13 aplicativos para turbinar seu smartphone

Você está usando todo o potencial do seu smartphone? Provavelmente não. Normalmente, os proprietários de um smartphone utilizam apenas metade do real potencial de seus aparelhos. Abaixo estão 13 aplicativos úteis para Android, BlackBerry, iPhone, e outros que ajudarão a otimizar o seu tempo e organizar a sua vida.

Use o Fring para se comunicar com todo mundo

Considerada uma plataforma de unificação das redes sociais, o Fring permite que você use o seu celular para se comunicar em múltiplas plataformas como AIM, GoogleTalk, ICQ, Skype, Twitter e Yahoo Messenger. O Fring elimina a necessidade de baixar aplicativos especializados para cada rede ou outros serviços de comunicação.

Agora você só precisa se preocupar com quantos amigos você deseja atingir. O Fring está disponível para iPhone, Android e aparelhos da Nokia.

Faça o seu Android se comportar de acordo com o local

O Locale,  para Android, permite que você defina preferências automáticas para o seu celular de acordo com o local onde o usuário está. Se, por exemplo, você costuma esquecer de desligar a campainha do seu aparelho ao chegar ao escritório, use este aplicativo para mudá-la para o modo “vibrar” automaticamente, assim que você se aproximar do escritório. Ou coloque o celular no modo silencioso sempre que estiver próximo a um cinema. É simples, mas inteligente.

Encontre os pontos de acesso Wi-Fi mais próximos

Use o catálogo de hotspots do JiWire (e seu aplicativo Android) para descobrir mais de 280 mil pontos de acesso sem fio em 140 países ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Outro serviço similar é o WeFi, que também pode ajudá-lo a encontrar conexões próximas.

Compartilhe seus aplicativos com AppBrain

Usuários obcecados por aplicativos para o Android irão amar o AppBrain. Quer mostrar todos os seus aplicativos para seus amigos? Então o AppBrain é o serviço para você. Trata-se de uma ferramenta que cria um catálogo pessoal de aplicativos que pode também ser compartilhado. Além disso, é possível ver quais aplicativos que seus amigos e outros usuários do programa instalaram.

Fãs da Apple, não temam: serviços similares existem para o iPhone. Baixe aplicativos como o AppsFire ou AppFinder para compartilhar seus programas favoritos.

Encontre aplicativos para o Android

Se você está pensando em mudar para um aparelho Android mas precisa de mais informações sobre o catálogo de aplicativos do Android Market do que o disponível no site da Google, então corra para o site do DoubleTwist. Ele irá ajudá-lo a encontrar virtualmente qualquer aplicativo disponível no Market.

Use seu iPhone como um Mouse

Para os usuários do iPhone, a Logitech oferece um aplicativo útil chamado TouchMouse, que transforma seu iPhone em um mouse sem fio por meio de sua rede Wi-Fi. Isso poder ser ótimo se você quiser sentar no sofá e controlar um laptop conectado a uma TV, por exemplo. Tudo que você precisa é instalar o aplicativo no iPhone e no computador a ser controlado, seja ele um PC ou Mac.

Dica: Se você acha o TouchMouse difícil de controlar, ajuste opção Scrolling Speed na tela de configuração do aplicativo.

Interrompa uma ligação indeseja com o Fake-a-Call

Às vezes a única maneira de fugir de um encontro indesejado é recebendo uma ligação na hora apropriada. A partir de agora você não terá mais que esperar por uma chamada de telefone. Se a situação exigir uma saída rápida, peça a ajuda do Fake-a-Call. Este aplicativo gratuito para o Android, iPhone, BlackBerry e outros aparelhos permite programar um telefonema falso. Use essa ferramenta para se salvar de qualquer ligação indesejada.

Controle um iPhone desbloqueado com um PC ou Mac

O Veency permite ao usuário visualizar e controlar um iPhone desbloqueado usando um Mac ou PC através de uma conexão Wi-Fi. A ferramenta é interessante para aqueles momentos em que você quer controlar a interface do iTunes no seu iPhone enquanto ele está ligado a um conjunto de alto-falantes do outro lado da sala, por exemplo. Nada mal.

O site iPhoneHacks.com tem um ótimo tutorial sobre como instalar o software e executá-lo em Macs e PCs.

Tenha um Personal Trainer no seu smartphone

A enorme variedade de aplicativos de fitness para smartphones tornou mais fácil controlar os seus exercícios diários. Um destes aplicativos é o RunKeeper para o iPhone, capaz de acompanhar o usuário em corridas leves, incluindo informações sobre velocidade, distância e rotas, e até mesmo compartilhar seus treinamentos pelo Facebook ou Twitter. Outro aplicativo interessante é o Lose It, usado para controlar a ingestão diária de calorias. E por diversão, use o GymFu para controlar flexões, agachamentos e abdominais.

Confira o catálogo de aplicativos do seu smartphone para ver o que está disponível para o seu aparelho.

Não pague pelos Ringtones

Usuários do Android podem usar Ringdroid para criar seus próprios ringtones, e os usuários do iPhone também podem facilmente criar seus próprios ringtones usando o iTunes. Para mais informações, confira o passo-a-passo da PCWorld para transformar qualquer MP3 em um toque do iPhone.

Leia blogs pelo Google Reader

Para se manter atualizado lendo diferentes blogs durante uma viagem, acesse o http://www.google.com/reader/m. Lá você vai encontrar uma versão simplificada do Google Reader, que funciona em quase todos os navegadores móveis, mesmo em aparelhos não são smartphones.

Simulador de Sons

Se você já quis terminar uma conversa telefônica mas não soube como interromper a ligação, tome nota: da próxima vez, se você estiver na frente de um computador, basta visitar o site SorryGottaGo.com.

Ele pemite a simulação de diversos sons como campainhas, bebês chorando e o som de uma segunda chamada. Assim você poderá encerrar o telefonema tranquilamente.

Automatizando Atendimentos eletrônicos

Dial Zero é um serviço que promete otimizar as suas ligações indicando o roteiro para ser atendido diretamente quando se está realizando uma ligação para uma central de atendimento. Outro aplicativo que realiza semelhante função é o Fonolo.com.  A principal diferença é que Fonolo.com automatiza o processo, mas o número de empresas com o qual ele funciona é limitado. O Dial Zero, em contrapartida, oferece instruções e dicas sobre como você pode chegar de forma mais rápida o atendente. Você também pode ler os comentários de outros usuários.

Dial Zero é um aplicativo gratuito para o Android, BlackBerry e iPhone.

Os 14 anos de trajetória do milionário ICQ

Primeiro vinha um estrondoso barulho de navio. Depois, a cada mensagem, era a vez de um ser robótico com voz infantil gritar algo como “ó-ou!” pelas caixas de som da maioria dos computadores ligados no fim da década de 90.

A sinfonia do mensageiro instantâneo ICQ marcou toda uma geração que sofria, geralmente pelas madrugadas (quando as tarifas eram mais baratas), para se conectar via dial-up e trocar mensagens, correntes, URLs, listas e fotos com seus contatos.

Depois da febre, no entanto, com a tática agressiva de marketing da Microsoft para promover o MSN Messenger e a lenta evolução do ICQ, poucos brasileiros e americanos continuaram a usar o serviço. Para muitos, a ferramenta morria já nos anos 2000, acompanhando Netscape, Napster e outras populares aplicações de web extintas na época.

Mas a verdade é que, mesmo sem crescer como antes, o ICQ nunca foi abandonado por russos, israelenses e alemães. A prova vem de números atualizados da comScore, que mostram, ainda hoje, 32 milhões de visitantes únicos nas páginas do serviço durante o mês de março e muita popularidade entre usuários europeus de 13 a 29 anos.

Pois tanta audiência qualificada somada às modernizações trouxeram, em 2010, muitos interessados na compra do serviço, como o grupo sul-africano Naspers e várias corporações do Leste Europeu.

Enfim, o ICQ anunciou que foi comprado por uma grande empresa russa, a Digital Sky Technologies Limited (DST), pelo valor de US$187,5 milhões, colocando grandes dúvidas sobre o que acontecerá com o serviço de mensagens instantâneas daqui para frente.

Como não é possível prever o futuro, vamos relembrar o passado do ICQ em ordem cronológica e, com isso, esclarecer por onde andou aquela inconfundível flor de sete pétalas verdes e uma vermelha por todo esse tempo distante da internet brasileira. Quem sabe assim, pelo histórico, consigamos analisar qual poderá ser o destino do mensageiro instantâneo.

A história do ICQ ano a ano:

1995/1996 – Entediados com os bate-papos pelo sistema operacional Unix, quatro jovens programadores israelenses, Yair Goldfinger, Sefi Vigiser, Amnon Amir e Arik Vardi decidiram se juntar para criar um novo serviço de comunicação online que fosse mais simples e popular (leia-se: voltado não só para desenvolvedores e compatível com Windows). Começava, no quarto de cada um deles, o embrião do serviço.

1996 – O quarteto e o pai de Arik Vardi fundam a empresa Mirabillis para tocar o projeto. As primeiras versões do ICQ – um trocadilho para “I Seek You” – são lançadas para uso restrito, gratuitamente.

1997 – São lançadas versões em fase beta do ICQ, compatíveis apenas com Windows. A velocidade da troca de mensagens e as listas de contatos agradam o público e chamam a atenção de investidores e empresas americanas.

1998 – Com o enorme sucesso da ferramenta na Europa e nos Estados Unidos, a AOL compra a Mirabillis em junho pelo valor de 407 milhões de dólares, o maior valor pago a uma empresa israelense em toda a história.

1999 – Febre mundial, o ICQ começa a despertar um sentimento de rivalidade em outras empresas, que decidem explorar o mesmo lucrativo mercado. A Microsoft lança, em junho de 1999, a primeira versão do MSN Messenger. O produto, porém, não decolaria. Ainda.

2000 – Depois de comprar a Time Warner, a AOL engloba seu próprio mensageiro instantâneo (AIM) ao ICQ, fazendo com que os usuários possam adicionar e compartilhar recursos entre as duas plataformas. A divisão de atenções no mesmo setor, contudo, causou um ritmo muito lento de inovações. Seria o último ano de grande prosperidade para o serviço.

2001 – A Microsoft inicia uma agressiva tática de marketing para promover o Messenger pelo mundo. O ocidente, aos poucos, vai se rendendo ao formato mais leve e “clean” da empresa de Bill Gates. No segundo semestre, grande parte dos usuários já havia abandonado o serviço criado pelos israelenses.

2002 – Mesmo sendo algo próximo a um deserto nas Américas, o ICQ ainda vivia bem na parte oriental e em alguns países da Europa ocidental, como a Alemanha. A queda rápida e inesperada do serviço, no entanto, começava a causar crises na AOL.

2003 – Os negócios do ICQ trocam de comando e as operações passam a ser voltadas para mercados específicos. O novo CEO, Orey Gilliam, inicia um período de reerguida do software.

2004 – ICQ retoma seu crescimento e, focado em países como Ucrânia, Rússia e Israel, torna-se, nos meses seguintes, um dos setores mais lucrativos da AOL.

2005 – Com sangue novo, o ICQ atrai muitas parcerias com sites (de busca, inclusive), emissoras de TV e grandes marcas.

2006/ 2008 – Ainda sem conseguir a expansão do seu mercado para outros países, o ICQ inova suas estruturas com Voip, SMS, sistemas de busca, perfis detalhados de usuários e galerias de imagens e emoticons.

2009 – AOL e Time Warner se separam e deixam o ICQ como um filho abandonado. Sem muita escolha, o comando é trocado: Gilliam dá lugar a Eliav Moshe, que se torna o diretor de operações do serviço.

2010 – Depois de lançar sua nova versão em 16 línguas e ser sondado pela empresa sul-africana Naspers, o ICQ é comprado por 187,5 milhões de dólares pela gigante russa Digital Sky Technologies (ou apenas DST) – menos da metade do valor que a AOL pagou pela Mirabillis. Hoje, de acordo com a comScore, o serviço possui 32 milhões de visitantes únicos todo mês e cerca de 80% dos seus usuários têm entre 13 e 29 anos – na grande maioria, moradores de países como Rússia, Alemanha, República Tcheca e Israel.

2011 – (Digite sua mensagem aqui).

ICQ: Veja o histórico do programa de mensagens instantâneas

O ICQ, serviço de mensagens instantâneas, foi vendido dia 28 de abril, por US$187,5 milhões à Digital Sky Technologies Limited (DST) – empresa russa que também possui ações do Zynga, Facebook e GroupOn.

Criado em 1996 pela Mirabilis, o ICQ já tinha sido vendido para AOL Time Warner em 1998, por cerca US$ 407 milhões na época. O programa fez enorme sucesso no Brasil durante o final da década de 90 e até metade dos anos 2000, quando o MSN tomou conta do mercado de messengers no país.

Os usuários de Internet que viveram esse período lembram, com nostalgia, do tempo em que a comunicação era feita através do ICQ. Apesar de a versão 7 do comunicador instantâneo trazer muitas novidades, como um novo visual e integração com redes sociais, ela não emplacou novamente no Brasil, já que o Windows Live Messenger ainda é absoluto na preferência dos usuários.

Esse cenário contrasta com a Rússia. Lá, o ICQ ainda continua rei entre os usuários. De acordo com a empresa de pesquisa comScore, das 33 milhões de pessoas que utilizam o ICQ, 8,5 milhões são russas. Não é a toa, então, que o serviço foi comprado por uma companhia daquele país.

A queda do império

1995 – Os israelenses Yair Goldfinger, Sefi Vigiser, Amnon Amir e Arik Vardi unem-se para criar um programa de comunicação online em tempo real que fosse fácil de usar.

1996 – Os quatro fundam a Mirabilis e distribuem o ICQ para uso restrito. A sigla é um trocadilho para “I Seek You” (“Eu Procuro Você”, em português).

1997 – A versão beta é lançada para a plataforma Windows. A velocidade das mensagens e a lista de contatos surpreende os usuários.

1998 – O ICQ faz muito sucesso e é vendido para a AOL por US$ 407 milhões. O valor é o mais alto pago à uma empresa de Israel na história.

1999 – Provavelmente, a melhor época do ICQ. Empresas que ainda não tinham despertado para o mercado de comunicação instantânea começam a se mexer. Em julho é lançada a primeira versão do MSN Messenger pela Microsoft.

2000 – A AOL engloba o seu mensageiro instantâneo, o AIM, ao ICQ. Seus usuários podem, agora, compartilhar os recursos dos dois programas. Por causa disso, o ICQ foi deixado um pouco de lado, abrindo o terreno para a concorrência.

2001 – A Microsoft começa a promover o MSN. Gradativamente, o comunicador da Microsoft ganha terreno no mundo. No Brasil, entretanto, o ICQ, ainda é unanimidade.

2002 – Começa a cair o império do ICQ nas Américas. No Oriente e em alguns países da Europa ocidental, o programa ainda possui uma boa aceitação e é muito utilizado. Algumas crises surgem na AOL.

2003 – É trocado o comando do ICQ, que passa a ser voltado a mercados mais específicos. Orey Gillian, o novo CEO, tenta iniciar uma nova era do programa. No Brasil, porém, o aplicativo tem seu último suspiro.

2004 – O ICQ cresce novamente no Leste Europeu, em países como Rússia e Ucrânia, tornando-se novamente uma das áreas mais lucrativas da AOL.

2005 – O ICQ fecha parcerias com diversos sites e emissoras de televisão.

2006 a 2008 – O programa inova em diversos sentidos. Cria suporte à VOIP e SMS, emoticons (como no MSN), galeria de fotos e muito mais.

2009 – AOL e Timer Warner rompem e o ICQ é deixado de lado. Eliav Moshe, torna-se o CEO.

2010 – É lançada a sétima versão do ICQ, com suporte a 16 línguas e a redes sociais. Em abril, o ICQ é vendido por US$ 187,5 milhões para a empresa russa Digital Sky Technologies.

Quais aplicativos valem a pena ter no iPhone?

Ao comprar um iPhone, após fazer o básico (atualizar agenda, carregar músicas, etc), a primeira grande dúvida da maioria é: quais aplicativos instalar? A biblioteca é enorme e com isso as dicas do iTunes ficam bem genéricas.

Echofon

Quem usa o Firefox pode optar pelo Echofon para ver o Twitter. Free.

eBuddy

Além de MSN, funciona com o Facebook, GTalk e ICQ. Free.

Facebook

Ficou bem adaptado para o iPhone. Free.

Dia & Noite

Aplicativo grátis do Bradesco. Além de acessar a sua conta, mostra as agências que estão ao seu redor e a distância que você tem de andar até elas.

Speed Test

Grátis. Para saber com exatidão a velocidade de sua rede 3G.

ICQ é comprado por US$187,5 milhões

O serviço de mensagens instantâneas ICQ foi comprado por uma empresa russa pelo valor de US$187,5 milhões.

O ICQ foi criado em 1996 pela empresa israelense Mirabilis, mas a AOL adquiriu os direitos do programa em junho de 1998.

Popular no Brasil no final da década de 90 e início dos anos 2000, ele perdeu a força com a popularização do MSN Messenger, que já vinha instalado na maioria dos computadores.

Disponível em 16 línguas, o ICQ tem mais de 32 milhões de unique visitors por mês, de acordo com a Comscore. Cerca de 80% dos seus usuários têm entre 13 e 29 anos e ele é sucesso em países como a Rússia, a Alemanha, a República Tcheca e Israel.

A Digital Sky Technologies Limited (DST), companhia que comprou o ICQ, é a maior empresa de internet dos países de língua russa e leste europeu. A DST e DST Global possuem ações também do Facebook, Zynga e GroupOn.