Saiba como funciona no iPhone 4 o Bluetooth e o compartilhamento de internet 3G

  • O iPhone 4 pode compartilhar internet 3G por cabo e wireless?

Sim, se o usuário utilizar as operadoras Claro, TIM e Vivo. A função é chamada de Compartilhamento de Internet (Internet Tethering) e pode ser encontrada em Ajustes -> Geral -> Redes. Ela transforma o iPhone 4 num modem 3G e é possível utilizar a internet em outros dispositivos a partir dele pelo cabo USB que acompanha o aparelho ou via Bluetooth.

  • Ele tem Bluetooth capaz de transmitir dados e aplicativos para outros aparelhos?

No caso de aplicativos, não e no de dados, sim, mas com algumas restrições. Segundo a Apple, existem mais de 20 perfis de uso do Bluetooth e nem todos estão disponíveis no iPhone 4 (e gerações anteriores do smartphone).

Uma tarefa corriqueira para quem usa aparelhos de outras marcas é trocar arquivos com amigos pelo Bluetooth. O smartphone da Apple, no entanto, transfere apenas alguns tipos de arquivos – e sempre via aplicativos. Por exemplo, você pode compartilhar fotos pelo aplicativo PhotoShare.

Outras aplicações do Bluetooth no iPhone 4 são a de conexão com dispositivos do tipo handsfree, teclados, rádios automotivos e controles. Para todas elas, sempre é necessário que um aplicativo faça a integração entre os dois dispositivos e que a opção Bluetooth esteja ativada.

Para quem gosta de jogos, o Bluetooth ajuda ainda a criar uma rede para games com múltiplos jogadores. Da mesma forma que para os dispositivos citados anteriormente, é pelo jogo instalado nos aparelhos que o Bluetooth ”encontra” os outros aparelhos.

  • Quando eu habilito o Bluetooth, o iPhone 4 não consegue achar nenhum celular, alguém sabe por quê?

Como foi dito na resposta anterior, o Bluetooth do iPhone utiliza apenas alguns dos vários perfis existentes para a tecnologia que habilita a comunicação sem fio entre dispositivos. Celulares de outras marcas conseguem detectar o aparelho da Apple, mas o contrário não acontece. Quando um celular tentar se conectar a ele, o iPhone informará que o aparelho não é compatível. Em relação a outros iPhones e produtos Apple, a conexão Bluetooth só acontece por intermédio dos aplicativos.

Além disso, apenas alguns dispositivos são compatíveis com iPhone (e também iPod Touch e iPad), portanto, verifique se o acessório com suporte Bluetooth que você vai comprar tem o selo “Made for iPhone”, iPad, etc.

  • Ele pode ser utilizado como pendrive sem necessidade de iTunes?

Não, a menos que você faça o jailbreak (prática que desbloqueia nos iPhones restrições impostas pela Apple) e utilize aplicativos não aprovados pela Apple.

Se o que você quer é acessar e editar arquivos de texto – com extensão .doc – pode usar programas como o Documents to Go e Good Reader, copiando os arquivos para seu iPhone.

  • Como transfiro a minha agenda de contatos de um aparelho para outro?

Se você usa um modelo anterior de iPhone, é possível passar os contatos pelo iTunes. Antes de tudo, você precisa fazer um backup, pelo próprio iTunes – além dos contatos, você salva imagens, vídeos, aplicativos, configurações – e depois restaura tudo no iPhone 4. Veja o passo a passo feito pela MacWorld Brasil para a tarefa.

Usar o serviço web Mobile Me também ajuda na sincronização dos e-mails, contatos e calendário – não importa de qual dispositivo você acessar essas informações (PC, Mac, iPhone, iPod Touch ou iPad).

Se seu celular não é Apple, a tarefa é um pouco mais complicada. Como o iPhone 4 usa um novo padrão de chip, menor que o da maioria dos outros celulares, a técnica de copiar tudo para o chip e depois importar os contatos para o iPhone já não funciona (a menos que você tenha coragem de cortar o chip e, nisso, correr o risco de perder todas as informações que estão nele).

Existem programas (como o DataPilot, US$ 29,95), que transferem os contatos do seu antigo celular para o Outlook. Depois, dá para usar o iTunes e sincronizá-los do Outlook com o celular. O problema é que alguns deles ficam “embaralhados” ou alguns dados, como telefone, não salvos de forma correta. Em alguns casos, o caracter ” / ” do Outlook desaparece quando vai para o iTunes.

Outra opção é o Google Sync, que sincroniza os contatos do Gmail com o iPhone.

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Tela insensível ao toque e bateria cansada podem ser ‘sintomas’ do seu próximo celular

Assim que um novo modelo de celular é lançado, a euforia em torno da novidade é tão grande que a compra pode se tornar uma frustração pouco tempo depois. Há quem não se adapte ao modelo ou se decepcione com as configurações. Também tem a tela touchscreen que se mostra insensível ao toque, a capacidade limitadíssima de armazenamento de dados e a bateria que insiste em terminar antes do dia, para citar alguns exemplos irritantes.

Confira neste post, dicas sobre o que deve ser levado em consideração na hora de trocar o aparelho.

Apesar de muitos problemas serem específicos do modelo, uma sugestão para todos os casos é: teste o aparelho antes de comprar. As operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, além da Nextel, permitem que o cliente manuseie os celulares nas lojas e, em alguns casos, use seu próprio chip para ter ideia do funcionamento completo. Além disso, visite fóruns e comunidades em redes sociais para saber os prós e contras de cada aparelho. Vale também conversar com amigos que tenham o modelo em vista, para que eles deem uma opinião isenta sobre seu objeto de desejo.

Para o designer de produto Jorge Gomes, de uma fabricante de eletrodomésticos, a indústria de celulares costuma arriscar em seus lançamentos porque, se uma novidade não for um sucesso, não haverá tanto impacto. “Celulares são produtos de alta tecnologia, produzidos em massa e com ciclo de vida relativamente curto. Alguns produtos ousados são lançados tanto para testar sua aceitação no mercado, quanto para aliar a marca do fabricante a um status de inovador”, explica o especialista.

Confira abaixo as reclamações mais comuns de usuários e alguns modelos em que os problemas aparecem. As assessorias de imprensa de todas as fabricantes citadas foram contatadas, mas somente a BlackBerry respondeu.

Tela insensível ao toque
A tela touchscreen trouxe a promessa de mais agilidade e praticidade ao manusear as funções do celular. A novidade começou com uma canetinha que ajudava a rolar e clicar nos ícones, mas com o iPhone o acessório foi abolido e substituído pelos dedos. O problema é que alguns modelos são pouco sensíveis ao toque, como o LG Cookie e Samsung Omnia.

“Me arrependi de comprar o LG Cookie. Comprei pela beleza e pela aparente tecnologia. Mas o touchscreen não é nada sensível. Tem que apertar com força ou ter unha comprida para funcionar”, reclama a advogada Mara Gomes.

Problema de software
Celulares como o iPhone (Apple), o N95 (Nokia) e o N97 (também Nokia) são exemplos de inovação tecnológica. A partir de seus lançamentos, o usuário ficou mais independente para fazer atualizações no aparelho, pois o download de software passou a ser disponibilizado na internet. O problema desses modelos é que suas primeiras versões “travavam” ou “resetavam”.

“Quando compro um celular, quero usar absolutamente todas as funções dele. Tenho o N95 e gosto muito, mas ele costuma travar em tarefas simples, como ao usar a câmera. Às vezes desligar e ligar o aparelho não adianta. É preciso retirar a bateria para que ele volte a funcionar”, contou o editor de vídeo Felipe Hannickel. “Quando comprei o celular, ele tinha um bug na lista de contatos. Baixei um software disponibilizado pela Nokia, mas é difícil e eles não dão nenhuma assessoria. O usuário precisa ter conhecimento tecnológico para não fazer besteira. Precisei recorrer a sites para saber o que fazer.”

A Nokia afirmou que o usuário pode ligar para o atendimento da Nokia (11 4003-2525) e pedir orientação sobre como agir para atualizar o software do aparelho.

Assim como Felipe recorreu à internet para tentar resolver o problema, são muitos os usuários que fazem o mesmo caminho para reclamar. Em uma comunidade do Orkut, o consumidor identificado como Diego conta o problema que enfrentou com seu aparelho. “Meu N95 estava funcionando normalmente, até que do nada ele liga e acende o backlight e as teclas do teclado da frente. Já o teclado numérico e o tocador ficam apagados. Depois a tela está preta e acesa e só desliga retirando a bateria. Já tentei o hard reset, mas não aparece nada.”

Pouca memória
A equação é simples. O Bluetooth permite a troca de dados entre aparelhos com essa mesma tecnologia. Se um consumidor compra um celular com Bluetooth, é bem provável que queira ter arquivos em seu aparelho. Logo, é necessário espaço para armazená-los. Ainda mais se o celular tem câmera, certo? Não no caso do Motorola i776, que vem com Bluetooth, mas possui 8 MB de memória interna.

Além disso, não é possível expandir a capacidade de armazenamento. “Comprei esse modelo, porque queria um aparelho que tivesse Bluetooth. Quando fui usar pela primeira vez percebi que não havia memória suficiente. Fui buscar um cartão para comprar e, para minha surpresa, descobri que não existe um compatível”, diz o jornalista Bruno Arraes.

Bateria fraca
Esse é um dos maiores problemas dos celulares modernos e algo impossível de ser testado antes da compra – a dica, aqui, é pesquisar na internet e perguntar aos amigos quanto dura a carga do aparelho. São tantas as funções e aplicativos, que a bateria não consegue atender à necessidade cada vez maior que os usuários têm de ficar conectados o tempo todo. Em alguns casos, é necessário levar o carregador de bateria para onde for.

“Todos os dias preciso recarregar a bateria do meu Nextel. O que a faz descarregar rapidamente é o maior tempo de uso do rádio, em vez do celular. Por isso tenho dois carregadores. Um fica sempre no trabalho e o outro dentro da mochila, que eu carrego para todo lado”, relata o analista de operações Alexandre Lago, dono de um Motorola i465.

Tradução
Os celulares chineses, como MP6 e MP7, vendidos no comércio informal, podem passar a ideia de um bom negócio. Apresentam várias funções, como MP3 player, TV, acesso à internet e jogos, por um preço bastante baixo. Mas, além da falta de garantia, o usuário precisa se adaptar a traduções de software que parecem ter sido feitas por um tradutor automático. Exemplos:

MP3 Player = Jogador de MP3
Ok = Está bem
Play a Song = Jogar uma música

Projetos
“Questões relativas à usabilidade do produto estão bastante ligadas ao seu design, mas limitações técnicas costumam impedir que a melhor solução seja implementada no produto”, explicou o designer de produto Jorge Gomes. “Alguns modelos são produzidos para parecer modernos, mas não são nada práticos e chegam a confundir os usuários.” Como exemplo dessas deficiências, o especialista cita os modelos Blackberry Pearl e Motorola Backflip.

“A solução de deslizar para o lado, do Motorola Backflip, é usada por diversos outros aparelhos. O problema não é a mudança de direção de abertura, mas a falta de indicação ao usuário de como deve proceder para exibir o teclado. Todo produto deveria ser intuitivo”, afirmou o especialista. Já o Blackberry Pearl, segundo ele, parece ser resultado do duelo limitação técnica X situação ideal. “Como oferecer um teclado completo num produto com 20 teclas? Eles usaram a ideia de duas letras por tecla, o que não é tão bom quanto um teclado completo, mas melhor que o teclado convencional de celulares.”

O escritório regional da BlackBerry respondeu à crítica. “A proposta da Research In Motion (RIM), fabricante dos smartphones BlackBerry, é oferecer uma solução adequada para cada um dos usuários. Pessoas diferentes gostam de coisas diferentes. Isso se aplica, também, ao teclado oferecido por cada aparelho do portfólio de smartphones BlackBerry. Combinado com um teclado numérico, as 20 teclas dos smartphones BlackBerry Pearl dispõem as letras no formato QWERTY [ou seja, no formato de um teclado de computador]”, diz o texto.

“Em vez de tentar adivinhar o que está sendo digitado com base em um dicionário restrito, a tecnologia SureType, que combina um layout de teclado a um software dinâmico, foi projetada para aprender o padrão de digitação e de palavras do usuário, para que ele possa se concentrar no conteúdo. Com teclas grandes e design que proporciona equilíbrio na mão, os smartphones da linha BlackBerry Pearl foram projetados para facilitar a digitação com um ou dois polegares”, continua a empresa.

Fonte: UOL Tecnologia

Tire dúvidas sobre como economizar a bateria do celular

Perdeu uma ligação importante ou não conseguiu ler um e-mail por culpa da bateria, que acabou bem nessa hora? Algumas dicas simples e alguns mitos explicados podem ajudar a manter o celular funcionando por mais tempo.

Qual tarefa consome mais energia? E a melhor maneira para carregar a bateria? Celulares com display maior precisam de mais energia? As respostas para tais dúvidas foram dadas por Fabricio Habib, gerente de produtos da Samsung, e Rodrigo Ayres, gerente de produtos de celular da LG.

Qual é a função que mais consome energia em um celular ou smartphone?

O tráfego de dados, como o envio de e-mails, navegação pela internet, uso de redes sociais ou uso de MSN, é a atividade que mais consome bateria dos celulares, principalmente a dos smartphones – já que são aparelhos voltados, principalmente, para tais tarefas.

Qual é a melhor maneira para recarregar a bateria? Esperar terminar toda a carga ou posso recarregar quando quiser?

As baterias atuais são feitas de íon lítio e, diferente das antigas, não possuem mais o chamado “efeito memória”. Assim, não é preciso carregá-las até o máximo e esperar descarregá-las até o mínimo, como acontecia com as de níquel cádmio, usadas em celulares antigos.

Desabilitar funções como Bluetooth e Wi-Fi ajudam a economizar a bateria?

De acordo com Fabricio Habib, da Samsung, desativar a busca por redes sem fio, como Wi-Fi e Bluetooth, contribui para economizar bateria do celular. Quando menos tarefas o aparelho estiver executando, menor o consumo. Ainda segundo Habib, o Wi-Fi ligado consome mais energia do que o Bluetooth. “Quando o Bluetooth está só ativo, mas não conectado a outro dispositivo, não existe muita variação no consumo de energia”, diz o gerente.

Navegar pela internet consome muita bateria?

Sim, o tráfego de dados, como já falado, é a atividade que mais consome energia em um celular. Redes 3G, inclusive, consomem mais bateria que as 2G, como GPRS e Edge.

É melhor colocar sons MP3 ou os “normais” para chamadas e mensagens? Qual tipo de arquivo economiza mais?

Tanto faz colocar um som com extensão .mp3 ou os padrões do celular, segundo Rodrigo Ayres, da LG. “O que conta é o tempo que o som vai tocar antes do usuário atender a ligação”, explica.

Deixar o celular em “modo avião” ajuda a economizar energia?

Quando o aparelho está em “modo avião” ele deixa de executar várias atividades, inclusive a de buscar a rede da operadora. Quanto menos tarefas está processando, menos bateria será preciso. Deixar no “modo avião” é indicado quando o usuário não está usando o serviço de voz e dados, mas quer editar documentos ou ler emails previamente baixados.

Displays maiores consomem mais energia?

Sim, quanto maior resolução e maior o display, mais bateria será preciso.

Fonte: Uol Tecnologia

Bluetooth econômico promete não “detonar” baterias

Uma nova geração de aparelhos com Bluetooth deve chegar ao mercado em breve com a nova tecnologia de baixo consumo de energia. Conhecido por “detonar” a bateria dos dispositivos onde são acionados, o Bluetooth agora poderá ser bem visto e bem vindo em uma vasta diversidade de dispositivos.

Com a nova perspectiva de baixo consumo, o Bluetooth 4.0 pode facilmente ser embutido em dispositivos como relógios, controles remotos e uma série de sensores médicos e residenciais, explica o site TG Daily.

Segundo a Inform, empresa responsável pelo novo padrão Bluetooth, a versão de baixo consumo de energia deve ficar pronta dentro de alguns meses, e pode chegar ao mercado a tempo das festas de fim de ano.

“[A economia de energia] vai possibilitar um novo mercado para o Bluetooth e permitirá que ele seja utilizado em uma categoria de dispositivos na qual isso não fora possível anteriormente”, afirma Michael Foley, diretor executivo da Bluetooth Special Interes Group, em entrevista ao site The Inquirer. Relógios de pulso, por exemplo, poderiam avisar sobre chamadas telefônicas, mostrando inclusive o número de quem liga.

O único porém é que infelizmente a nova versão do Bluetooth não será compatível com o atual, fazendo com que os novos dispositivos e aparelhos dotados da versão de baixo consumo não consigam se conectar com os atuais.

Fonte: Geek