cresce de 2 a 3% mensalmente.

Senzari

Lançado neste fim de ano simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos, o Senzari tem como principal característica uma novidade que pode ser interpretada como muito positiva ou muito negativa. Integrado ao Facebook, ele não necessita de cadastro em separado para se registrar. Basta digitar as informações de sua conta na rede social para ter acesso à essa rádio online, que é um tanto quanto curiosa.

O motivo? Além das 10 milhões de músicas e das parcerias com canais como MTV e VH1, o serviço dá sugestões de playlists baseadas no gosto musical do usuário. Por exemplo: no caso de buscar por um cantor de hip-hop, como 50 Cent, a página pode incluir em sua lista de reproduções canções de nomes como Snoop Dogg e Eminem. Caso você não goste da recomendação, basta avaliar o artista negativamente (mesmo esquema do Last.FM e do Pandora).

Outra característica interessante do programa é que ele exibe os amigos que estão online no Facebook no menu do lado direito. Assim, você pode interagir com os contatos, convidando-os para o serviço e até mesmo recomendando e recebendo dicas sobre as músicas. Do lado esquerdo no menu é possível criar novas “stations” e acessar as que já foram criadas.

Google Play Music

O serviço de músicas do Google é uma ótima opção para quem gosta de escutar suas canções favoritas em qualquer lugar e com muita praticidade. Integrado ao Google Play, ele não só permite que se compre músicas pela internet, como também envie as músicas que estão em seu PC para o sistema de armazenamento em nuvem do Google Play Music.

Não há ainda como se registrar com contas brasileiras, a não ser que se mascare o seu IP. Depois disso, não é preciso mais disfarçar as informações de localização de seu computador. Pelo contrário. É possível abrir a página de qualquer computador, tablet ou smartphone – do Brasil ou de qualquer lugar do mundo.

Além disso, para quem tem um dispositivo móvel com o sistema operacional do Google, o Android, é possível fazer o download de um aplicativo totalmente gratuito para ouvir suas músicas também offline em qualquer local. Um grande diferencial em relação aos seus grandes concorrentes, que cobram por este serviço.

No Google Play Music, pelo menos por enquanto, você só paga pelas músicas que comprar. No entanto, se você tiver uma biblioteca musical grande em casa, pode enviar os arquivos pro serviço e não gastar um centavo sequer.

Conclusão

O melhor serviço depende do que você considera ser prioridade. O Spotify tem o melhor acervo de músicas, mas precisa de VPN e alguns macetes para ter uma assinatura paga. O Oi Rdio tem crescido cada vez mais aqui no Brasil, apesar de ser pago. Sua sincronia de músicas offline em smartphones é um diferencial, mas o serviço carece de músicas brasileiras que estejam ‘bombando’.

O Grooveshark, por sua vez, tem um acervo gratuito que pode também ser acessado via 3G, mas boa parte deste conteúdo esta desorganizado (por vezes até duplicado ou com qualidade ruim). O Rhapsody tem uma boa plataforma e bom acervo, mas por ser pouco famoso no Brasil, dificilmente você terá companhia para compartilhar e descobrir novas músicas e artistas.

O Senzari é gratuito, funciona no Brasil e tem um acervo de qualidade, mas ainda engatinha na popularidade e nos serviços premium (não tem acesso via celular). Já o Google Play Music funciona quase como um iTunes, permitindo até que você suba suas músicas do computador para a ‘nuvem’ (ideal para ouvir estilos ‘fora do grande circuito’, como funk, forró ou hip hop brasileiro). O problema é que o serviço não funciona no Brasil, e precisa de VPN e macetes para funcionar por aqui.

Neste post faltaram a Last.fm e o Pandora. O motivo deles não terem entrado na lista é porque ambos possuem um sistema de playlist fechado. Não é possível selecionar quais as músicas que você deseja ouvir.

Soul Calibur 5 é a volta maestral da franquia da Namco

Nome: Soul Calibur 5
Gênero: Luta
Distribuidora: Namco / Bandai (distribuído no Brasil pela Arvato Games)
Plataformas: PS3 e Xbox 360

A popular franquia de luta da Namco volta aos consoles da atual geração. Soul Calibur 5 chega com um leque de novidades, como mudanças na jogabilidade, novas opções de personalização e um divertido modo online. Confira!

O irmão de Tekken está de volta
Comparar a série Soul Calibur com a franquia de sucesso Tekken não é exagero algum. Primeiro pelo fato das duas serem produzidas pela japonesa Namco Bandai. Em seguida, porque os dois jogos possuem uma movimentação em 3D. Ela permite que o lutador se movimente para os lado – algo pouco comum nos jogos de luta, que possibilitam apenas movimentos para a frente e para trás.

O aspecto de profundidade dos cenários também é uma característica da série, porém Soul Calibur conta com um atrativo a mais: a possibilidade de jogar o oponente para fora da arena. O uso de armas também é uma característica que difere o jogo de Tekken, que possui poucos lutadores armados, como Yoshimitsu (que curiosamente também está presente em Soul Calibur).

Já o enredo separa completamente as duas franquias. Em Soul Calibur 5, a história ainda gira em torno da poderosa Soul Edge, uma espada que suga almas e concede poderes divinos para aquele que a manuseia. Para detê-la, é preciso possuir a Soul Calibur, única espada capaz de destruir o artefato do mal.

Vivendo a história ou encarando seus amigos

Assim como nos outros títulos da série, Soul Calibur 5 conta com um modo história. O enredo foca a batalha pelas duas espadas em busca do poder que ambas concedem. Entretanto, jogadores mais ansiosos podem achar este modo um tanto chato, devido ao excesso de diálogo e animações.

Como um bom jogo de luta, Soul Calibur 5 também possui o modo Arcade, Quick Battle, Training e o popular VS. Battle, que permite confrontar um outro jogador no mesmo console. Também é possível jogar o modo Legendary Souls, entretanto o nível de dificuldade imposto pelo modo só agrada aos mais “viciados”.

O modo online permite jogar contra seus amigos via PSN, disputar partidas ranqueadas e participar de chats – por texto ou voz – com jogadores de determinada região, com o Global Colosseo. O modo funciona como uma comunidade dentro do jogo. Nele, também é possível organizar torneio com os membros.

A jogabilidade de Soul Calibur

Para aqueles que já estão acostumados com a série, Soul Calibur 5 traz a boa e velha jogabilidade, com alguns ingredientes novos. A começar pela barra de especial, que atua de forma parecida com jogos como The King of Fighters e Street Fighter. Com essa barra cheia, é possível executar uma sequência de golpes e detonar quase metade da energia do adversário.

O sistema de combos também apresenta uma melhoria e está mais simples de ser executado. O jogo permite ainda que o jogador possa treinar essas sequências na opção Trainning. A movimentação característica da série – para os lados – funciona também como uma forma de fugir do ataque de seus oponentes.

Talvez o único motivo de reclamação seja o sistema de defesa. Ele funciona da mesma forma em outros jogos da franquia, porém é difícil se acostumar com o botão “X” ou “A” (PS3 e Xbox 360, respectivamente) para bloquear um ataque. Além disso, é preciso adivinhar por onde serão desferidos os golpes, ou seja, se eles serão golpes altos, médios ou baixos, para que assim a sua defesa possa funcionar. Entretanto, o método não é 100% eficiente.

Criando o seu lutador

Uma das grandes marcas da série é o modo de personalização de personagens. Assim como nos títulos anteriores, Soul Calibur 5 permite criar o seu personagem com um vasto leque de opções. O modo permite tanto criar um lutador “do zero”, quanto se basear em algum outro personagem. Com isso, não é difícil montar clones de lutadores famosos e, até mesmo, de personalidades, como Steve Jobs.

A fase da criação  de movimentos obriga que a linha de aprendizado seja baseada em um lutador de Soul Calibur. Porém, mesmo com essa limitação, é possível mesclar diferentes golpes. Depois de pronto, você pode evoluir e utilizar sua criação nos modos offline e online.

Gráficos que encantam

Outra característica marcante em Soul Calibur é a qualidade visual do jogo. Em todas as suas versões o game apresentou gráficos de ponta, colocando-o em uma posição de referência na hora de exemplificar o poder dos consoles da atual geração.

Os personagens possuem inúmeros detalhes, desde roupas de batalhas, até as características físicas. Isso sem falar do leque de itens e roupas para a personalização de seu lutador. Com isso, é praticamente impossível encontrar um personagem idêntico ao seu.

Os cenários também encantam e chegam até a tirar a atenção dos lutadores, por alguns instantes. Alguns lugares interagem com a luta, como por exemplo, o navio de Cervantes, que é atingido por uma bala de canhão, obrigando os jogadores a continuarem a luta em outra parte do barco. As animações também empolgam.

Conclusão

Soul Calibur 5 mostra que a franquia da Namco ainda é um dos melhores jogos do gênero, na atual geração de consoles. Com gráficos de ponta, uma jogabilidade atrativa e um modo história único, o game faz a alegria não só dos fãs de jogos de luta, mas também daqueles que gostam de uma diversão multiplayer, independente do gênero.

Fonte: TechTudo