HD ‘mágico’ transforma 128 MB em 500 GB (mas não funciona, claro!)

Um homem foi até a fronteira da Rússia com a China para comprar, de um CONTRABANDISTA, um HD externo de 500GB. A probabilidade de dar alguma zebra era grande, muito grande. E adivinhem o que aconteceu quando o russo tentou utilizar o HD pela primeira vez: claro, não funcionou, era falso…

Quando o russo foi até a loja (vulgo contrabandista) onde havia comprado o HD, não conseguiu encontrar ninguém para trocar a mercadoria. Mas o que mais chama atenção foi a engenhoca que o falsificador montou para não ser descoberto. Depois de abrir o case, o russo encontrou um pequeno chip com uma memória de 128 MB programada para representar 500GB aos olhos de quem o plugasse em algum computador; e de quebra uns pesinhos para ninguém desconfiar da leveza.

E mais: se alguém resolvesse passar um arquivo de mais de 128 MB para dentro do HD, a memória forjaria espaço interno, alocando dados em cima de dados previamente armazenados. Ou seja, arquivo perdido na certa!

Se a moda pega…

Fonte: CrunchGear

Anúncios

Formatação do HD: quando fazer?

Uma solução popularmente recomendada por técnicos e entendidos de informática para problemas no computador é a formatação do disco rígido. Esta é uma prática radical, já que a formatação apaga todos os arquivos do HD para que o usuário possa reinstalar novamente o seu sistema operacional.

Ela é indicada para quando o computador apresenta diversos erros constantes, além da instabilidade geral. Isto ocorre por diversos motivos, entre eles, quando instalamos e desinstalamos programas em série, quando o computador é atacado por vírus, ou até mesmos por más práticas de uso do sistema.

Quando nem mesmo programas de manutenção geral do Windows dão jeito no sistema, como o CCleaner, que elimina o lixo do registro, e o JkDefragGUI, que faz a desfragmentação do HD, é a hora certa de formatá-lo e começar do zero.

Os cuidados pré formatação

Antes  de pensar em formatar seu computador, tenha em mente que este é o último recurso. O ideal é sempre evitá-lo, pois há alguns cuidados importantes que devemos ter antes e depois da formatação.

Quando o computador apresentar erros constantes, como congelamento ou a famosa “tela azul da morte”, verifique se eles são decorrentes de hardware, como memória RAM ou cooler. Passe uma borracha comum nos pentes de memória para eliminar alguma sujeira e trabalhe com a CPU aberta por um momento. Verifique se o cooler não para de funcionar. Caso esteja tudo bem com a parte de hardware, é hora de partir para a formatação.

Para aqueles quem possuem arquivos importantes, é necessário gravá-los antes de apagar por completo o disco rígido. Grave-os em um DVD ou passe-os para um disco rígido externo, afinal, ninguém vai querer baixar novamente toda a instalação do sistema. Não se esqueça também de salvar os favoritos do navegador.

Outro procedimento essencial é reservar o CD da placa mãe para instalar os drivers primários do computador ao final da formatação do disco rígido. A alternativa é utilizar o DriverMax, programa útil e que realiza o backup de todos os drivers já instalados no computador.

Prepare seu HD para a formatação

Quando o Windows começa a apresentar diversos erros que não são corrigidos nem com procedimentos de manutenção, é hora de formatar o computador e começar tudo de novo.

Existem duas maneiras para isso. A primeira pode ser feita antes da reinstalação do sistema operacional, a partir da ferramenta nativa do disco. Com esta ferramenta, o usuário pode particionar seu HD da maneira que achar mais conveniente.

O outro modo para se particionar e preparar seu disco rígido antes da instalação do Windows, ou outro sistema operacional, é por meio de um aplicativo. O GParted é um grande nome para este fim, já que é compatível com Linux, Mac OS X e Windows e possui boa aceitação entre os usuários.

Quem optar pelo Gparted encontrará tanto opções simples quanto avançadas para o processo de formatação e particionamento de disco. O programa executa a formatação nos formatos mais populares, como FAT16, FAT32, NTFS e EXT, e permite o redimensionamento, renomeação e exclusão de partições já existentes, além de executar testes em busca de erros no HD.

FAT32 ou NTFS?

Os formatos FAT32 e NTFS são os mais usados atualmente. Quem não conhece as diferenças entre os dois tem chances de escolher o errado. A principal diferença é que um HD formatado no sistema FAT32 suporta arquivos de no máximo 4 GB, o que significa que será impossível assistir aquele filme ripado em alta definição que está na internet e que ocupa cerca de 6 GB.

Ao contrário do FAT32, no NTFS não há limitação no tamanho dos arquivos que são salvos no HD. Ele também possui maior nível de segurança e suporta partições de até 2 TB em um único disco, além de ser mais rápido.

Como particionar com o GParted

Baixe o Gparted e grave-o em um disco utilizando uma ferramenta para gravação em imagens ISO. O Nero 9, o CDBurnerXP e o ImgBurn cumprem com eficácia esta etapa. Com o disco pronto, você deverá inseri-lo no drive e reiniciar o computador, configurado para dar o Boot pelo CD.

O sistema operacional não será carregado, mas sim a ferramenta do Gparted. Antes de usá-lo no ambiente gráfico, é preciso configurá-lo de acordo com suas preferências, como linguagem e modelo de teclado. Opções simples, mas importantes.

Após a configuração, o Gparted exibirá uma representação gráfica do disco rígido, com todas as partições. Os botões New e Delete adicionam novas partições e apagam as já existentes, respectivamente.

Para modificar o tamanho, basta clicar em Rezise/Move. Uma nova janela aparecerá, a partir da qual o usuário poderá modificar o tamanho das partições clicando nas setas laterais, ou então digitar manualmente o valor nos campos disponíveis.

HD lotado? Programa gratuito ajuda a visualizar o problema

O uso de gráficos em formato de pizza para mostrar as pastas que estão enchendo seu HD não é novidade. Mas se você não quer depender de programas como Glary Utilities e Tune Up Utilities, cheios de recursos, pode apostar no Disk Space Fan. Exclusivo para Windows, esse programa gratuito se dedica a vasculhar o HD e trazer os resultados em um gráfico de pizza dinâmico, que se adapta ao clique.

Em alguns testes rápidos com um HD de 400 GB, o Disk Space foi bem no rastreamento, mas o desempenho caiu durante a navegação pelos resultados. A solução, em alguns casos, foi fazer uma nova varredura do disco.

A versão “Pro”, com recursos como “identificação de arquivos duplicados”, entre outros, custa US$ 19,95.

Quer uma TV nova? Entenda a diferença entre as tecnologias

Todo ano de Copa do Mundo há uma explosão na venda de televisores. Mas nunca foi tão difícil escolher um aparelho novo, em meio a tantas tecnologias e opções. Plasma, LCD, LED e a novíssima 3D são as alternativas, que não excluem uma boa e velha televisão de tubo, em alguns casos (se o sinal não for em alta definição, por exemplo).

A onda agora é a busca pela alta definição. Com efeito, quem se acostuma às imagens HD (sigla inglesa para “high definition”) tem grande dificuldade para voltar ao esquema antigo. Até mesmo assistir a DVDs passa a ser um castigo para os olhos.

O ideal, claro, é assistir TV com a maior resolução de imagem possível. Mas a primeira limitação que o consumidor encontrará é a presença do sinal de alta definição. Se a sua cidade não dispuser de transmissão em HD (a tal “TV digital”, como é mais comumente chamada) e você não estiver a fim de gastar uma grana maior contratando um serviço de TV por assinatura em HD, não vale muito a pena dar uma turbinada tecnológica no televisor.

Agora, se o sinal de alta definição está ao seu alcance (ou ainda, se você também pretende dar grande uso à TV nova assistindo a filmes em DVD ou, melhor ainda, em Blu-ray), aí é o caso de começar a pesquisar que aparelho comprar. Convém, independentemente da escolha, buscar um aparelho que já possua o conversor para os sinais HD embutido. Praticamente todos os modelos mais recentes o possuem, mas há ainda nas lojas aparelhos mais antigos que não têm.

High definition

Antes de partir para a compra da TV, é importante entender a diferença entre a resolução que as imagens produzidas pelos aparelhos modernos podem alcançar. Há dois tipos de TV compatíveis com alta definição: as classificadas apenas como HD-Ready e as que possuem a funcionalidade Full HD (Full High Definition).

A rigor, para uma imagem ser considerada “alta definição”, ela precisa ter no mínimo 720 linhas horizontais. As linhas podem ser apresentadas de forma progressiva (todas simultaneamente para cada quadro) ou entrelaçada (as linhas pares são exibidas primeiro, e as ímpares depois, formando o quadro em dois tempos), e daí vem a letra (p ou i) que costuma acompanhar o número que indica a resolução da imagem. Os formatos mais comuns para transmissões de TV são o 720p e o 1080i. Já os discos Blu-ray usam, na maior parte das vezes, a resolução-padrão máxima adotada internacionalmente, o 1080p.

Esses números, entretanto, podem não ter correspondências com a resolução da televisão. Entre as TVs HD-Ready, por exemplo, o mais comum é a tela ter 768 linhas horizontais (que não se encaixam exatamente nem nos 720, nem nos 1080). Na prática, essas TVs costumam “aceitar” (e converter para sua própria resolução) sinais 720p e 1080i. Já os 1080p só podem ser exibidos em aparelhos Full HD, cuja resolução de tela é de 1920 x 1080 pixels.

De toda forma, seja qual for o modelo escolhido, se for HD-Ready já representará um grande evolução com relação às transmissões tradicionais. A TV analógica chega a apenas 480 linhas de resolução.

E para conseguir atingir a resolução máxima, os tais 1080p, todos os elementos — desde a produção da imagem até a visualização no televisor — devem utilizar tecnologia em Full HD. Portanto, é necessário possuir um televisor que consiga reproduzir o sinal de altíssima definição e, em conjunto ao aparelho, é preciso que a fonte do sinal digital também tenha resolução máxima, além do conteúdo exibido ter sido produzido em Full HD.

Se você chegou até aqui, é hora de decidir pela tecnologia adotada. Conheça abaixo cada uma.

Os modelos da série 7000, da Samsung, exibem imagens em 3D. Com tecnologia LED Full HD, os aparelhos permitem que qualquer imagem convencional seja convertida em 3D. O fabricante não divulga o preço, mas o modelo de 46 polegadas pode ser encontrado por R$ 7,4 mil.

Plasma

É a tecnologia mais “antiga” de televisores “finos” de alta resolução. O nome vem do princípio de funcionamento, que usa plasma (o quarto estado da matéria, basicamente um gás em que os elétrons são dissociados dos núcleos atômicos) para produzir as imagens.

Prós: O mais óbvio é o custo. São televisores grandes e, em termos comparativos, baratos. Mas também há outras grandes vantagens, como a alta taxa de renovação da imagem da tela (chegando a 600 Hz, unidade usada para designar a frequência de atualização da imagem), que permite a visualização mais natural de movimentos, e o alto nível de brilho e contraste, em comparação com o LCD.

Contras: Os modelos de plasma consomem mais energia que todos os outros. Além disso, são as telas mais “sensíveis”. Há o risco, por exemplo, de marcá-la em definitivo (o chamado efeito “burn-in”) quando a imagem fica congelada durante muito tempo – algo cada vez menos comum com os modelos mais recentes. E é complicado encontrar um aparelho que seja Full HD (ou seja, que tenha a resolução máxima adotada como padrão) e não seja gigantesco (50 polegadas ou mais).

Há uma crença de que os modelos de plasma apresentem pouca durabilidade, o que não é verdade. A Panasonic divulga, por exemplo, que a duração de um desses modelos seja de 100 mil horas de funcionamento, ou mais de 33 anos.

LCD

É hoje a alternativa mais comumente adotada de displays de alta resolução. Com uso de cristal líquido, a tecnologia é a mesma dos monitores de computador, aperfeiçoada para dar maior contraste, brilho e taxa de atualização de imagem.

Prós: Além de consumir menos energia que os televisores de plasma, os televisores LCD não possuem o problema do “burn-in” e não têm limitações quanto ao tamanho da tela: é possível fabricar modelos menores (26 polegadas, por exemplo) e fazer telas de médio porte já com resolução Full HD (32 polegadas para cima). Com isso, dão mais flexibilidade de escolha ao consumidor.

Contras: Os principais pontos fracos dos LCDs são a baixa taxa de atualização da imagem (os modelos mais arrojados vão a 240 Hz, mas ainda longe dos 600 Hz dos televisores de plasma) e a dificuldade de imprimir maior brilho e contraste ao televisor, a despeito dos avanços em anos recentes.

LED

A “última bolacha do pacote” em termos de TV: consiste basicamente numa tela LCD convencional “iluminada por trás” por LEDs (diodos de emissão de luz, na sigla inglesa). A tecnologia faz os outros televisores “finos” parecerem tão gordos quanto Ronaldo Fenômeno: os televisores LED têm espessura de cerca de 3 cm, para modelos com até 55 polegadas.

Prós: Design mais sofisticado, contraste e brilho muito melhores que os do LCD convencional e baixo consumo de energia são os grandes destaques.

Contras: O preço é ainda muito salgado e a taxa de atualização da tela segue com as mesmas limitações do LCD convencional. Alguns modelos vão a 480 Hz, mas ainda perdem, nesse quesito, dos displays de plasma.

3D

O futuro dos televisores pode ser a tecnologia 3D. Ou não. Já existem dois fabricantes comercializando essas TVs no Brasil (modelos LED com transmissão de imagens tridimensionais), mas é complicado justificar sua aquisição no momento, por conta da baixa quantidade de conteúdo em 3D disponível e o alto preço dos equipamentos.

Talvez isso mude nos próximos anos, mas no momento faz pouco sentido adquirir um aparelho desses. É um investimento para o futuro.

A rota do mercado

Hoje em dia, para os displays de alta definição, o plasma é o modelo mais comum de entrada, pelo custo, mas a maior fatia do mercado vai para o LCD.

As empresas fabricantes, entretanto, esperam uma mudança neste quadro, que está começando agora. “O LED vai assumir em algum tempo o papel do LCD. E o plasma tem uma tendência de ir diminuindo pouco a pouco, é um mercado que já está estagnado. Ele está lá porque é um primeiro preço. Mas com evolução do LED, ele também ficaria um pouco mais distante”, afirma Rafael Cintra, gerente sênior de área de TVs da Samsung, empresa que foi pioneira nos mercados de LED e 3D no Brasil. “A tendência é o LCD ocupar o lugar hoje tomado pelo plasma, e o LED ocupar o espaço atual do LCD.”

A expectativa é a de que o mercado de LED, que no ano passado representou 50 mil unidades vendidas no Brasil, salte para 1 milhão.

Já o 3D segue sendo uma aposta. Provavelmente irá se tornar algo grande, mas ainda precisará de alguns anos para se firmar completamente e para que se tenha uma noção do real potencial de mercado para a tecnologia. Por ora, a ideia segue sendo um grande negócio somente nos cinemas.

História do 1º servidor do Google

Em 1996, Larry Page e Sergey Brin, dois estudantes da universidade de Stanford, trabalhavam num projeto de digitalização de biblioteca (Digital Library Project) e necessitavam de uma grande quantidade de armazenamento para testar seus algoritmos do Pagerank em dados da internet. Naquela época, os maiores HD’s tinham apenas 4 GB de armazenamento. Page e Brin colocaram 10 Hd’s em um gabinete de baixo-custo, criando um total de 40 GB de armazenamento.

Em novembro de 1999, Google Inc., dono de um dos principais motores de busca na internet, providenciou a substituição da capacidade de armazenamento do projeto Digital Library Project para que o Google pudesse mover este equipamento montado por Page e Brin para seu espaço especial com a história da empresa.

Em setembro de 2000, Google mudou para Mountain View, operava 5000 PCs para busca e varredura da internet, usando o sistema operacional Linux.