Cinco motivos para o sucesso do Windows 7

O que exatamente tem sustentado o sucesso do Windows 7?

1 – Gerenciamento

Com suporte integrado para PowerShell 2.0, o Windows 7 fornece uma infraestrutura superior para administradores de TI, permitindo a automação de tarefas comuns e uma gestão mais eficiente de desktops.

2 – Resolução de problemas

Para alguns administradores de TI, ajudar usuários a identificar e resolver problemas toma boa parte do tempo e atrapalha o desenvolvimento de tarefas que poderiam melhorar a rede para todo mundo. A resolução remota de problemas, então, é campeã em dificuldade, pois desafia a paciência tanto do usuário quanto do técnico em TI.

O Windows 7 oferece Troubleshooting Packs que, aplicados às questões mais comuns, permitem aos usuários conduzir suas próprias investigações rumo à solução. Os administradores de TI também podem criar Troubleshooting Packs personalizados para problemas recorrentes ou aplicativos internos.

Para resolução remota, o Windows 7 tem o recurso Problem Steps Recorder. Ele permite a gravação de telas que ilustram, clique por clique, os passos que parecem ser a causa do problema. A capacidade de dar replay no cenário do problema facilita bastante o trabalho dos técnicos remotos, que podem se concentrar em identificar e resolver o problema.

3 – Segurança

O Windows XP – que é de longe o sistema operacional mais utilizado – fica bem atrás do Windows 7 no que diz respeito a controles de segurança. O Windows 7 tem controles de segurança – como ASLR (address space layout randomization), DEP (data execution prevention), UAC (user account control) e PMIE (Protected Mode IE) – que não existem no Windows XP.

O Windows 7 também tem o AppLocker, que deixa os administradores de TI definirem políticas restringindo que aplicações ou scripts podem rodar no PC. O controle de qual software pode rodar em um desktop melhora a segurança e simplifica o gerenciamento do sistema. O BitLocker e o BitLocker to Go permitem a esses administradores assegurarem-se de que os dados sensíveis estarão protegidos por criptografia, e podem ser facilmente gerenciados via Group Policy.

4 – Não é o Vista

A reputação do Vista é mais uma falha de marketing da Microsoft que o resultado de qualquer problema real com o sistema. O Windows 7 não é o “Windows Vista R2”, como alguns sugeriram, mas ele tem muitos dos mesmos elementos-chave que existem no Vista.

O lançamento do Windows Vista foi prejudicado por uma ausência de drivers e suporte de fornecedores – algo que a Microsoft deveria ter combatido de forma proativa desde o primeiro instante, antes de lançar o sistema no mercado. No entanto, muitas outras questões do Windows Vista foram de fato recursos não compreendidos, que a Microsoft deixou serem utilizados por competidores como a Apple para atacar o Vista em seu marketing.

5 – Suporte Longa Vida

Apesar de o Windows 7 ter superado o Vista, o Windows XP ainda tem mais que duas vezes a fatia de mercado das participações somadas do Windows 7 com o Vista. Mas a empresa não oferece mais apoio ao Windows XP SP2, nem a sistemas mais antigos, como o Windows 2000.

O Windows XP foi um sucesso fenomenal. A familiaridade e o nível de conforto do Windows XP, combinados com orçamentos mais apertados e o lançamento micado do Windows Vista, contribuíram para a extensão do sucesso deste velho sistema.

No entanto, agora que o Windows 7 está no mercado, muitas empresas buscam finalmente atualizar seu parque de hardware e atualizar o sistema operacional, para estar em dia com a nova década e tirar vantagem dos benefícios listados aqui – e aproveitar as tecnologias de software e hardware que simplesmente podem não funcionar com o Windows XP.

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Super Segredos de Software: uma dúzia de dicas para o Windows

Os softwares que você usa no dia-a-dia – como navegador, pacote de escritório, media players, o próprio Windows e seus acessórios – são muito mais poderosos do que você imagina. Eles estão carregados de recursos desconhecidos que tornam o micro mais fácil de usar, respondem a atalhos de teclado super-rápidos dos quais você nunca ouviu falar e aceitam plug-ins e extras que podem economizar minutos, talvez até horas, no seu dia-a-dia.

Mas encontrar todos estes atalhos e recursos ocultos geralmente significa perder tempo folheando manuais ou fuçando complexos sistemas de ajuda, e muitas das dicas mais úteis são justamente aquelas nas quais você nunca tinha pensado antes. Felizmente, você não precisa perder tempo procurando, nós fizemos isto por você. Continue lendo e aproveite nosso tesouro de segredinhos para seus programas favoritos.

Use a tecla Windows

Veja rapidamente a configuração da máquina: tecle Windows + Pause para abrir a janela de informações de sistema. Este atalho é especialmente útil se você estiver diagnosticando um PC e precisar consultar a configuração da máquina rapidamente.

Abra aplicativos da barra de tarefas: coloque os aplicativos que mais usa na barra de tarefas e você vai usar muito menos o mouse. Pressione a tecla Windows mais o número correspondente à posição do programa que quer abrir na barra para acessá-lo rapidamente. Windows + 1 vai abrir o primeiro atalho na barra de tarefas, Windows + 2 abre o segundo, e por aí vai.

De uma tela pra outra: Para trocar entre os modos de exibição rapidamente quando plugar seu laptop a um projetor ou monitor externo, tecle Windows + P

Rode programas em qualquer lugar: Você pode executar aplicativos sem tirar as mãos do teclado e sem perder tempo fuçando o menu Iniciar para encontrá-los. Aperte a tecla Windows para abrir o menu Iniciar, digite parte do nome do programa para encontrá-lo e tecle Enter para abrir. Também funciona com documentos e outros arquivos

Conserte os probleminhas

Não perca seu trabalho por causa das atualizações automáticas: O Windows Update força o PC a reiniciar após uma atualização do sistema operacional. E se você estiver longe de sua mesa com algum documento não salvo, irá perdê-lo por causa disso. Para impedir que isso aconteça abra o Windows Update no Painel de Controle, clique em Alterar Configurações e no menu escolha a opção Baixe atualizações mas me deixe escolher quando instalá-las. Assim você nunca mais vai sofrer com um “reset” inesperado.

Mude a pasta padrão do Windows Explorer: cansado de tantos clique no Windows Explorer só para chegar até aquela pasta que você usa regularmente? Economize tempo e cliques fazendo o programa abrir sua pasta favorita por padrão. Clique com o botão direito sobre o ícone do programa na barra de ferramentas, clique novamente com o botão direito no item Windows Explorer e clique em Propriedades. No campo Destino adicione um espaço e o caminho completo até a pasta ao fim do comando ‘%windir%\explorer.exe’. Deve ficar assim: ‘%windir%\explorer.exe C:\Users\Seu Usuário\Sua Pasta’.

Não sabe o caminho até a pasta? Clique com o botão direito do mouse sobre ela, selecione Copiar. Agora volte ao campo Destino, adicione o espaço, clique com o botão direito e selecione Colar. Pronto!

Um único ponto de vista: o Windows irá se lembrar e respeitar as suas opções de visualização para cada pasta – algo incômodo se você prefere que todas elas sejam vistas da mesma forma. Para resolver abra uma pasta, defina o modo de exibição que quiser, clique no item Organizar no menu e escolha Opções de pasta e pesquisa. Selecione a aba Modo de exibição e clique no botão Aplicar às pastas. Pronto, agora todas as pastas vão seguir o mesmo modo de exibição que você definiu!

Desabilite o trackpad enquanto digita: se o trackpad de seu notebook está configurado para detectar um “tapinha” como um clique, você pode acabar mandando o cursor do mouse para longe se seu pulso acidentalmente roçar no trackpad enquanto digita. Instale o Touchfreeze, um utilitário gratuito que automaticamente desabilita o trackpad enquanto você digita, e você nunca mais terá esse problema.

Use a biblioteca local: O sistema de “Bibliotecas” de conteúdo do Windows 7 fornece uma forma fácil de organizar e acessar arquivos, mas elas ficam muito mais poderosas se combinadas à Win7 Library Tool, que permite que você adicione pastas que normalmente não são indexadas (inclusive pastas de rede) a uma biblioteca de sua escolha.

Remova cartões de memória sem esperar: a Microsoft espera que você use o item Remover hardware com segurança na bandeja do sistema antes de desplugar cartões de memória, pendrives e outros acessórios, mas esperar até que a remoção seja concluída é tão chato que às vezes dá vontade de simplesmente puxar o cartão. Não faça isso!

A chave para a remoção rápida é se certificar de que o Windows não está acessando (lendo e principalmente escrevendo) no cartão sem que você saiba. Se o sistema se comportar, você poderá remover o cartão quando bem entender sem correr o risco de corromper os dados.

Para isto vá em Iniciar, Computador e clique com o botão direito do mouse no pendrive ou cartão de memória. Clique em Propriedades, na aba Hardware, selecione o item no menu correspondente ao pendrive ou cartão e clique no botão Propriedades. Agora clique no botão Alterar Configurações, na aba Diretivas e selecione a opção Remoção Rápida. Pronto, agora você poderá simplesmente puxar um cartão sem ter de “remover com segurança”.

Técnicas da barra de tarefas

Restaure a barra de atalhos rápidos: o Windows 7 trouxe vários novos recursos para a barra de tarefas, mas eliminou a barra de atalhos rápidos. Felizmente, trazê-la de volta é fácil: clique com o botão direito do mouse na barra de tarefas e desmarque a opção Bloquear a barra de tarefas. Agora clique novamente com o botão direito do mouse na barra e escolha Barras de Ferramentas, Nova barra de ferramentas no menu. Na janela que surge digite %appdata%\Microsoft\Internet Explorer\Quick Launch no campo Pasta e clique no botão Selecionar Pasta. Pronto!

Arrastar e soltar na barra de tarefas: o comportamento do ícone de um aplicativo na barra de tarefas muda de acordo com as teclas modificadoras que estão pressionadas ao clicar nele. Segure Shift ao clicar em um ícone para abrir uma nova janela do aplicativo. Segure Ctrl + Shift para rodar o aplicativo como administrador. Arraste um ícone do desktop (ou de uma janela aberta) para o ícone do aplicativo na barra de tarefas para prendê-lo à lista de atividades do aplicativo, ou segure Ctrl para abrir o arquivo com o aplicativo.

Lidando com imagens

Lidar com imagens é prazeroso, mas há vários probleminhas que podem aparecer e atrapalhar a experiência, seja um computador que teima em não reconhecer uma câmera ou preview tão pequeno que fica impossível reconhecer as imagens. Veja como resolvê-los.

Transforme um negativo em um positivo

Eu tenho um negativo em preto-e-branco e preciso transformá-lo em uma imagem positiva. Como faço isso?

Isso é fácil de fazer em praticamente qualquer scanner. Dê uma olhadinha no software que o acompanha e procure a opção que indica o tipo de material que está sendo escaneado. Escolhas típicas incluem foto colorida, jornal, ilustração e – esta é a que você precisa – negativo em preto-e-branco. Com isso o scanner irá digitalizar o negativo e fazer automaticamente a conversão necessária para exibí-lo como uma imagem “positiva” tradicional.

Problemas ao transferir fotos usando o Windows 7

Antes de comprar meu novo computador rodando uma versão de 64-Bit do Windows 7, eu costumava transferir fotos da câmera para meu velho PC usando um cartão SD e um leitor USB, mas agora o leitor não funciona mais. Mesmo ligando um cabo diretamente à câmera, não consigo baixar imagens. Qual o problema?

Isto é frustrante, mas não é o comportamento normal do Windows 7 – mesmo da versão de 64-Bit. No geral o Windows 7 é extremamente compatível com hardware e dispositivos como leitores de cartões e câmeras.

Esse problema levanta a dúvida: “Quão antigo é o equipamento? (câmera, leitor e cartão)”. Se for muito antigo, pode ser simplesmente “velho demais” para ser reconhecido pelo Windows 7. E quão velho é “velho demais”? Bem, se você comprou por volta de 2003 ou antes, podem haver problemas. Uma coisa que você pode tentar: rode o Windows Update e verifique se há atualizações disponíveis para seu leitor de cartão e câmera.

Além disso, visite o site do fabricante da câmera e veja se há algum software que você possa instalar. Mas no geral, não é necessário instalar nenhum software para usar um leitor ou câmera em qualquer versão moderna do Windows.

Por fim: o cartão funciona em um outro leitor? Pode ser mais fácil trocar o leitor por um modelo mais moderno (eles são baratos hoje em dia) do que ficar procurando a solução para um problema obscuro de compatibilidade.

Programas para trabalhar com arquivos NEF da Nikon

Qual é um bom programa para lidar com arquivos NEF produzidos por câmeras da Nikon? Posso usar o Adobe Photoshop Elements pra isso?

O Photoshop Elements lida com arquivos NEF sem problemas. .NEF é a extensão para os arquivos RAW produzidos por câmeras da Nikon, similar aos arquivos CRW e CR2 produzidos por câmeras da Canon. Tanto o Photoshop Elements quanto o Photoshop CS4 usam o Adobe Camera Raw Converter, um plug-in que permite importar arquivos RAW para o editor de imagens.

Mas você também pode trabalhar em arquivos .NEF em qualquer editor moderno. O Corel Paint Shop Pro, o Adobe Lightroom e mesmo programas simples como o Windows Live Photo Gallery. Além disso o Gimp, um popular e poderoso editor gratuito, trabalha com arquivos NEF se você instalar o plug-in UFRaw, igualmente gratuito.

Mudando o tamanho dos ícones de imagens no Windows 7

Recentemente atualizei o sistema operacional de meu PC do Windows Vista para o Windows 7. No Vista, eu podia ver minhas fotos no gerenciador de arquivos como ícones grandes. Mas agora sequer vejo os cabeçalhos das colunas a não ser que esteja na visualização “Detalhes”. Onde estou errando?

Os controles para mudar o modo de exibição das pastas no Windows 7 mudaram de lugar.

Se você olhar no canto superior direito da janela do gerenciador de arquivos, vai encontrar um menu chamado “Altere o modo de exibição” (é o terceiro ícone da direita para a esquerda). De lá você pode trocar o tamanho dos ícones, tornando mais fácil o gerenciamento de suas fotos. Além disso, o ícone do painel de visualização está ali do lado. Clique nele para ver uma amostra em tamanho grande da imagem selecionada.

Ajustando a resolução do scanner para fotos em alta qualidade

Decidi escanear minhas fotos para arquivá-las em formato digital. O scanner tem um controle de “DPI”, e leva muito mais tempo para escanear uma imagem a 600 dpi do que a 300 ou 150 dpi. É verdade que imagens com mais DPI tem mais resolução, para que eu possa imprimí-las como um pôster ou fazer recortes sem perder a qualidade?

É isso mesmo. O ajuste de DPI (que significa “dots per inch”, ou “pontos por polegada”) controla o quão grande a imagem será, em pixel. Suponha que sua foto original tem 3 polegadas (7.62 centímetros) de largura. Se você escaneá-la a 150 dpi, a versão digital terá 240 pixels de largura. Mas se você escaneá-la a 300 dpi, ela terá 900 pixels de largura. Portanto, quanto maior a resolução no scanner, mais detalhes você conseguirá capturar, o que permitirá impressões em tamanhos maiores.

Claro que há alguns probleminhas. Por exemplo, existe um limite além do qual aumentar a resolução não fará nenhum efeito. Sua foto tem uma quantidade limitada de informação: escanear a 4000 dpi não trará nada a mais se o material de origem foi impresso a 300 ou 600 dpi, só vai fazer o arquivo ficar gigantesco. E muitos scanners podem ser configurados para resoluções muito além de sua verdadeira resolução óptica, o que não traz benefícios reais. Olhe o manual de seu scanner para saber qual a resolução real dele, e nunca vá além deste valor.

Personalize a tela de boas-vindas do Windows 7

Quando você inicia (ou desliga) o Windows 7, surge brevemente na tela uma imagem de boas-vindas, meio sem graça. Pois é hora de torná-la mais interessante.

Permita-me apresentar o WinBubble,  um utilitário gratuito para personalização do Windows que permite que você troque a image de boas vindas por seu papel de parede favorito ou qualquer outra imagem. Veja como:

1. Instale e rode o WinBubble
2. Clique na aba Windows 7
3. Dê uma olhada nos “Logon Backgrounds” disponíveis (obtidos a partir dos papéis de parede da máquina) e clique no que quiser usar. Você também pode clicar no botão Browse e escolher qualquer imagem no formato JPG disponível em seu HD.
4. Clique em Set para confirmar a escolhe, e em View para ver uma amostra de como vai ficar. Não está feliz com o resultado? Escolha outra imagem ou clique em Restore para voltar à original.

Pronto. Agora sempre que você iniciar ou desligar o Windows, verá a nova imagem. Ela irá aparecer por apenas alguns segundos, mas pelo menos é a imagem que você escolheu, em vez de uma definida pela Microsoft.

A propósito, o WinBubble é uma ferramenta poderosa que permite modificar um zilhão de outras opções do Windows. Sinta-se à vontade para explorar o programa, mas tenha em mente que ela é para quem sabe o que está fazendo. Prossiga com cuidado.

Livre-se dos incômodos do PC: dicas do Windows 7, Office e monitores

Algumas vezes os fabricantes de hardware e desenvolvedores de software fazem coisas estranhas, como incluir um cabo VGA com um monitor que deveria usar conexões HDMI, mudar um formato de arquivo ou insistir para que você aceite um contrato. Veja o que fazer.

Converta gravações de TV do Windows 7 para o formato DVR-MS

Apesar de alguns bugs incrivelmente chatos, a versão do Windows Media Center inclusa com o Windows 7 é sem dúvida a melhor de todas. A única reclamação é a mudança no formato dos vídeos gravados, do DVR-MS para o novo WTV.

O problema é que arquivos WTV são incompatíveis com as versões do Windows Media Center e Windows Media Player do Windows XP e Vista. Em outras palavras, se você quiser assistir a programas gravados em micros mais antigos da casa, “azar o seu”.

Quer dizer, há um “jeitinho”: a Microsoft colocou um conversor de WTV para DVR-MS escondido no Windows 7. Veja como usá-lo:

» Abra a pasta “Public Recorded TV”
» Clique com o botão direito no arquivo que deseja converter
» Escolha “Convert do DVR-MS Format”
» Espere

O processo pode demorar entre 5 a 30 minutos, dependendo do desempenho de seu computador e duração do vídeo. Quando estiver terminado, você vai encontrar uma versão em DVR-MS do arquivo logo abaixo da versão em WTV: procure o arquivo com o sufixo -DVRMS adicionado ao nome. Agora é só copiar este arquivo para seu micro com o XP ou Vista e aproveitar. Ele deve tocar sem problemas.

Faça o Office parar de lhe pedir para aceitar o Contrato de Licença

Algumas pessoas têm um problema exasperante: elas instalam o Microsoft Office 2003 em seu micro novinho equipado com o Windows 7, e a cada vez que abrem o programa, uma janela lhes forçam a aceitar o Contrato de Licença do programa.

Tá bom, Microsoft, ela aceita! Ela aceita!

Não vamos nos preocupar em descobrir porque esse bug acontece (afinal de contas, é um produto da Microsoft…), mas vamos corrigí-lo. A solução também funciona no Windows Vista.

Abra o Windows Explorer e encontre a pasta que contém os arquivos executáveis do Microsoft Office (os programas, e não os atalhos). Em meu micro eles estão em C:\Arquivos de Programas (x86)\Microsoft Office\Office11. Encontre os executáveis dos programas que exibem o problema. Vamos usar o Outlook como exemplo.

Clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do executável do Outlook e escolha a opção “Executar como Administrador”. O programa vai abrir e o contrato de licença vai surgir na tela. Aceite-o (será a última vez, prometo).

Feche o programa, aguarde alguns instantes e abra-o novamente do jeito com o qual você está acostumado, pelo atalho no Menu Iniciar ou no Desktop. Pronto! Nada mais de contrato!. Repita o processo para quaisquer outros programas que exibam o mesmo problema.

Escolha entre conexões VGA, DVI e HDMI para seu monitor

Um leitor recentemente comprou um computador Dell que veio com um monitor LCD de 21.5 polegadas. Embora esse monitor tenha entradas VGA, DVI e HDMI, a caixa continha apenas um cabo VGA – mesmo que as instruções de instalação recomendassem uma conexão DVI ou HDMI! Ele quer saber o motivo, e se vale a pena comprar um outro cabo.

Vou começar respondendo à segunda pergunta.

Recomendo sim usar um outro cabo para conectar seu monitor ao seu PC. Entretanto, você não precisa se preocupar com cabos HDMI a não ser que esteja planejando assistir a filmes em Blu-ray (se seu PC tiver uma saída HDMI e um leitor de Blu-ray). Mesmo nesse caso, uma conexão DVI suporta o protocolo HDCP, necessário para exibição de conteúdo “protegido” no PC. Mas  HDMI é a melhor opção se você pretende conectar seu PC a uma TV de alta definição.

Eu escolheria um cabo DVI. Ele lhe dará sinal digital perfeito (VGA é analógico) e uma imagem muito mais nítida em resoluções mais altas. Seu monitor Dell ST2210 tem uma resolução nativa de 1920 x 1080 pixels, que é a que deve usar. Não se preocupe pois o cabo não vai custar uma fortuna: ele pode ser facilmente encontrado em sites de comércio eletrônico por cerca de R$ 50. Fuja dos cabos “profissionais” e “banhados a ouro” que podem custar mais de R$ 300: eles não têm vantagem nenhuma.

Mas voltando ao assunto, por que a maioria dos monitores vem apenas com um cabo VGA? VGA é o tipo de conexão de vídeo mais comum em todo mundo, e portanto os cabos, produzidos em larga escala, são baratos. Os vendedores poderiam incluir no pacote também um cabo DVI, mas aí pelo menos um deles seria desperdiçado.

25 anos de MS Windows

Windows 1.0: a interface era multitarefa, mas os programas só podiam ser abertos lado a lado

Windows 1.0: a interface era multitarefa, mas os programas só podiam ser abertos lado a lado

O Windows 1.0 era uma tosca interface gráfica que rodava sobre o MS-DOS. Quase ninguém o usou. Mas foi o início do mais bem sucedido sistema operacional para computadores pessoais de todos os tempos.

Um quarto de século depois daquela versão inicial, o Windows é a origem de 91% dos acessos à internet. É um número que fala por si. Mas voltemos à versão 1.0. Ela começou a ser vendida em 20 de novembro de 1985, dois anos depois de Bill Gates ter feito um primeiro anúncio sobre o produto. É bom observar que aquele primeiro anúncio aconteceu antes do lançamento do Macintosh – mas depois do Lisa, o primeiro e fracassado computador com interface gráfica da Apple.

O Windows 1.0 vinha em disquetes de 360 KB. Era preciso ter o MS-DOS para instalá-lo, já que a interface gráfica funcionava como extensão desse sistema operacional. Foi a primeira tentativa da Microsoft de implantar um ambiente operacional multitarefa com interface gráfica nos PCs. No Windows 1.0, vários aplicativos podiam ser abertos ao mesmo tempo, mas as janelas só podiam ser vistas lado a lado. Somente as caixas de diálogo podiam se sobrepor a outras janelas. Diz a lenda que essa restrição era intencional. Seria uma maneira de evitar acusações de que a interface do Windows era uma cópia da do Macintosh. Como sabemos, a precaução foi inútil, já que as acusações vieram mesmo assim.

Em 1985, como não havia ainda aplicativos feitos especialmente para o Windows, rodavam-se os programas criados para o MS-DOS. Aliás, a falta de bons aplicativos foi uma das razões porque o Windows não teve sucesso no início. Ainda demoraria cinco anos até o Windows cair no gosto dos usuários. A interface gráfica da Microsoft só decolou realmente depois da versão 3.0, liberada em 1990. Enquanto Redmond comemora o aniversário, confira abaixo dois vídeos sobre o Windows 1.0. O primeiro traz Steve Ballmer como garoto-propaganda. A qualidade da imagem é ruim, mas vale a pena vê-lo mesmo assim.

Abaixo segue a lista das principais versões do Microsoft Windows:

Windows 1.0x

O Windows 1.01 era uma interface gráfica bidimensional para o MS-DOS e foi lançado em 20 de novembro de 1985. Era necessário o MS-DOS 2.0, 256 KB RAM e um disco rígido. Naquela altura, o MS-DOS só conseguia suportar 1 MB de aplicações. Era uma primeira tentativa de criar um sistema multitarefa. Nessa época, instalado em computadores XTs que tinham apenas 512 KB de memória, ocupava praticamente toda a memória disponível. O Windows 1.01 não foi nenhum grande sucesso comparado com seus sucessores da década de 1990, devido à limitação do hardware da época. Inicialmente, ele foi lançado em quatro disquetes de 5.25 polegadas, de 360 KB cada um. Continha o Reversi (jogo), um calendário, bloco de notas, calculadora, relógio, prompt de comando, Write, Control Panel, Paint e programas de comunicação. Permitia a utilização de mouse, janelas e ícones. Nesta versão ainda não havia sobreposição de janelas.

Windows 2.xx

O Windows 2.03 foi lançado em 1 de novembro de 1987 e praticamente tinha a mesma interface do Windows 1.0x, com a diferença de apresentar mais recursos, ferramentas e maior paleta de cores, embora os computadores daquela época fossem ainda muito lentos quando se utilizava interface gráfica de boa qualidade. Permitia a sobreposição de janelas, e estas podiam ser maximizadas e minimizadas. Era apresentado em oito disquetes de alta densidade de 5,25″, de 360 KB cada um.

Em 27 de maio de 1988, foi lançado o Windows 2.10, que era apresentado em sete disquetes de dupla densidade, de 3,5″ de 720 KB cada, e era nada mais do que o Windows 2.03 reformulado.

Existiam duas versões especiais do Windows 2.10:

  • Windows 2.10/286 – foi lançada para aproveitar todos os recursos dos microprocessadores 286;
  • Windows 2.10/386 – foi lançada para aproveitar todo o potencial dos microprocessadores 386.

Existia uma outra versão da família Windows 2.xx, o Windows 2.11, que foi lançada em março de 1989, com pequenas mudanças em gerenciamento de memória, melhor impressão e drivers Postscript.

Windows 3.xx

O Windows 3.00 foi o primeiro sucesso amplo da Microsoft e foi lançado em 22 de maio de 1990. Ao contrário das versões anteriores, ele era um Windows completamente novo. Tecnicamente hoje, esta versão é considerada o primeiro sistema gráfico da empresa. Era um sistema gráfico de 16 bits, mas ainda precisava ativar o MS-DOS para ativar o Windows. Substituiu o MS-DOS Executive pelo Gerenciador de Programas e o Gerenciador de Arquivos, que simplificavam as aplicações e tornavam o sistema mais prático. Melhorou bastante a interface, o gerenciamento de memória e o sistema multitarefa, e incluiu o suporte às fontes True Type. Conseguiu ultrapassar o limite de 1 MB do MS-DOS e permitiu a utilização máxima de 16 MB de aplicações. Naquela época era o único possível de compatibilizar todos os programas das versões anteriores. Utilizava o CPU Intel 80286 e Intel 80386. Também existia a versão 3.00a, que foi lançada em 31 de outubro de 1990.

Pode ter sido responsável pela saída do mercado de empresas como Novell e Lantastic, que dominavam como fornecedoras de NOSes (sistemas operacionais para redes) em plataformas cliente-servidor e ponto-a-ponto, respectivamente.

Existiam seis versões especiais do Windows 3.00:

  • Windows with Multimedia Extensions – foi lançada por vários fabricantes de periféricos multimídia, por isso ela não tem uma data certa de lançamento. Tinha recursos multimídia (semelhantes aos do Windows 3.10) e era um pouco mais estável.
  • Windows 3.10 – foi lançada em 6 de abril de 1992 e tinha softwares para multimídia e fontes True Type (aumenta muito o número de tipos de letras disponíveis) e era mais estável do que o Windows 3.00. Ela era apresentada em oito disquetes de alta densidade de 3,5″, de 1,44 MB cada. Nesta versão permitiu o uso de um maior número de línguas de trabalho, incluindo o cirílico e o japonês. O Minesweeper substituiu o Reversi.
  • Windows for Workgroups 3.10 – foi lançada em 28 de outubro de 1992 e era praticamente o Windows 3.10 com suporte a rede, fax modem e correio eletrônico. Ela era apresentada em nove disquetes de alta densidade de 3,5″, de 1,44 MB cada.
  • Windows 3.20 – nesta versão limitou-se em acrescentar o chinês como uma língua de trabalho.
  • Windows for Workgroups 3.11 – foi lançada em 8 de novembro de 1993 e era praticamente a revisão da versão anterior.
  • Windows for Pen Computing – foi lançada em abril de 1994 e tinha todos os recursos do Windows for Workgroups 3.11, mais o suporte a canetas para PCs.

Windows NT

O Windows NT foi lançado pela primeira vez pela Microsoft em 1993, com o objetivo principal de fornecer mais segurança e comodidade aos utilizadores de empresas e lojas (meio corporativo), pois as versões do Windows disponíveis até então não eram suficientemente estáveis e confiáveis. Era um sistema operativo de 32 bits, multitarefa e multiutilizador. A sigla NT significa Nova Tecnologia (New Technology, em inglês). Trazia a funcionalidade de trabalhar como um servidor de arquivos. Os NTs tinham uma grande estabilidade e tinham a vantagem de não ter o MS-DOS. A arquitetura desta versão era fortemente baseada no micronúcleo. Assim, em teoria, podia-se remover, atualizar ou substituir qualquer módulo sem a necessidade de alterar o resto do sistema. Cogita-se que boa parte do código fonte do Windows NT era baseado no OS/2, um sistema operacional desenvolvido conjuntamente pela Microsoft e IBM, mas desentendimentos entre as duas companhias levaram ao fim da parceria e a IBM passou a se dedicar sozinha ao OS/2 e a Microsoft ao Windows. O Windows NT também tinha elementos dos sistemas VMS e Lan Manager. Ele não era muito popularizado até o aparecimento do Windows 2000 (NT 5.0). O Windows NT também tinha sistemas de arquivos FAT, FAT32 e NTFS.

Existiam edições especiais:

  • NT 3.1 – era muito semelhante ao Windows 3.1. Foi lançada em 1993. Podia ser utilizada no Intel x86, DEC Alpha e MIPS CPUs.
  • NT 3.5 – foi lançada em 1994 e era semelhante ao NT 3.1.
  • NT 3.51 – foi lançada em 1995 e tinha uma interface semelhante ao Windows 3.1. Trouxe algumas inovações nas áreas de gestão e distribuição de energia. Podia executar um grande número de aplicações Win32 do Windows 95. Mas foi rapidamente ultrapassado porque não oferecia bons serviços de Internet.
  • NT 4.0 – foi lançada em 1996. Tinha uma interface semelhante ao Windows 95 e era mais estável, mas menos flexível que o Windows 95. Introduziu o Web Server, o Microsoft FrontPage, softwares de criação e gestão de web sites, o Microsoft Transaction Server e o Microsoft Message Queuing (o MSMQ melhora a comunicação).
  • NT 5.0 – só foi produzido em versão beta e posteriormente foi mudado para Windows 2000. Tinha uma interface semelhante ao Windows 98.

Este Windows permaneceu sem popularidade até o fim da era 9x/ME, quando foi lançado o Windows 2000. Nesta edição, também foi implementada a ideia de serviços (ou processos), no qual o sistema operacional trabalha a partir de serviços, tendo assim menores chances de travar, pois era possível reinicializar apenas um serviço ao invés da máquina por inteiro.

As versões deste Windows aceitam quatro tipos de sistemas de arquivos:

  • FAT 12 e 16 – Windows 1.0xx, Windows 2.xx, Windows 3.xx, Windows 95, Windows 98, Windows ME, Windows NT 3.xx e Windows NT 4.0;
  • FAT 32 – Windows NT 3.51 (com o PowerPack), Windows 95 OSR 2.x, Windows 98, Windows 2000, Windows XP e Windows Server 2003;
  • NTFS – Windows NT 3.xx, Windows NT 4.0, Windows 2000, Windows XP, Windows Server 2003, Windows Vista, Windows 7 e Windows Server 2008 R2.

Windows 95

Oficialmente, Windows 4.x. Foi lançado em 24 de agosto de 1995. Ele era um Windows completamente novo, e de nada lembrava os Windows da família 3.xx. O salto do Windows 3.0 ao Windows 95 era muito grande e ocorreu uma mudança radical na forma da apresentação da interface. Introduziu o menu Iniciar e a Barra de Tarefas. Nesta versão, o MS-DOS perdeu parte da sua importância, visto que o Windows já consegue ativar-se sem precisar da dependência prévia do MS-DOS. As limitações de memória oferecidas ainda pelo Windows 3.0 foram praticamente eliminadas nesta versão. O sistema multitarefa tornou-se mais eficaz. Utilizava o sistema de ficheiros FAT-16 (VFAT). Os ficheiros (arquivos) puderam, a partir de então, ter 255 caracteres de nome (mais uma extensão de três caracteres que indica o conteúdo do arquivo, facilitando assim sua identificação e podendo ser associado para abertura em determinados programas). O salto foi enorme e o lançamento foi amplamente divulgado pela imprensa, inclusive pelas grandes redes de televisão.

Existe uma outra versão do Windows 95 lançada no início de 1996, chamada de Windows 95 OEM Service Release 2 (OSR 2), com suporte nativo ao sistema de arquivos FAT32. A partir da revisão OSR 2.1, o Windows 95 incluía o suporte nativo ao Barramento Serial Universal (USB) e Ultra DMA (UDMA).

Foi lançada ainda uma versão especial, o Windows 95 Plus!, com um pacote de diferentes temas visuais e sonoros para personalização do sistema operacional. Esta versão também incluía o navegador Internet Explorer.

Windows 98

Esta versão foi lançada em 25 de junho de 1998. Foram corrigidas muitas das falhas de seu antecessor. A maior novidade desta versão era a completa integração do S.O. com a Internet. Utilizava o Internet Explorer 4. Introduziu o sistema de arquivos FAT32 e começou a introduzir o teletrabalho (só foi possível devido a integração da Web). Melhorou bastante a interface gráfica. Incluiu o suporte a muitos monitores e ao USB (Universal Serial Bus). Mas, por ser maior do que o Windows 95 e possuir mais funções, era também mais lento e mais instável. Nessa versão, nasce a restauração de sistema via MS-DOS (scanreg.exe /restore). A restauração de sistema visava corrigir problemas, retornando o computador a um estado anteriormente acessado (ontem, antes de ontem, etc.).

Windows 98 SE

O Windows 98 Segunda Edição foi lançado em 1999 e visava corrigir as falhas (bugs) e resolver os problemas de instabilidade do Windows 98. Incluía drivers e programas novos. Substituiu o Internet Explorer 4 pela versão 5, que era mais rápida, e introduziu a Internet Connection Sharing, que permite a partilha de uma “rede de internet” para muitos computadores. Acrescentou também o NetMeeting 3 e suporte a DVD. Muitos utilizadores classificam este sistema como um dos melhores da Microsoft, apesar de se tratar de um sistema operacional sem suporte a multitarefa real, e ainda tendo o DOS como o seu núcleo principal.

Windows Odyssey

Entre 1999 e 2000, a Microsoft estava desenvolvendo um sistema operacional que foi cancelado, o Windows Odyssey. Ele sucederia o Windows 2000, mas a Microsoft não quis seguir adiante com a ideia. Até hoje, nada foi anunciado a respeito, a não ser o aviso que o mesmo estaria cancelado. No lugar do Windows Odyssey veio o Windows XP. Informações indicam que o Windows Odyssey se tornou o Windows Vista. Se esta informação for verdadeira, a Microsoft talvez teria cancelado temporariamente o sistema por ser muito à frente de seu tempo, ou necessitava de um hardware que na época era inacessível. Embora existam rumores, nunca se saberá de fato como foi e por que desta parada imediata.

Windows Neptune

O Windows Neptune (em português, WIndows Netuno) era uma versão do Microsoft Windows de 32 bits que foi desenvolvida entre janeiro de 1999 e janeiro de 2000, lançada em 25 de dezembro de 1999, sendo projetada como uma versão Home Edition do Windows 2000, já que este sistema operacional era direcionado a empresas e as pessoas não sabiam como usufruir de tantos recursos não necessários a elas. Se o projeto fosse continuado, seriam removidos os aplicativos empresariais, e o computador se tornaria muito mais multimídia. Após a Microsoft parar (ou abandonar, como é dito por muitas fontes) o desenvolvimento do sistema, muitas ideias não incluídas nele e no Windows 2000 foram postas em prática no projeto Whistler (lançado em 2001 como Windows XP) . E a Microsoft lançou outro sistema operacional para usuários baseado em DOS, o conhecido Windows ME.

Windows 2000

O lançamento desse Windows ocorreu em 17 de fevereiro de 2000 (apesar do sistema estar datado 1999), que também era chamado de Windows NT 5.0 na sua fase beta e marcou o começo da era NT para usuários comuns. Sofreu problemas de aceitação no mercado, devido a falhas de segurança, como por exemplo, o armazenamento de senhas em um arquivo próprio e visível, o que facilitava a ação de crackers e invasores. Em relação aos Windows anteriores, sua interface gráfica apresentava sutis diferenças, como um tom caque nos menus e na barra de tarefas, e ícones redesenhados, o mesmo que o ME usaria tempos depois. Apesar dos problemas iniciais, trata-se de um sistema operacional bastante estável em 32 bits, multiusuário e multitarefa real. E por um bom tempo muitos o preferiram em relação ao seu sucessor, o XP.

Nesta versão foi iniciada a criação e utilização de um novo sistema de gerenciamento, baseado em LDAP, chamado pela Microsoft de Active Directory, o que trazia diversas funções, como suporte a administração de usuários e grupos (como no NT 3.51 e 4.0), além das novas opções como: computadores, periféricos (impressoras, etc) e OU’s (Organization Unit).

Versões: Professional, Server, Advanced Server, Datacenter Server, Small Business Server.

Windows ME

Foi lançado em 14 de setembro de 2000, sendo esta a última tentativa de disponibilizar um sistema baseado no antigo Windows 95. Essa versão trouxe algumas inovações, como o suporte às máquinas fotográficas digitais, aos jogos multi jogador na Internet e à criação de redes domésticas (Home Networking). Introduziu o Movie Maker e o Windows Media Player 7 (para competir com o Real Player) e atualizou alguns programas. Introduziu o recurso Restauração de Sistema (que salvava o estado do sistema em uma determinada data, útil para desfazer mudanças mal sucedidas) e o Internet Explorer 5.5. Algumas pessoas creem que esta foi apenas uma terceira edição do Windows 98 e que foi apenas um produto para dar resposta aos clientes que esperavam por uma nova versão. Muitas pessoas achavam-no defeituoso e instável, o que seria mais tarde comprovado pelo abandono deste segmento em função da linha OS/2-NT-2000-XP. Na mesma época foi lançada uma nova versão do Mac OS X e a Microsoft, com receio de perder clientes, lançou o Windows ME para que os fãs aguardassem o lançamento do Windows XP.

Windows XP

Lançada em 25 de outubro de 2001, essa versão é também conhecida como Windows NT 5.1. Roda em sistemas de arquivo FAT32 ou NTFS. A sigla XP deriva da palavra eXPeriência (eXPerience).

Uma das principais diferenças em relação às versões anteriores é quanto à interface. Trata-se da primeira mudança radical desde o lançamento do Windows 95. Baseada no OS/2 da IBM, cujos alguns direitos são compartilhados entre a IBM e a Microsoft e, seguindo a linha OS/2-NT-2000-XP, a partir deste Windows, surgiu uma nova interface. Nota-se uma melhoria em termos de velocidade em relação às versões anteriores, especialmente na inicialização da máquina. O suporte a hardware também foi melhorado em relação às versões 9x-Millenium, abandonada definitivamente.

Esta versão do Windows foi considerada por diversos anos como a melhor versão lançada pela Microsoft para usuários domésticos; possui uma interface bastante simples e inovadora. Como acontece na maioria dos lançamentos de nova versão de Sistema Operacional, o aumento nos requisitos mínimos de recursos (como 128 MB de memória RAM) pode ser considerado entrave no início de suas vendas.

Versões: Home, Professional, Tablet PC Edition, Media Center Edition, Embedded, Starter Edition, 64-bit Edition.

O nome de código desta versão, antes do lançamento, era Whistler.

Windows Server 2003

Versão do Windows lançada em 24 de abril de 2003, também conhecida como Windows NT 5.2, é o sucessor do Windows XP para o ambiente corporativo. Novidades na área administrativa, Active Directory e automatização de operações. Esta versão do Windows é voltada principalmente para servidores e empresas de grande porte. Possui recursos de servidores na ativa e garante a segurança de dados.

Versões: Web Edition, Standard Edition (x32 e x64 bits), Enterprise Edition (x32 e x64 bits), Data Center Edition x64, Small Business Server (x32 e x64 bits), Windows Server 2003 R2 (x32 e x64 bits)(Nesta versão foram introduzidas muitas novidades se comparado ao seu antecessor).

Windows Vista

Também conhecido como Windows NT 6.0 e pelo nome de código Longhorn, o Windows Vista tem seis versões, uma delas simplificada e destinada aos países em desenvolvimento. Foi lançado em novembro de 2006 e suas vendas ao público começaram em 30 de janeiro de 2007.

As seis edições diferentes do Windows Vista foram projetadas para se ajustar ao modo como o usuário pretende usar seu PC. Ele tem uma interface intitulada Windows Aero, com recursos de transparência, sistema de alternância 3D de janelas chamado Flip 3D (ativado pelo atalho Logotipo do Windows + Tab) e visualização de miniaturas ao passar o mouse sobre um item na barra de tarefas e na alternância através do comando Alt+Tab. O Aero Glass não é disponibilizado nas versões Starter e Basic.

Além das inivações gráficas, o Windows Vista inovou ao incluir o Windows Media Center como um “centro” de entretenimento digital nas versões a partir do Home Premium. Também trouxe diversas ferramentas integradas para segurança, como o Windows Defender e o Windows Firewall (presente a partir do Windows XP Service Pack 2). Além disso, é nativamente preparado para a alta definição.

A versão básica e popular do Windows Vista (limitada): Vista Starter Edition, destinada aos mercados emergentes e países em desenvolvimento.

São duas versões destinadas ao usuário doméstico: Vista Home Basic e Vista Home Premium.

As duas versões voltadas para o público corporativo são: Vista Business (projetado para atender às necessidades de empresas de todos os portes) e Vista Enterprise (necessidades de grandes empresas globais).

A versão Ultimate é a edição mais abrangente do Windows Vista. Reúne todos os recursos de infra-estrutura avançados de um sistema operacional empresarial, todos os recursos de gerenciamento e eficiência de um sistema operacional móvel, e todos os recursos de entretenimento digital de um sistema operacional voltado ao consumidor.

As inovações e melhorias na interface e utilização do Sistema Operacional exigiram maior capacidade do hardware, o que provocou a manutenção do Windows XP em boa parte dos computadores. O Windows Vista Ultimate Edition é a versão do Windows Vista que mais requer recursos do computador. Para que o desempenho seja razoável, a Microsoft recomenda um processador de 1.8Ghz (preferencialmente Dual-Core) e 1GB de memória RAM, sendo necessária uma placa de vídeo compatível com o DirectX 9.0, pixel shader 2.0 e 128MB de memória de vídeo para usufruir da transparência das janelas de Flip 3D (Windows Aero).

Ademais, devido as modificações no núcleo e no código feitas no Windows Vista, durante o período inicial houve grande incompatibilidade de driver de dispositivo para os periféricos do computador, que foi em boa parte solucionada ao longo do tempo com o lançamento de drivers compatíveis pelos fabricantes.

Com os erros e acertos do Windows Vista, a Microsoft passou então a desenvolver seu sucessor, o Windows 7, com todas as suas funcionalidades, acrescidas de melhorias, porém atenta a paridade entre o nível de recursos de hardware exigido e o presente no mercado de forma geral, bem como o uso de retrocompatibilidade de drivers do Windows Vista.

Windows Server 2008

Versão mais recente do Windows Server, lançada em 27 de fevereiro de 2008.

  • Windows Server 2008 Standard Edition

Em substituição ao Windows Server 2003, foi projetada para fornecer serviços e recursos para outros sistemas em uma rede. O sistema operacional tem um abundante conjunto de recursos e opções de configuração. O Windows Server 2008 Standard Edition dá suporte a 2-way e 4-way SMP (multiprocessamento simétrico) e a até 4 GB de memória em sistemas de 32 bits e 32 GB em sistemas de 64 bits.

  • Windows Server Enterprise Edition

Tal versão estende os recursos fornecidos no Windows Server 2008 Standard Edition para proporcionar maior estabilidade e disponibilidade, e dar suporte a serviços adicionais como o Cluster e Serviço de Federação do Active Directory. Também dá suporte a sistemas de 64 bits, memória RAM hot-swap e non-uniform memory access (NUMA). Os servidores Enterprise podem ter até 32 GB de RAM em sistemas x86 e 2 TB de RAM em sistemas de 64 bits e 8 CPUs.

  • Windows Server 2008 Datacenter Edition

Versão mais robusta do Windows Server 2008 com aperfeiçoamentos nos recursos de cluster e suporte a configurações de memória muito amplas, com até 64 GB de RAM em sistemas x86 e 2 TB de RAM em sistemas de 64 bits. Tem requisito mínimo de CPU e pode dar suporte a até 64 CPUs.

  • Windows Web Server 2008

Versão Web Edition do Windows Server 2008. Projetada para fornecer serviços web para a implantação de sites e aplicativos, essa versão do servidor só dá suporte a recursos relacionados com a web. Especialmente, ela inclui o Microsoft .NET Framework, o Microsoft Internet Information Services (IIS), o ASP.NET, além do servidor de aplicativos e recursos de balanceamento de carga de rede. No entanto, não possui vários outros recursos, incluindo o Active Directory, e exige a instalação do Server Core para obter alguma funcionalidade padrão. O Windows Web Server 2008 dá suporte a até 2 GB de RAM e 2 CPUs.

  • Windows Essential Business Server 2008

Para médias empresas.

Windows 7

Anteriormente com o codenome Vienna, este sucessor do Windows Vista inclui uma série de novos recursos e melhorias. Teve sua versão Beta lançada em janeiro de 2009 para todos aqueles que se interessassem em testá-lo (conhecidos como Beta-Testers), sendo distribuído gratuitamente pela Microsoft em seu site (versão em inglês). Na versão Beta já se pode perceber pequenas mudanças, como maior integração a processador de múltiplos núcleos e inicialização mais rápida. Apresentou ainda uma versão Release Candidate em maio de 2009 com diversas melhorias em relação à versão Beta e já bastante próxima à versão final, que foi lançada em 22 de outubro de 2009.

Inclui inovações na interface, utilizando ícones maiores na barra de tarefas (taskbar), semelhante ao Mac OS (dockstation), com maior nível de transparência em relação ao Windows Vista. Na nova barra de tarefas, o usuário pode fixar programas (como fazia nas versões anteriores através da barra Inicialização Rápida), porém diferentemente, ao abrir um programa fixado, o mesmo atalho se transforma na janela aberta, não exibindo um segundo ícone na barra de tarefas. Além disso, ao clicar sobre um ícone na barra de tarefas e arrastar o mouse para cima com o botão pressionado, é exibida a Jump List, com uma série de atalhospróprios do programa e lista de arquivos exibidos recentemente por ele. Há também a função Aero Shake utilizada para minimizar ou maximizar todas as janelas, clicando na parte superior de uma janela (área transparente) e chacoalhando-a para os lados rapidamente. Também é possível redimensionar uma janela até as bordas superior/inferior, clicando e arrastando o mouse sobre a borda da janela. Também Aero Peek, retângulo transparente localizado na extremidade direita da barra de tarefas, que permite visualizar a área de trabalho ao passar o mouse sobre ele ou ir para a área de trabalho caso clicado. Nota-se também melhoria no reconhecimento de voz em relação ao Windows Vista. Na versão Ultimate é possível receber como atualização opcional outro idioma para o Windows como um todo. O Windows 7 é a versão mais recente e é vendido na maioria das lojas de informática e grandes magazines. O usuário pode conferir se seu computador tem capacidade para rodar o Windows 7 no site da Microsoft.

Windows CE

Versão minimalista que equipa dispositivos com sistemas embarcados como rádios automotivos, consoles de videojogos (Dreamcast), celulares, PDAs, palm top, robôs e TVs.