Windows 98: primeiras impressões

Até outubro, quando o Windows 8 chega oficialmente ao mercado, vai ser cansativo ler e ver tanta coisa sobre o novo sistema operacional da Microsoft. As dúvidas serão as mesmas de sempre e as previsões de que é um momento de “vai ou racha” para a Microsoft se repetirão. Ser não quiser nessa previsão, mergulhe no texto abaixo.

Publicada em fevereiro de 1998, na edição 143 da INFO, a reportagem preciosa do mestre Maurício Grego mostrava com detalhes tudo o que o Windows 98 traria. Veja que recursos toscos, como o Active Desktop, eram tratados como coisas importantíssimas – do mesmo jeito que muita gente fala da interface metro – enquanto que o suporte à portas USB e a drives de DVD eram citados como curiosidades.

Se hoje os tablets e smartphones são os inimigos mortais dos PCs com Windows, naquela época os vilões eram os processos contra monopólio, que começaram a pipocar desde que a Microsoft grudou o Internet Explorer ao seu sistema. Rolavam previsões nefastas caso a Microsoft perdesse aquelas batalhas judiciais…

Bom, chega de estragar as surpresas e ajudar a sua memória. Leia o texto e veja como as expectativas que cercam o novíssimo Windows 8 não são lá tão diferentes do que aquelas que pesavam sobre o Windows 98.

WINDOWS 98

Se você é um dos 100 milhões de usuários do sistema operacional Windows 95, deve estar curioso para saber se o Windows 98 vai, mesmo, fazer seu PC funcionar melhor ou é mais um mito produzido pela calibradíssima máquina de marketing de Bill Gates e sua turma. Em meio à troca de gentilezas entre a Microsoft e o Departamento de Justiça americano, está saindo a terceira versão beta do Windows 98, a primeira disponível em português.

O Windows 98 traz o Internet Explorer integrado do princípio ao fim. Essa união, já presente numa versão do Windows 95 entregue a fabricantes de PCs, levou o governo americano a acusar a Microsoft de impôr na marra, com um poder de monópolio, o seu browser a todo mundo. Apesar de os ânimos terem se acalmado com um acordo firmado em janeiro, o processo ainda não terminou. Se Gates perder a briga, o Windows 98 pode virar só um esqueleto do que ameaçou ser.

Active Desktop — páginas da Web, programas em Java e painéis com notícias e cotações podem ser colocados na área de trabalho

Barra de Tarefas — qualquer arquivo pode ser incluído nesta barra móvel, que também admite uma janela para digitação de endereços da Web

Assistente de Ajuste — tarefas como desfragmentação de arquivos e correção de erros são automatizadas com este assistente

Histórico — além dos últimos sites visitados, esta janela mostra os últimos arquivos locais abertos. Para acessar um deles, basta clicar

Busca na Web — o Internet Explorer mostra os resultados da busca, numa área à esquerda, e as páginas visualizadas, à direita

Pastas no Estilo Web — elas incluem um visualizador que mostra o conteúdo dos arquivos de imagem e permite tocar sons e animações

Canais de Informação — a Microsoft lista 24 canais brasileiros, dos quais dez aparecem na Barra de Canais para ativação imediata

Conversor de FAT — converte o disco rígido para FAT32, padrão de organização de arquivos que aproveita melhor o espaço existente

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Cinco perguntas sobre o novo Windows 8

A Microsoft conseguirá manter os usuários de desktop felizes com o Windows 8?

Durante a demonstração feita tempos atrás, o Windows 8 foi exibido rodando aplicações legadas (escritas para versões anteriores do sistema operacional), como o Office. No entanto, um sistema Windows 8 baseado em um processador ARM não será capaz disso. Isso cria um dilema na vida do usuário: migrar ou não?

E embora a Microsoft afirme que o Windows 8 será compatível com hardware já existente, para aproveitar os recursos novos mais revolucionários será preciso adquirir todo um pacote novo de hardware e software. Sendo assim, onde ficam os usuários de Windows que querem manter seu computador antigo (ou nem tão antigo assim) que veio com o Windows 7, mas querem o novo sistema operacional?

Precisamos de uma tela de toque em todo lugar?

Parece que o Windows quer um pedaço do mercado dos tablets. Entretanto, é difícil imaginar que pessoas com desktops, notebooks ou mesmo netbooks tenham vontade de tirar as mãos do teclado e tocar na tela, o que pode afastar os usuários deste recurso.

Sendo assim, a revolução Touch da Microsoft é realmente voltada para os tablets. Entretanto, o sistema operacional touch da companhia, o Windows Phone, tem uma parcela pífia de mercado, o que nos leva  à  pergunta: há tantas pessoas assim que precisam tocar em seus computadores com Windows ou de versões touch do Word ou Excel?

Todos os sistemas com processadores ARM terão poder de processamento suficiente?

O Windows 8 pareceu rodar muito bem em uma amostra de notebooks e tablets já existentes, mas, inevitavelmente, alguns sistemas ARM de baixo custo irão surgir.  Eles serão capazes de lidar com todos os novos recursos do sistema operacional? Ou deslizar as páginas ou atualizá-las irá demorar, aplicações irão travar e irá surgir uma tela azul da morte no Windows 8?

Quão aberto será o sistema?

A Microsoft faz questão de frisar que a plataforma de desenvolvimento para o Windows 8 é baseada em HTML5, JavaScript e outras tecnologias da Web. Isso significa que desde o primeiro dia programadores poderão criar aplicativos para o Windows 8, sem esperar por ferramentas especiais. Contudo, essa é uma mudança radical no modus operandi da companhia de Redmond (que mantém controle total sobre o software) e ainda é incerto quão aberta a empresa estará (e até que ponto pretende chegar). Desenvolvedores podem ter as mesmas suspeitas de antes e serem mais cautelosos na criação de aplicativos do que a Microsoft gostaria e necessita para alcançar o crescimento de concorrentes como a Mac App Store.

E sobre o Windows Live?

Poderia esse pacote de apps, que a Microsoft vem aprimorando por anos, ser a primeira vítima da mudança para um sistema operacional baseado em HTML5? Claro que a empresa não irá matar o Hotmail ou o Messenger. Mas, passarão eles por mudanças radicais se a companhia se afastar do .NET, Silverlight e outras marcas registradas da Microsoft? Ou isso significa a morte do Windows Live Movie Maker?

É importante ressaltar que a Microsoft ainda tem alguns meses para responder às essas perguntas, e muito ainda deve mudar, especialmente com o lançamento do Mac OS X Lion. Independentemente do que ocorrer, é bom ver que a Microsoft está se arriscando mais e caminhando para frente.

15 perguntas sobre o Windows 8

A Microsoft se prepara para fazer mudanças radicais no Windows, seu bem sucedido sistema operacional criado para os PCs. A empresa não tem muita escolha já que, 30 anos depois do pioneiro IBM PC, o próprio conceito de computador pessoal está em rápida mutação. Muitas das tracionais aplicações dos PCs estão migrando para os tablets ou para a nuvem. Se o Windows não acompanhar essa transformação, vai perder importância rapidamente no mercado e deixar de ser o produto lucrativo que é para a Microsoft.

Por isso, é grande a expectativa em torno do Windows 8, a próxima geração do sistema que está em desenvolvimento. Até agora, nenhuma cópia do software foi distribuída publicamente e as informações divulgadas escondem muitos detalhes. Mesmo assim, já é possível ter uma boa ideia de como será o Windows 8. Confira 15 perguntas e respostas a seguir.

1. Quando o Windows 8 estará pronto?

Em maio, durante um evento em Tóquio, o CEO da Microsoft Steve Ballmer chegou a dizer que o lançamento do Windows 8 seria em 2012. Mas a empresa rapidamente soltou um comunicado afirmando que aquilo havia sido um engano e que a data ainda não estava definida. Mesmo assim, 2012 é uma boa aposta. A Microsoft tem desenvolvido o Windows em ciclos de cerca de três anos. O Vista foi liberado em janeiro de 2007; e, o Windows 7, em outubro de 2009. Se o ritmo se mantiver, o Windows 8 estará nas lojas no segundo semestre do próximo ano.

2. Em que computadores o Windows 8 vai rodar?

Vai rodar em PCs portáteis e de mesa, servidores, tablets e, provavelmente, também em TVs inteligentes e outros equipamentos de entretenimento doméstico. Um dos grandes desafios no desenvolvimento do Windows 8 é que ele precisa funcionar igualmente bem em PCs com teclado e mouse e em tablets com tela sensível ao toque. Para isso, é provável que ele assuma um aspecto diferente em cada tipo de dispositivo.

3. Haverá smartphones com o Windows 8?

Um smartphone com Windows 8 parece ser tecnicamente possível (existe pelo menos um com Windows 7, o Loox F-07C, da Fujitsu). Mas, como a Microsoft oferece também o Windows Phone, uma opção mais adequada aos smartphones, não há a expectativa de que o Windows 8 seja usado nesses dispositivos.

4. Qual é a principal novidade do Windows 8?

A interface gráfica, a parte do sistema que interage com o usuário, foi completamente refeita. Essa é a principal novidade do Windows 8. O objetivo da Microsoft é criar uma interface que possa ser usada com facilidade em telas sensíveis ao toque, sem mouse e sem teclado. Para isso, a empresa se inspirou no Windows Phone, seu sistema para smartphones. O usuário também tem a opção de usar a área de trabalho tradicional do Windows, voltada para computadores com teclado e mouse.

5. O que a nova interface gráfica tem de diferente?

A interface gráfica do Windows 8 mostra uma tela inicial dividida em áreas retangulares onde ficam ícones funcionais dos aplicativos. Cada retângulo pode exibir informações e também serve para abrir o respectivo programa. Assim, informações como notícias, previsão do tempo e cotações podem ser consultadas diretamente nessa tela inicial. Nas janelas dos aplicativos, os botões para minimizar, maximizar e fechar o quadro sumiram, mas ficaram os respectivos símbolos, que continuam funcionando da mesma maneira. A nova interface inclui um teclado virtual parecido com o que é encontrado no iPad e nos tablets com Android. Como acontece no iOS 5, a nova versão do sistema operacional móvel da Apple, o teclado do Windows 8 inclui um modo dividido, específico para digitação com os polegares. A tela poderá ser dividida de modo que dois aplicativos fiquem visíveis.

6. Os aplicativos do Windows 8 são diferentes dos atuais?

Aparentemente, o Windows 8 vai aceitar tanto os aplicativos atuais como outros, que terão um novo formato, elaborado para uso em tablets e outros computadores com tela sensível ao toque. Esses novos aplicativos ocupam a tela inteira, como acontece no iPad, da Apple. O sistema foi otimizado para telas no formato 16:9, o mesmo dos televisores atuais. Nelas, também é possível exibir dois programas lado a lado. A tela fica, então, dividida por uma linha vertical que separa os aplicativos. A pessoa pode arrastá-la para os lados, definindo quanto da tela cada aplicativo ocupa. E os programas tradicionais também poderão ser vistos lado a lado junto com os que adotam o formato novo.

7. Há aplicativos novos incluídos no Windows 8?

Até agora, apareceram poucos aplicativos novos que farão parte do sistema. O principal é o Modern Reader, um visualizador de livros e documentos no formato PDF, da Adobe. Ele poderá dispensar a instalação do Adobe Reader, aplicativo que, hoje, é quase onipresente nos PCs. Há também um novo gerenciador de tarefas, o Modern Task Manager. Esses nomes são usados nas versões prévias do sistema que têm circulado na internet. Poderão mudar até o lançamento. Haverá, também, aperfeiçoamentos nos aplicativos atuais. O Internet Explorer, por exemplo, deve vir na versão 10.

8. Que outras novidades o Windows 8 traz?

Há algumas mudanças com o objetivo de permitir que o computador ou tablet possa ser usado rapidamente ao ser ligado. O sistema pode ser posto num estado de hibernação leve de modo que entre em ação imediatamente, como acontece com os celulares e tablets. Há também uma função chamada Portable Workspace, que cria uma instalação do Windows 8 num pen drive ou numa unidade de disco externa.

9. Todos os aplicativos atuais dos PCs vão rodar no Windows 8?

Muitos dos aplicativos atuais dos PCs devem funcionar no Windows 8 sem falhas significativas. Mas qualquer mudança de sistema operacional tende a trazer problemas de compatibilidade. É provável que certos aplicativos precisem de atualização para trabalhar bem no novo sistema. Outros, mais antigos, podem não funcionar.

10. Haverá uma loja de aplicativos para o Windows 8?

Sim. A Microsoft terá uma loja de aplicativos para o Windows 8, como acontece com o Mac OS X, da Apple. Algumas telas de uma suposta loja em desenvolvimento circularam na internet em abril, mas não havia certeza de que eram verdadeiras. A confirmação veio neste mês, na forma de um post no blog oficial do Windows 8, listando as equipes que desenvolvem o sistema operacional. Entre esses grupos de trabalho, está um dedicado à loja online. Vale observar que essa não será a primeira investida da Microsoft nessa área. O Windows Vista já tinha uma loja online, o Windows Marketplace, que nunca chegou a fazer sucesso.

11. O Windows 8 terá suporte a GPS?

Sim. A Microsoft não poderia nem pensar em oferecer um sistema operacional para tablet que não suportasse GPS. Cópias do Windows 8 que circulam na internet também trazem esse e outros recursos voltados aos dispositivos móveis, com funções para envio de mensagens SMS.

12. O usuário terá acesso direto aos arquivos nos tablets com Windows 8?

Ao que parece, sim. Essa pode ser uma vantagem do Windows 8 sobre o iOS, da Apple. O sistema da Apple não permite, ao usuário, gerenciar diretamente seus arquivos de fotos, documentos, músicas e filmes armazenados no iPhone ou no iPad. Não há uma maneira prática de apagar, mover ou trocar o nome de um arquivo, por exemplo. Em geral, operações com arquivos precisam ser feitas por meio do iTunes ou do respectivo aplicativo. Já o Windows 8 deve manter o sistema de arquivos usado nos PCs, em que o usuário tem liberdade para alterar seus arquivos à vontade.

13. O Windows 8 vai exigir um computador mais poderoso que os atuais?

Ao que tudo indica, não. A Microsoft diz que os requisitos de hardware do Windows 8 serão similares aos do Windows 7. A empresa já cometeu o erro de sobrestimar a capacidade dos computadores no mercado em 2007, quando lançou o pesado Windows Vista. É pouco provável que faça isso novamente com o Windows 8.

14. O Windows 8 será um sistema de 32 ou 64 bits?

Ainda não vai ser nessa vez que a Microsoft vai matar a velha arquitetura de 32 bits – como fez a Apple quando lançou o Mac OS X. Como já acontece com o Windows 7, versões de 32 e 64 bits do Windows 8 vão coexistir. Quase todos os novos notebooks e PCs de mesa devem adotar a versão de 64 bits, que é mais rápida, mais segura e mais confiável. A opção de 32 bits fica para dispositivos mais simples, como tablets, netbooks e televisores inteligentes.

15. Já existe alguma versão do Windows 8 disponível?

A Microsoft possui versões internas do Windows 8, que ainda está em desenvolvimento. De tempos em tempos, alguma cópia vaza na internet. Até agora, já apareceram versões para PCs de 32 e 64 bits, e também uma para servidores. A empresa está realizando (de 13 a 16 de setembro), em Anaheim, na Califórnia, sua conferência Build, para desenvolvedores. Espera-se que, lá, seja apresentada oficialmente uma versão preliminar do produto. O vídeo abaixo é uma apresentação (em inglês) da interface gráfica do Windows 8.

MS-DOS completa 30 anos

 

Ontem, dia 27 de julho, o MS-DOS completou 30 anos de existência. Nessa data, em 1981, a Microsoft comprou os direitos sobre o QDOS (Quick and Dirty Operating System) de uma empresa chamada Seattle Computer Products. O preço pago pelo QDOS? “Apenas” US$ 50.000.

O sistema operacional foi rebatizado como MS-DOS no mesmo dia.

Antes de comprar os direitos do QDOS, a Microsoft havia pago US$ 25.000 para a Seattle Computer Products pela licença de uso do sistema operacional.

Ainda em 1981, a Microsoft licenciou o MS-DOS para que a IBM o utilizasse no IBM PC, que foi um sucesso na época e se tornou a base para praticamente todos os computadores pessoais, fazendo com que o sistema da Microsoft se popularizasse ainda mais.

A Microsoft continuou desenvolvendo o MS-DOS e lançou diversas versões nos anos seguintes. Embora os concorrentes tivessem sistemas semelhantes, nenhum deles foi capaz de desbancar totalmente o MS-DOS.

Quando a primeira versão do Windows foi lançada em 1985, o MS-DOS ainda era suportado e atualizado pela Microsoft enquanto os desenvolvedores continuaram a criar aplicações e jogos para ele. A partir daí, os criadores de jogos finalmente começaram a deixar o MS-DOS de lado em favor do novo sistema operacional da Microsoft.

A última versão do MS-DOS vendida nas lojas foi a 6.22, lançada em 1994. As versões 7 e 8 do MS-DOS foram lançadas como parte integrante do Windows 95 e do Windows Me, respectivamente.

Com informações de Baboo

Cuide do Registro do Windows com carinho

O Registro é a parte essencial do Windows – um banco de dados grande e complexo que armazena todas as configurações para o software e o hardware, de forma hierárquica, como as pastas de arquivos. Em geral, você não precisa lidar com o Registro porque as ferramentas embutidas no Windows funcionam em segundo plano para garantir que os dados fiquem sempre em ótima forma. Mas o Registro é tão grande e complicado que pode gerar falhas que causam problemas estranhos ou até fazem o PC parar de funcionar.

Para a maioria, o Registro é um lugar escuro e misterioso. Cobrimos neste tutorial algumas tarefas básicas de faxina que você pode executar para manter a base de dados do Windows feliz. Apresentamos também algumas dicas e ajustes do Windows que envolvem diretamente a edição do Registro. Se você for do tipo aventureiro (e consciencioso quanto a fazer backups), editar o Registro é a maneira definitiva de personalizar muitas configurações do Windows de acordo com suas preferências pessoais.

Faça um backup do Registro

Todas as versões do Windows criam automaticamente um backup do Registro sempre que você inicia o PC, mas se você fizer um backup adicional, terá uma segurança extra. É óbvio que você não pode restaurar mudanças se não tiver feito um backup antes — o que significa que você deve fazer cópias de segurança com freqüência. Felizmente, existem várias maneiras de copiar o Registro.

Use a Restauração do sistema

Usuários do Windows Me e XP podem criar pontos de restauração do sistema, que copiam todos os dados (incluindo o Registro) para que você possa restaurar seu sistema àquele estado preciso. Você deve executar a Restauração do sistema manualmente antes de fazer mudanças importantes de hardware ou software ou tentar trabalhar com o Registro. Clique em Iniciar-Programas (Todos os Programas, no XP) e depois em Acessórios-Ferramentas de sistema-Restauração do sistema, escolha Criar um ponto de restauração, clique em Avançar e siga as instruções.

1 – Use o Editor de Registro. O recurso de exportação do Editor de Registro do Windows faz backup de partes do Registro ou cria um backup completo. No Windows 2000, esta é sua melhor opção. Clique em Iniciar-Executar, digite regedit e pressione ENTER. Selecione Meu Computador na árvore de pastas, selecione Arquivo-Exportar arquivo do Registro e forneça o nome de um arquivo e o destino. Para ter um pouco mais de paz de espírito, grave o arquivo em um disco CD-RW ou outra mídia removível.

2 – Copie os arquivos. do Registro manualmente. No Windows 95 e 98, o Registro reside nos arquivos System.dat e User.dat no diretório Windows. No Windows Me, copie o Classes.dat também. Para ver arquivos ocultos e de sistema, você precisará ajustar o Windows Explorer para mostrá-los. No Explorer, escolha Exibir (95 e 98) ou Ferramentas (Me e XP); em seguida, selecione Opções de pasta, abra a guia Modo de exibição e escolha Mostrar todos os arquivos (95 e 98) ou Mostrar arquivos e pastas ocultos (Me e XP). Quando puder ver os arquivos, copie-os.

3 – Use software de backup. Procure no seu utilitário de backup uma opção para copiar o Registro junto com outros arquivos na sua unidade de disco rígido. Alguns utilitários fazem isso automaticamente; outros exigem que você especifique o backup do Registro.

4 – Execute o Verificador do Registro do Windows. Só no Windows 98 e Me – veja seção B.

Seção B – Use o verificador do registro incluído no windows

O Windows 98 e Me vêm com um utilitário chamado Verificador do Registro. Quando você dá boot no PC, a ferramenta sai em busca de problemas; se não consegue resolvê-los, restaura o backup mais recente do Registro.

Se você mantém seu PC funcionando o tempo todo, sem parar, é uma boa prática reinicializá-lo diariamente para que o Verificador do Registro faça seu trabalho. Você também pode executar o Verificador do Registro manualmente (em especial, antes e depois de fazer mudanças no sistema que não exigem o reboot do sistema): clique em Iniciar-Programas-Acessórios-Ferramentas de sistema-Informações sobre o sistema, abra o menu Ferramentas e clique em Verificador do Registro.

Seção C – Limpe o Registro

Quanto mais você usa o Windows, mais desorganizado o Registro pode ficar, sobretudo se você instala e desinstala software regularmente. Isso acontece porque alguns aplicativos não removem todos os seus rastros quando você os desinstala. Entradas de Registro órfãs podem causar problemas como desempenho ruim ou até travamentos, mas o resultado mais comum é um Registro inchado que demora mais para carregar. O Verificador do Registro (abordado na seção B) não remove entradas inválidas.

Se você ainda usa o Windows 95, pode contar com uma ferramenta de limpeza de Registro embutida no sistema. Para carregá-la, clique em Iniciar-Executar, digite regclean e dê ENTER.

A Microsoft não incluiu o RegClean nas versões após o Windows 95. Você terá que usar utilitários de terceiros. Dois gratuitos estão disponíveis no Fileworld (http://www.fileworld.com.br/): EasyCleaner e RegClean. Nenhum funciona com o Windows XP, mas a estrutura do Registro do XP não gera tantos problemas.

Entretanto, para melhor verificar, limpar e otimizar o Registro, você terá que comprar um pacote de utilitários como o Norton SystemWorks (http://www.symantec.com.br/) ou Ontrack SystemSuite (http://www.ontrack.com/). Ambos possuem recursos abrangentes que executam a fundo as tarefas de verificar, otimizar e manter o Registro, indo muito além das ferramentas embutidas do Windows ou os pacotes gratuitos. Os dois funcionam com todas as versões do Windows, do 98 ao XP.

Seção D – Faça Ajustes no Registro

Navegando um pouco na Web, você descobre numerosas dicas e ajustes para personalizar diversos recursos do Windows editando o Registro. Uma das maiores coleções está localizada no Windows Registry Guide (www.winguides.com/registry).

Se você tiver uma conexão de Internet em banda larga (cabo ou DSL), descobrirá que quase sempre é necessário fazer ajustes no Registro para obter a velocidade máxima. Dois sites úteis fornecem informações a respeito: o DSL Reports (www.dslreports.com/tweaks; selecione RWIN na caixa de lista Jump to topic) e o Speed Guide (www.speedguide.net/Cable_modems/cable_registry.shtml)

A maneira mais fácil de fazer mudanças no Registro é com um arquivo .REG. Tais arquivos podem ser baixados de alguns sites mencionados acima. Com um duplo clique no arquivo .REG, as mudanças são incorporadas imediatamente no Registro existente. (Certifique-se de que você tenha um backup.)

Para ordenar outras mudanças, você terá que usar o Editor do Registro, um recurso disponível em todas as versões do Windows. O exemplo que ilustramos aqui desativa o recurso AutoRun da unidade de CD-ROM. Portanto, se você preferir não fazer com que um CD de música comece a tocar automaticamente ou com que o CD de um programa seja executado de modo automático, esse ajuste no Registro resolverá o problema. Algumas versões do Windows permitem que você faça a mesma alteração a partir da caixa de propriedades do CD-ROM. No Windows XP, você pode executar muitos ajustes no sistema (mas não todos) via menus, sem ter que editar o Registro.

AVISO: A prática de editar o Registro, às vezes, causa problemas — uma entrada incorreta pode prejudicar o PC. Siga as instruções cuidadosamente e só comece depois de ter certeza que existe um backup do Registro atual.

1 – Inicie o Editor do Registro. Escolha Iniciar-Executar, digite regedit e dê ENTER para executar o programa.

2 – Encontre a chave. A chave para mudar o recurso AutoRun está em HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\cdbcdrom. Para encontrar a chave, você pode navegar por menus hierárquicos ou pressionar CRTL F, digitar cdbcdrom e pressionar ENTER. O Editor vai parar na chave desejada. O nome da chave pode variar — se seu Registro não contiver cdbcdrom, tente localizar a chave com a pasta Services destacada na árvore listada acima.

3 – Mude o valor da chave. Dê um duplo clique na entrada AutoRun na janela da direita. Na caixa de diálogo que aparece, mude o 1 em Dados do valor para 0 e clique em OK. Você terá que fechar o Editor do Registro e reiniciar o PC para que a mudança vigore.

Microsoft revela o Windows 8

Não era surpresa para ninguém que a Microsoft estava trabalhando em uma nova versão do Windows, mas nesta quarta-feira (1º) finalmente foi possível conferir pela primeira vez como ele se parece. Steven Sinofsky, presidente da divisão de Windows, demonstrou o Windows 8 rodando em um tablet no palco da conferência D9, da publicação norte-americana Wall Street Journal, em Nova York, Estados Unidos. E parecia muito com o Windows Phone 7, com toda a apresentação gráfica redesenhada para o toque na tela.

Isso se deve graças à interface para o usuário (UI, na sigla em inglês) Metro, desenvolvida para o sistema para smartphones da gigante de Redmond. Ou seja: o elegante esquema de menu e aproveitamento de tela com atalhos em forma de retângulos reaparece, mostrando uma clara inclinação para a óbvia natureza touchscreen dos tablets. Até mesmo o menu Iniciar agora foi realocado, aparecendo no alto da tela, à esquerda.

Nova tela inicial

Agora, a tela inicial e a área de trabalho não é mais desperdiçada com pequenos ícones e áreas sem utilização: tudo foi refeito para uma experiência com o touchscreen, mas também para funcionar de modo suave (não diferente do que é o iOS, da Apple) e em tela cheia. Há ainda integração com redes sociais, como Facebook e Twitter.

Tipos de aplicativos

Haverá dois tipos de aplicativos para Windows 8, que provavelmente estarão disponíveis na loja Marketplace: um que rode normalmente na versão tradicional, para desktop, e outros baseados em HTML5 e Javascrpit para rodar em apps móveis (ainda não há informações sobre uma possível integração com o Silverlight, resposta da Microsoft ao Flash, da Adobe). Mas o fato é que, aparentemente, todo o sistema operacional foi redesenhado para uma interface sensível ao toque, embora ofereçam a opção de utilização de teclado e mouse, mas há vários botões virtuais, incluindo um teclado vertical para a utilização em tablets.

Recurso multitarefa redesenhado

O recurso multitarefa também foi redesenhado, deixando-o semelhante ao WP7 – basta deslizar o dedo para os lados para encontrar o próximo programa aberto. Uma nova versão do Internet Explorer 10 também está inclusa, mas na demonstração foram exibidos o Excel e o Windows Explorer em suas formas como conhecemos atualmente.

“Eis aqui uma versão completa do Windows em um tablet – vamos chamá-la de Windows 8 no momento”, afirma Sinofsky durante o keynote. É apenas um nome provisório, e poderá ser modificado “quando for a hora”, segundo o executivo. A nova versão rodará em vários tipos de equipamento e ainda não há previsão concreta de lançamento, embora seja seguro afirmar que será em algum momento de 2012. “É apenas um pequeno passo do que vamos demonstrar durante o ano”, afirma Jensen Harris, diretor de Windows User Experience no vídeo de divulgação da Microsoft.

Fonte: Engadget e All Things Digital

Como montar uma intranet com o Windows 2000

Se você tem na sua empresa uma rede local Windows 2000, é muito fácil montar uma intranet sem nenhum custo adicional. Também é rápido: em menos de 60 minutos, você já pode exibir a home page do site interno. Basta instalar o Internet Information Services (IIS), o servidor Web do Windows 2000, e ter um browser em cada estação da rede. Para configurar o IIS, você precisa operar o servidor na condição de administrador. O primeiro passo na criação da intranet consiste em instalar o IIS, software que dá ao servidor da rede a capacidade de trabalhar com páginas Web e transferir arquivos via FTP. Embora faça parte do Windows 2000, esse programa não é copiado automaticamente com o sistema. Mas a instalação é fácil.

Vá ao Painel de Controle, abra a opção Adicionar ou Remover Componentes do Windows e escolha o item Internet Information Services. Entra em cena um assistente que o guiará na instalação e depois pedirá que o micro seja reiniciado. Logo após a instalação, os serviços básicos de Internet já estão prontos para uso. Faça um teste: abra o browser do servidor e digite o endereço http://localhost. O servidor Web exibirá duas páginas-padrão: Default.asp e Localstart.asp. A primeira é a folha de rosto da documentação do IIS e a outra traz uma apresentação geral dos serviços de Internet oferecidos pelo sistema. A simples apresentação dessas páginas no browser constitui um sinal de que o servidor Web está funcionando.

No Windows 2000 Server, todas as tarefas de administração ligadas à Internet são executadas no Gerenciador do Internet Services. Esse programa pode ser acessado pelo Painel de Controle, no item Ferramentas Administrativas, ou pelo menu Iniciar, na chave Programas/Ferramentas Administrativas. A tela do gerenciador – cujo título também é Internet Information Services – tem estrutura similar à do Windows Explorer. À esquerda, os serviços e diretórios e, à direita, as listas de arquivos. Em nosso caso, vamos configurar dois serviços. Primeiro, o website interno – ou seja, a caracterização da própria intranet. Depois, vamos adicionar ao site a capacidade de transferir arquivos mediante o protocolo FTP.

Observe na tela do gerenciador que já existem as pastas Site da Web Padrão e Site FTP Padrão, ambas criadas pelo próprio sistema. Vamos definir uma pasta para conter os documentos da intranet. O IIS – aliás, o Windows 2000 – trabalha com o conceito de pastas virtuais, que são diretórios localizados em qualquer lugar do servidor, ou mesmo fora dele, mas tratados como se fossem parte de um mesmo diretório. A pasta real é, por exemplo, c:\docs, e você cria um diretório virtual chamado documentos, que aponta para essa pasta real. Assim, documentos aparece como se fosse um subdiretório da intranet.

Vamos à prática. No drive C do servidor, crie o diretório docs, que deverá abrigar os documentos da intranet. Em seguida, clique com o botão direito no ícone Site da Web Padrão no gerenciador do IIS. No menu de contexto, escolha Novo/Pasta Virtual. Abre-se o Assistente para Criação de Pasta Virtual. Clique em Avançar e indique um alias (palavra em inglês para “apelido”) para o diretório. Em seguida, informe o diretório real: c:\docs. Na próxima tela, o assistente lhe permite definir as permissões do diretório virtual. Na maioria dos casos, você vai permitir a leitura e a execução de scripts. Mas, conforme o caso, também será possível franquear a execução de aplicativos (por exemplo, programas CGI), além da gravação e da procura de arquivos. Feitas essas definições, o diretório virtual está pronto.

Copie a home page – digamos, index.htm – para o diretório-raiz da intranet, que é c:\inetpub\wwwroot. Agora é preciso avisar ao IIS que esse arquivo contém a home page. Clique com o botão direito no ícone Site da Web Padrão, no gerenciador do IIS. No menu de contexto, escolha Propriedades. Na janela que se abre, traga para o primeiro plano a orelha Documentos. Pressione o botão Adicionar e digite o nome do documento-padrão (index.htm). Como já existem outras opções de arquivo, selecione index.htm e clique na seta para cima a fim de deixá-lo como o primeiro da lista. Esse documento será exibido automaticamente quando se acessar o endereço básico do site. Ele será a porta de entrada para outras páginas da intranet. O IIS trabalha com prioridades. Se o número 1 da fila não for encontrado, ele vai tentar abrir cada um dos arquivos seguintes. Agora, copie para c:\docs os arquivos iniciais de sua intranet. É possível usar documentos HTML ou ASP.

Passemos à configuração do site FTP. Crie um subdiretório dentro de c:\docs e chame-o de download. Agora, clique no ícone Site FTP Padrão e escolha Novo/Pasta Virtual. O procedimento é idêntico ao usado na criação da pasta virtual do Site da Web. Dê ao diretório virtual o nome download. Ao configurar as permissões, defina se o usuário, além de ler os documentos (fazer downloads) também poderá fazer uploads. A intranet está pronta. Falta, é claro, adicionar conteúdo.