10 grandes fracassos tecnológicos

Praticamente todas as grandes empresas de tecnologia têm, em sua história, produtos sobre os quais preferem não falar.

E isso inclui companhias bem sucedidas como Apple, Google e Sony. Em cada caso, é possível identificar erros graves que transformaram boas ideias e tecnologias inovadoras em prejuízos e frustrações. Alguns fabricantes erraram no preço, outros na maneira de vender.

Outros, ainda, não conseguiram fazer as alianças certas no mercado. Em alguns casos, o produto tinha falhas que pareciam irrelevantes para quem o criou, mas que se mostraram imperdoáveis para o consumidor. Confira a lista com dez produtos que pareciam promissores, mas que fracassaram espetacularmente.

1 – O Google Wave virou marola (2009 a 2010) – Que tal um meio de comunicação capaz de substituir e-mail, mensagens instantâneas, blogs, wikis, todas as formas de bate-papo por texto, o Twitter e o Facebook?

Esse produto fenomenal ainda seria uma plataforma para jogos e outros aplicativos. Depois dele, nada seria igual na internet e nem na vida das pessoas. Essa era a proposta do Google Wave quando foi apresentado em maio de 2009. Convites para a fase de testes eram disputados ferozmente e até vendidos em sites de leilão na web. Lars Rasmussen, o principal líder do projeto, virou uma celebridade instantânea.

Mas o entusiasmo durou pouco. Quando as pessoas começaram a usar o Wave, perceberam que era apenas um confuso sistema de chat em que todos escreviam ao mesmo tempo e ninguém se entendia. O Google descontinuou o projeto pouco mais de um ano depois. O código dos programas foi transferido à Apache Software Foundation, que o mantém como software livre. A esperança é que alguém encontre alguma utilidade para o que sobrou do Wave.

2 – O vexame do Windows Vista (2007 a 2009) – Ao lançar o Windows Vista, em janeiro de 2007, seis anos depois do Windows XP, a Microsoft prometia modernizar o PC e colocá-lo, no mínimo, no mesmo patamar do Mac, da Apple.

De fato, o Vista trouxe melhoramentos bem vindos, como um sistema de busca instantânea abrangendo todo o computador. Mas trouxe também incompatibilidade com muitos aplicativos. Além disso, era pesado demais para a maioria dos PCs da época.

Demorava uma eternidade para ser carregado quando o computador era ligado e muitos programas rodavam nele com lentidão. A tentativa da Microsoft de reforçar a segurança resultou em incômodos para o usuário, que precisava autorizar – em alguns casos, mais de uma vez – ações aparentemente triviais. Ainda assim, em 2009, o Vista era o segundo sistema operacional mais usado na internet (o primeiro era, ainda, o Windows XP), respondendo por 18,6% dos acessos à rede. Logo, ele não foi um fracasso total de vendas. Mas deixou usuários insatisfeitos e provocou um estrago considerável na imagem da Microsoft.

3 – O duelo do HD DVD (2003 a 2008) – Na metade dos anos 90, a invenção do laser semicondutor azul tornou possível gravar, num disco com o formato do DVD, um volume de dados equivalente a um filme em alta definição.

Faltava alguém criar um padrão para isso. Em 2002, Sony, Philips e outras sete empresas uniram-se para desenvolver o que viria a ser o Blu-ray. No mesmo ano, Toshiba, NEC, Microsoft e Intel juntaram-se a estúdios de cinema como a Warner Bros. para elaborar o HD DVD. Produtos baseados nos dois padrões chegaram às lojas em 2005, dando início a uma longa batalha comercial.

Para o consumidor, não havia diferenças técnicas importantes entre Blu-ray e HD-DVD. Num primeiro momento, o HD DVD até parecia estar ganhando a briga. Mas, em 2006, a Sony incorporou um leitor de Blu-ray ao console para jogos PlayStation 3. Seu sucesso ajudou a impulsionar o Blu-ray.

A Microsoft ainda tentou oferecer um drive de HD DVD para o Xbox, mas era tarde demais. Os estúdios de cinema que apoiavam o HD DVD começaram a mudar de lado. Em 2007, a balança pendeu decisivamente para o lado do Blu-ray. Em fevereiro de 2008, a Toshiba jogou a toalha, anunciando que estava abandonando o HD DVD. A empresa decretava, assim, a morte do padrão que havia ajudado a criar.

4 – Faltou charme ao Microsoft Zune (2006) – O sucesso do iPod e da loja de músicas iTunes, da Apple, levou a Microsoft a tentar trilhar o mesmo caminho com seus produtos da série Zune. Apresentado em 2006, o player multimídia tinha design elaborado e parecia atraente do ponto de vista tecnológico.

Mas faltou conquistar o lado emocional dos consumidores. Até maio de 2008, segundo a Microsoft, 2 milhões de unidades foram vendidas. O número é insignificante perto das vendas da Apple, que já havia comercializado mais de 100 milhões de iPods quando o Zune chegou às lojas. As vendas caíram ainda mais com o tempo, o que levou a Microsoft a colocar o Zune em banho-maria.

Desde 2009, quando foi lançado o Zune HD, nenhum modelo novo foi apresentado. A tecnologia sobrevive nos smartphones com o Windows Phone 7, que têm acesso à loja online da empresa, com 11 milhões de músicas para download. Mesmo assim, o fracasso do Zune virou tema de estudo frequente em cursos de MBA. É intrigante como uma empresa com amplos recursos como a Microsoft foi incapaz de conquistar uma posição significativa nesse mercado.

5 – Segway e a revolução dos transportes (2002) – No final de 2001, o inventor americano Dean Kamen divulgou que estava finalizando algo que iria revolucionar o transporte urbano. Pessoas que tiveram acesso aos planos de Kamen aumentaram a expectativa com declarações bombásticas.

O investidor John Doerr disse que seria algo mais importante que a internet. Ele previu que a empresa Segway, que iria fabricá-lo, atingiria vendas de US$ 1 bilhão por ano mais rapidamente que qualquer outra na história. Jeff Bezos, o fundador da Amazon, afirmou que “cidades seriam construídas em torno dessa ideia”.

A Segway gastou 100 milhões de dólares no desenvolvimento do produto. O patinete motorizado com duas rodas lado a lado, apresentado em dezembro de 2001, era, de fato, inovador. Mas encontrou uma variedade de obstáculos. Em alguns países, ele foi considerado veículo motorizado, que precisava ser licenciado e não podia andar em calçadas. Em outros, seu tráfego em estradas foi proibido. Além disso, Kamen e sua turma não perceberam que o patinete era caro demais para um veículo que a maioria das pessoas considerou supérfluo. O modelo mais barato custava cerca de US$ 3.000.

Em cinco anos, a Segway vendeu apenas 30 mil unidades. O veículo que iria revolucionar o mundo acabou virando transporte para guardas de segurança em shopping centers.

6 – Iridium e seus 77 satélites (1998) – Esta é uma história de fracasso de proporções astronômicas. No final dos anos 90, a Iridium, empresa formada sob liderança da Motorola, gastou 5 bilhões de dólares para colocar em órbita uma constelação de 77 satélites de comunicação (o nome da empresa vem do elemento químico irídio, que tem número atômico 77).

A ideia era criar uma rede de telefonia móvel via satélite com cobertura de todo o planeta, do Polo Norte ao Polo Sul. O plano era atingir meio milhão de assinantes já no ano seguinte. Mas o telefone Iridium era grandalhão e custava US$ 3.000 ou mais, dependendo do modelo. Para fazer uma ligação, pagavam-se US$ 5 por minuto, preço absurdamente alto para a maioria das pessoas.

Além disso, só era possível fazer chamadas ao ar livre. Por isso, pouca gente se interessou. A rede celular, que estava se expandindo em muitos países, oferecia uma alternativa muito mais prática e barata, ao menos nas áreas urbanas.

Em agosto de 1999, menos de um ano depois de a constelação de satélites entrar em operação, a Iridium faliu. A empresa tinha conseguido apenas 10 mil assinantes. Os satélites permaneceram em órbita, e, em 2001, passaram a ser administrados por uma nova empresa, também chamada Iridium. Hoje, o sistema é usado pelas forças armadas americanas, e também por bases de pesquisa na Antártida e navios no oceano.

7 – O Newton prometeu. O iPhone cumpriu (1987 a 1998) – O Newton, um ancestral remoto do iPad, foi apresentado pela Apple como um assistente pessoal digital (PDA) em 1987. Deveria ajudar o usuário a organizar, armazenar e consultar informações que precisasse ter sempre à mão. A Apple gastou US$ 100 milhões no desenvolvimento do produto, que foi um fracasso comercial. O aparelho era grandalhão e dependia de um sistema precário de reconhecimento de escrita. A carga das baterias durava pouco e não havia um número significativo de aplicativos que pudessem ser instalados nele. São erros que a Apple só corrigiria em 2007, ao lançar o iPhone, que finalmente cumpriu (e superou) o que o Newton havia prometido duas décadas antes.

8 – Steve Jobs e a NeXT (1985 a 1996) – Admirado como um dos empreendedores mais bem sucedidos do mundo, Steve Jobs teve pelo menos um grande fracasso em seu currículo – a NeXT. Jobs fundou a empresa em 1985, depois de sua saída da Apple, à qual retornaria onze anos depois.

A NeXT deveria produzir os computadores mais avançados do mundo, deixando para trás a Apple e os fabricantes de PCs. A empresa lançou seu primeiro modelo em 1988, e apresentou um segundo, o NeXTstation (foto ao lado), em 1990. Neles, rodava o inovador sistema operacional NeXTstep. Mas essas máquinas eram caras demais e não havia aplicativos para elas no mercado. Por isso, pouca gente se interessou em comprá-las. Calcula-se que, em toda a sua existência, a NeXT tenha vendido apenas 50 mil unidades, uma ninharia.

Em 1993, numa tentativa de salvar a empresa, Jobs a transformou numa produtora de software. Ela passou a oferecer seu sistema operacional NeXTstep numa versão para PC, além de ferramentas de desenvolvimento. Mas o reposicionamento não trouxe bons resultados. No final de 1996, a decadente NeXT foi comprada pela Apple, no acordo que levaria Jobs de volta à empresa que fundou. Algumas das tecnologias desenvolvidas pela NeXT ainda sobreviveram incorporadas ao Mac OS e a outros produtos da Apple.

9 – Bob, a interface social da Microsoft (1995) – Numa época em que uma parte da população ainda estranhava os computadores, a Microsoft resolveu democratizar a tecnologia criando uma interface gráfica “social”, o Bob. O software foi desenvolvido com base em estudos científicos da universidade de Stanford, na Califórnia.

Deveria tornar o uso do computador bastante mais intuitivo, mas o resultado foi tão ridículo que virou motivo de piada; e o produto foi rapidamente descontinuado. Quando o usuário ligava o PC com o Bob instalado, era recebido por um cachorro falante, o Rover. Era, então, levado à sua “sala” numa casa virtual. Nela, os aplicativos eram representados por objetos.

Clicando num deles, o programa correspondente era ativado. Essa interface infantilizada era, na prática, um tanto confusa. E não adiantava apelar para o Rover, cuja inteligência era certamente uma vergonha para a espécie canina. No final, o que o Bob rendeu à Microsoft foi um lugar garantido nas listas de piores produtos de todos os tempos.

10  – A longa batalha do Betamax (1975) – Em maio de 1975, a Sony apresentou ao mundo o primeiro sistema doméstico para gravação de filmes em fita magnética, o Betamax. A empresa japonesa parecia estar pronta para dominar esse então nascente mercado. Só um ano e meio depois a JVC lançou o padrão VHS, que ainda tinha qualidade de imagem inferior à do Betamax.

Mas, no início, uma fita VHS armazenava duas horas de vídeo, o suficiente para um filme de cinema, enquanto uma Betamax estava limitada a uma hora (com o tempo, surgiriam aparelhos capazes de fazer gravações mais extensas). A Sony demorou para perceber que essa era uma grande desvantagem do seu padrão.

Além disso, diferentemente da Sony, a JVC foi rápida em fazer alianças e licenciar o VHS a outros fabricantes. E a competição entre esses fabricantes tornou os aparelhos VHS mais baratos. O resultado é que o padrão da Sony foi ficando para trás em volume de vendas, enquanto o VHS dominava o mercado de vídeo doméstico. A briga se arrastou por 12 anos, até que, em 1988, a Sony anunciou que começaria a fabricar aparelhos VHS, enterrando de vez o Betamax.

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Saiba como funciona no iPhone 4 o Bluetooth e o compartilhamento de internet 3G

  • O iPhone 4 pode compartilhar internet 3G por cabo e wireless?

Sim, se o usuário utilizar as operadoras Claro, TIM e Vivo. A função é chamada de Compartilhamento de Internet (Internet Tethering) e pode ser encontrada em Ajustes -> Geral -> Redes. Ela transforma o iPhone 4 num modem 3G e é possível utilizar a internet em outros dispositivos a partir dele pelo cabo USB que acompanha o aparelho ou via Bluetooth.

  • Ele tem Bluetooth capaz de transmitir dados e aplicativos para outros aparelhos?

No caso de aplicativos, não e no de dados, sim, mas com algumas restrições. Segundo a Apple, existem mais de 20 perfis de uso do Bluetooth e nem todos estão disponíveis no iPhone 4 (e gerações anteriores do smartphone).

Uma tarefa corriqueira para quem usa aparelhos de outras marcas é trocar arquivos com amigos pelo Bluetooth. O smartphone da Apple, no entanto, transfere apenas alguns tipos de arquivos – e sempre via aplicativos. Por exemplo, você pode compartilhar fotos pelo aplicativo PhotoShare.

Outras aplicações do Bluetooth no iPhone 4 são a de conexão com dispositivos do tipo handsfree, teclados, rádios automotivos e controles. Para todas elas, sempre é necessário que um aplicativo faça a integração entre os dois dispositivos e que a opção Bluetooth esteja ativada.

Para quem gosta de jogos, o Bluetooth ajuda ainda a criar uma rede para games com múltiplos jogadores. Da mesma forma que para os dispositivos citados anteriormente, é pelo jogo instalado nos aparelhos que o Bluetooth ”encontra” os outros aparelhos.

  • Quando eu habilito o Bluetooth, o iPhone 4 não consegue achar nenhum celular, alguém sabe por quê?

Como foi dito na resposta anterior, o Bluetooth do iPhone utiliza apenas alguns dos vários perfis existentes para a tecnologia que habilita a comunicação sem fio entre dispositivos. Celulares de outras marcas conseguem detectar o aparelho da Apple, mas o contrário não acontece. Quando um celular tentar se conectar a ele, o iPhone informará que o aparelho não é compatível. Em relação a outros iPhones e produtos Apple, a conexão Bluetooth só acontece por intermédio dos aplicativos.

Além disso, apenas alguns dispositivos são compatíveis com iPhone (e também iPod Touch e iPad), portanto, verifique se o acessório com suporte Bluetooth que você vai comprar tem o selo “Made for iPhone”, iPad, etc.

  • Ele pode ser utilizado como pendrive sem necessidade de iTunes?

Não, a menos que você faça o jailbreak (prática que desbloqueia nos iPhones restrições impostas pela Apple) e utilize aplicativos não aprovados pela Apple.

Se o que você quer é acessar e editar arquivos de texto – com extensão .doc – pode usar programas como o Documents to Go e Good Reader, copiando os arquivos para seu iPhone.

  • Como transfiro a minha agenda de contatos de um aparelho para outro?

Se você usa um modelo anterior de iPhone, é possível passar os contatos pelo iTunes. Antes de tudo, você precisa fazer um backup, pelo próprio iTunes – além dos contatos, você salva imagens, vídeos, aplicativos, configurações – e depois restaura tudo no iPhone 4. Veja o passo a passo feito pela MacWorld Brasil para a tarefa.

Usar o serviço web Mobile Me também ajuda na sincronização dos e-mails, contatos e calendário – não importa de qual dispositivo você acessar essas informações (PC, Mac, iPhone, iPod Touch ou iPad).

Se seu celular não é Apple, a tarefa é um pouco mais complicada. Como o iPhone 4 usa um novo padrão de chip, menor que o da maioria dos outros celulares, a técnica de copiar tudo para o chip e depois importar os contatos para o iPhone já não funciona (a menos que você tenha coragem de cortar o chip e, nisso, correr o risco de perder todas as informações que estão nele).

Existem programas (como o DataPilot, US$ 29,95), que transferem os contatos do seu antigo celular para o Outlook. Depois, dá para usar o iTunes e sincronizá-los do Outlook com o celular. O problema é que alguns deles ficam “embaralhados” ou alguns dados, como telefone, não salvos de forma correta. Em alguns casos, o caracter ” / ” do Outlook desaparece quando vai para o iTunes.

Outra opção é o Google Sync, que sincroniza os contatos do Gmail com o iPhone.

10 aplicativos que são capazes de tirar qualquer um do sério

O processo de instalação é automático e ícones aparecem inadvertidamente. Exibem, sem a menor cerimônia, alertas irritantes na tela do computador. Eles pedem autorização para que a atualização comece, mas não aceitam um “não” como resposta; ao término, exigem que o computador seja reiniciado. Importunam o usuário com propagandas de suas versões pagas; mandam spam, imploram pela assinatura, insistem. O browser sofre.

Todos nós já experimentamos aplicativos irritantes. Alguns, inclusive, vêm pré-instalados no sistema. Fiz uma lista deles, selecionados a partir das opiniões de usuários espalhadas pela Internet e organizados sem uma ordem específica.

iTunes

Eu gosto da interface do iTunes e do modo como se comporta, mas ele é notoriamente grande e pesado, demorando a iniciar. Tenho a mesma reclamação quanto à sua loja online, a iTunes Store.

Mas é a atitude intransigente da Apple em relação a dispositivos de marcas que não a sua que me tira do sério. Desde o início, o software está preso aos iPods e iPhones, tornando difícil a tarefa de comprar uma mídia pelo serviço e transferi-la para outros aparelhos.

Com as músicas, a empresa reduziu os inconvenientes de seu monopólio do mercado digital, mas a restrição a outros players se mantém. Quanto aos vídeos, a era sombria do DRM ainda não passou: tente assistir algum filme do iTunes em um home theater de uma fabricante qualquer e verá do que estou falando.

Eu nunca vi um software com atualizações tão frequentes. É comum ser interrompido em meus afazeres com uma notificação sobre uma nova versão. Ao recusar o pedido, ela não demorará a aparecer novamente, recorrentemente.

Ah, e não se esqueça da estratégia da Apple, que vê nesses updates uma ótima oportunidade para instalar outros softwares nas máquinas dos desavisados – como o seu navegador Safari – torcendo para que o usuário clique “avançar” sem antes desmarcar os itens indesejados. Muito perspicaz.

“Eu escolheria o iTunes como o pior”, disse Peter VanRysdam, CMO da 352 Media Gruop. “Essas atualizações que surgem a todo instante, essa tentativa de baixar coisas que não quero… Ora, estou bem com a versão atual do QuickTime, obrigado”.

Lembrando que, caso você aprove a nova instalação, demorará um bocado para a conclusão do processo e, ao final, terá que reiniciar o computador para que as mudanças façam efeito.

Adobe Reader

Para um programa que eu nem uso muito, ele requer atenção e cuidado demais. Frequentemente pede meu consentimento sobre uma atualização, que contará com novos recursos que eu nunca irei usar.

O sistema, ainda por cima, contém falhas. “Os pop-ups de instalação surgem periodicamente”, diz Nir Gryn, de Nova York. “Aceito os pedidos, mas o download sempre falha. Hoje em dia, os ignoro, mas adoraria que parassem e me deixassem em paz para trabalhar”, completa.

O Reader pode ser inconveniente também quando não há nada de errado com ele. “Toda hora ele coloca um novo ícone na bandeja do sistema, mesmo eu configurando para não fazê-lo”, escreveu Anne Hellmich, de Wisconsin, na página da PCWorld americana no Facebook.

É claro, existem alternativas ao software. No entanto, é possível que um arquivo criado pela última versão do Adobe Acrobat não possa ser aberto em um programa do concorrente.

Real Player

Em um passado não muito distante, a RealPlayer era bem agressiva em sua tática para vender a versão paga do aplicativo. Lembro de, por muito tempo, ter pesquisado pelo modelo gratuito no site da empresa e não ser capaz de encontrá-lo.

Na ocasião, encontrei o link para o download em outro portal, que me direcionava a uma página escondida no portal da RealPlayer. Enquanto baixava o arquivo, ofertas para a assinatura do serviço de música Rhapsody pulavam sem parar. De fato, a companhia quer tanto prover conteúdo ao internauta que não sente vergonha de pedir pelo privilégio repetidas vezes.

No entanto, àqueles que ainda usam o software, as coisas se tornaram bem mais fáceis. Recentemente, resolvi atualizar o programa e encontrei rapidamente um banner para a versão gratuita no site (chamada agora de RealPlayer SP).

A instalação ocorreu sem problemas e não fui bombardeado por anúncios. Palmas à equipe da empresa. Ainda assim, usarei o player por algum tempo antes de aprová-lo com o selo da conveniência.

McAfee

Tenho um antivírus da McAfee no meu computador do trabalho e sempre que olho na bandeja do sistema vejo que o programa iniciou um processo que eu não queria. Usualmente, é alguma verificação agendada (agendada por quem?) que, para completar, aumenta minha ansiedade ao exibir uma contagem regressiva antes de se iniciar.

Claro, o software também me importuna com alertas de registro e atualizações, que eu respondo com um “lembre-me depois” na falta de um “não, e não me apareça mais”. Quando tento imaginar algum tipo de relação humana similar, me vêm à cabeça funcionários de telemarketing e vendedores de carros usados.

Adobe Flash Plug-In

O Adobe Flash é, provavelmente, o aplicativo mais versátil e artístico para desenvolvedores Web. Naturalmente, eles adoram usá-lo.

O problema é que, caso o usuário não tenha o plug-in do programa instalado no navegador, em vez de ver uma atraente animação, um grande buraco branco ocupará a página. Portanto, o software é chato devido ao seu sucesso: ele já é tão difundido que ter a atualização mais recente do plug-in é quase que uma obrigação.

Java Plug-In

A história do Flash se repete. O plug-in do Java tem atualizações frequentes e o internauta é praticamente obrigado a instalá-la. Você pode estar navegando na velocidade da web quando tem que parar tudo que está fazendo para ver o que o Java tem a dizer. Mais uma vez, terá que esperar o fim de processo para voltar às suas atividades normais.

“É frustrante e me incomoda muito”, desabafou Kimbo Fonseca Raz, pelo Facebook. “Desperdiça meu tempo e, só depois da atualização, posso visitar os sites novamente”.

Barra de Ferramentas do ASK

“A barra do ASK não se cansa de voltar ao meu Firefox e, aparentemente, não pode ser detida. Ela é diabólica!”, afirmou Anne McDonald, editora da PCWorld americana.

Muitos já tiveram o mesmo problema. A barra do ASK vem junto com alguns programas gratuitos, como o Nero e o CCleaner, e se a instalação deles não for feita com atenção, ela surgirá repentinamente em seu navegador. Não obstante, alterará a página inicial e o mecanismo de pesquisa padrão para os serviços da empresa.

A desinstalação da barra é tão difícil de ser feita que um programa com este único fim já foi desenvolvido.

Barra de Ferramentas do MyWebSearch

Esse aplicativo ultrapassa os limites da inconveniência e chega a um nível nunca visto antes: “O pior de todos é o MyWebSearch”, decreta Richard Parsons. “Essa coisa destrói computadores! Já gastei horas tentando desinstalá-lo, mas uma parte dele sempre volta quando o sistema é reiniciado”. O horror.

Se você descobrir que esta barra infectou o seu HD, jogue gasolina e ponha-o em chamas. Em seguida, enterre o que sobrar para proteger a Terra de seu mal. Se for favorável a uma atitude mais conservadora, siga as instruções do eHow.

QuickTime

Como já observado, a Apple é insistente em suas tentativas de convencer o usuário a instalar ou atualizar o QuickTime. Sem ele, aliás, o iTunes não funciona.

No computador que uso no trabalho, o QuickTime de alguma maneira se promoveu a visualizador padrão de imagens. Agora, ele carrega sempre que clico em alguma foto e, não satisfeito, já vai me empurrando a versão Pro.

Alex Wawro, editor-assistente da PCWorld americana, adiciona mais um ponto no inventário das insatisfações: “A última vez que instalei o QuickTime no Windows 7, sempre que eu ligava a máquina, ele se adicionava automaticamente aos programas inicializados com o sistema”.

Redes sociais desesperadas

Muitos já reclamaram sobre os métodos de algumas redes sociais, como o Plaxo e o Classmates.com. Em uma tentativa desesperada de trazer mais usuários a seus portais, esses serviços enviam mensagens com a alegação de que algum conhecido está buscando contatá-lo pela rede.

Caso você seja atraído e clique no link, acabará descobrindo que, na verdade, nem conhece esta pessoa ou é aquele indivíduo de quem não sente a menor falta. São boas as chances, também, de ser alguém (atraente) do sexo oposto que, talvez, nem sequer exista.

É provável que, assim como eu, você também tenha uma lista de aplicativos odiados. Sinta-se livre para comentá-los abaixo, conte sobre aqueles pequenos detalhes que te irritam profundamente, tirando-lhe do sério e estragando o seu dia.

Pegadinhas enganam internautas no dia 1º de abril

Como já é tradição no dia 1º de abril, sites e empresas de tecnologia pregam pegadinhas nos internautas publicando novidades e lançamentos absurdos. Confira as melhores piadas noticiadas nesta sexta-feira (1):

iPad substitui prato em restaurante

O restaurante Tableau, no bairro do Soho, em Londres, brinca com o dia 1º de abri mostrando um iPad 2 como substituto de um prato. Em descrição no site do restaurante, o local inova por apresentar novo tablet da Apple para servir a comida aos fregueses sofisticados.

Uma busca no Google mostra até o endereço do local, que nada mais é do que uma brincadeira no dia da mentira. Há até uma suposta frase de Steve Jobs que elogia o lugar.

Vaga de emprego: ‘autocompletador’

O Google começou o 1º de abril postando uma vaga de emprego de “autocompletador”. “Todos os dias, as pessoas digitam mais de 1 bilhão de buscas no Google esperando que o site antecipe o que eles estão procurando. Para melhorar o serviço, precisamos da sua ajuda”, dizia a descrição da vaga.

A empresa afirma que o “autocompletador” terá que adivinhar o que o usuário está buscando no momento em que a palavra é digitada. “Não se preocupe, depois de algumas previsões, você ganhará todos os reflexos necessários”. O Google inclusive publicou um vídeo em que um “autocompletador” fala mais sobre a vaga.

E-mail controlado por gestos

A brincadeira de 1º de abril do Gmail foi a criação do serviço “Gmail Motion”, que permite substituir a digitação e o uso do mouse por gestos captados pela webcam do usuário.

Por exemplo, para enviar uma mensagem, o usuário deve fazer os gestos de lamber um selo e colá-lo num envelope. Até para digitar não seria necessário o teclado, pois os gestos fariam o sistema entender o que se quer escrever.

‘Nerds Nervosos’

O que você faz quando a sua programação contém bugs? Chama os Angry Nerds. Fazendo uma paródia ao popular jogo de smartphone, Angry Birds, o aplicativo transforma os passarinhos em nerds de todos os tipos e os arremessa contra os malvados bugs que infestam os códigos-fonte.

No site do produto é possível fazer uma pequena interação a título de demonstração: ao clicar sobre o personagem, ele é lançado da cadeira para atingir o vilão.

Melhores virais da internet há 100 anos

Quais foram os vídeos que mais bombaram na web em 1911? A internet ainda estava a mais de meio século de ser inventada, mas a equipe do Youtube resolveu recriar 5 memes que circularam na rede recentemente, mas com visual e linguagem do cinema do início do século XX.

Aparecem versões “retrô” do blog “Fail”, do “Keyboard cat” (que agora toca um trompete), de Antoine Dodson, famoso pela entrevista na qual pede que “escondam seus filhos, escondam suas mulheres”, e até do “Rickrolling”. Veja o vídeo.

1º monóculo 3D

No dia 1º de abril, a Toshiba anunciou o primeiro monóculo com tecnologia 3D, para aqueles usuários que não gostam dos ‘pesados’ óculos 3D. “Com o ‘Spectacle’, a experiência em 3D em um olhos será tão real que você irá pensar que está usando ambos os olhos”, dizia o anúncio. Conforme a Toshiba, colocar a tecnologia 3D em um dispositivo tão pequeno não foi fácil.

LinkedIn adiciona famosos aos contatos

A rede profissional LinkedIn também elaborou uma piada para o dia 1º de abril. Ao acessar o site, o usuário deve clicar em “Contatos”, “Adicionar conexões” e escolher “Pessoas que você pode conhecer”. Na lista falsa irão aparecer nomes como Robin Hood, Albert Einstein e Sherlock Holmes.

Blizzard lança ‘Starcraft II’ para o Kinect

Em um vídeo publicado na internet, a Blizzard, produtora dos games “Starcraft II”, “World of Warcraft” e “Diablo III”, mostra que está voltando a lançar jogos nos consoles. Em uma brincadeira de 1º de abril, a empresa mostra a versão do jogo de estratégia “Starcraft II”, chamado de “Starcraft: Motiom Overdrive” para o Xbox 360, que usa o Kinect para controlar as unidades do exército do jogador apenas com movimentos do corpo.

O vídeo mostra o que seria um confronto on-line entre dois jogadores contra o sul-coreano conhecido como Veggie Smuggler. Os três realizam movimentos engraçados para mostrar como o novo sistema funciona.

‘Earkut’

Desenvolvedores do Google pensaram em criar um sensor que alerta os usuários quando um amigo entra no perfil do Orkut. Como ele fica preso na orelha e esquenta com a presença de alguém na página do usuário na rede social, ele recebeu o nome de Earkut.

O sensor, uma espécie de brinco, esquenta por conta da superstição de que, quando alguém fala da pessoa, a orelha esquenta.

A “notícia”, uma brincadeira do 1º de abri, foi publicada no blog do Orkut.

Google com muitas brincadeiras

Ao fazer uma busca no Google neste dia 1º de abril sobre as fontes Helvetica e Comic Sans, o resultado aparecerá com as respectivas fontes, brincando com o usuário.

Além disso, a empresa brincou com seu serviço de anúncios AdWords. Uma mensagem no blog oficial diz que o Google quer relançar anúncios feios que preenchiam todas as páginas.

Kodak cria ‘foto-tatuagem’

O site de impressão de fotos da Kodak criou um serviço em que os usuários podem tatuar suas fotos favoritas no corpo. A brincadeira de 1º de abril dá até preços do serviço, com uma foto de 3 x 5 custando US$ 40 e uma de 8 x 10, o maior tamanho “disponível”, por US$ 70.

 

 

Crateras no Google Earth

Um site permite que, neste 1º de abril, usuários do serviço de mapas Google Earth coloquem crateras e borrem imagens do site.

Basta colocar qualquer endereço e selecionar o efeito desejado.

 

 

 

 

 

Blog publica notícias escritas em papel

O site especializado em games Destructoid alterou o modo de publicação de suas notícias neste 1º de abril. Todas as publicações são escritas em papel e os desenhos (que seriam imagens dos games) feitas a mão.

A brincadeira é feita com base em notícias reais.

Fonte: Globo.com

13 aplicativos para turbinar seu smartphone

Você está usando todo o potencial do seu smartphone? Provavelmente não. Normalmente, os proprietários de um smartphone utilizam apenas metade do real potencial de seus aparelhos. Abaixo estão 13 aplicativos úteis para Android, BlackBerry, iPhone, e outros que ajudarão a otimizar o seu tempo e organizar a sua vida.

Use o Fring para se comunicar com todo mundo

Considerada uma plataforma de unificação das redes sociais, o Fring permite que você use o seu celular para se comunicar em múltiplas plataformas como AIM, GoogleTalk, ICQ, Skype, Twitter e Yahoo Messenger. O Fring elimina a necessidade de baixar aplicativos especializados para cada rede ou outros serviços de comunicação.

Agora você só precisa se preocupar com quantos amigos você deseja atingir. O Fring está disponível para iPhone, Android e aparelhos da Nokia.

Faça o seu Android se comportar de acordo com o local

O Locale,  para Android, permite que você defina preferências automáticas para o seu celular de acordo com o local onde o usuário está. Se, por exemplo, você costuma esquecer de desligar a campainha do seu aparelho ao chegar ao escritório, use este aplicativo para mudá-la para o modo “vibrar” automaticamente, assim que você se aproximar do escritório. Ou coloque o celular no modo silencioso sempre que estiver próximo a um cinema. É simples, mas inteligente.

Encontre os pontos de acesso Wi-Fi mais próximos

Use o catálogo de hotspots do JiWire (e seu aplicativo Android) para descobrir mais de 280 mil pontos de acesso sem fio em 140 países ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Outro serviço similar é o WeFi, que também pode ajudá-lo a encontrar conexões próximas.

Compartilhe seus aplicativos com AppBrain

Usuários obcecados por aplicativos para o Android irão amar o AppBrain. Quer mostrar todos os seus aplicativos para seus amigos? Então o AppBrain é o serviço para você. Trata-se de uma ferramenta que cria um catálogo pessoal de aplicativos que pode também ser compartilhado. Além disso, é possível ver quais aplicativos que seus amigos e outros usuários do programa instalaram.

Fãs da Apple, não temam: serviços similares existem para o iPhone. Baixe aplicativos como o AppsFire ou AppFinder para compartilhar seus programas favoritos.

Encontre aplicativos para o Android

Se você está pensando em mudar para um aparelho Android mas precisa de mais informações sobre o catálogo de aplicativos do Android Market do que o disponível no site da Google, então corra para o site do DoubleTwist. Ele irá ajudá-lo a encontrar virtualmente qualquer aplicativo disponível no Market.

Use seu iPhone como um Mouse

Para os usuários do iPhone, a Logitech oferece um aplicativo útil chamado TouchMouse, que transforma seu iPhone em um mouse sem fio por meio de sua rede Wi-Fi. Isso poder ser ótimo se você quiser sentar no sofá e controlar um laptop conectado a uma TV, por exemplo. Tudo que você precisa é instalar o aplicativo no iPhone e no computador a ser controlado, seja ele um PC ou Mac.

Dica: Se você acha o TouchMouse difícil de controlar, ajuste opção Scrolling Speed na tela de configuração do aplicativo.

Interrompa uma ligação indeseja com o Fake-a-Call

Às vezes a única maneira de fugir de um encontro indesejado é recebendo uma ligação na hora apropriada. A partir de agora você não terá mais que esperar por uma chamada de telefone. Se a situação exigir uma saída rápida, peça a ajuda do Fake-a-Call. Este aplicativo gratuito para o Android, iPhone, BlackBerry e outros aparelhos permite programar um telefonema falso. Use essa ferramenta para se salvar de qualquer ligação indesejada.

Controle um iPhone desbloqueado com um PC ou Mac

O Veency permite ao usuário visualizar e controlar um iPhone desbloqueado usando um Mac ou PC através de uma conexão Wi-Fi. A ferramenta é interessante para aqueles momentos em que você quer controlar a interface do iTunes no seu iPhone enquanto ele está ligado a um conjunto de alto-falantes do outro lado da sala, por exemplo. Nada mal.

O site iPhoneHacks.com tem um ótimo tutorial sobre como instalar o software e executá-lo em Macs e PCs.

Tenha um Personal Trainer no seu smartphone

A enorme variedade de aplicativos de fitness para smartphones tornou mais fácil controlar os seus exercícios diários. Um destes aplicativos é o RunKeeper para o iPhone, capaz de acompanhar o usuário em corridas leves, incluindo informações sobre velocidade, distância e rotas, e até mesmo compartilhar seus treinamentos pelo Facebook ou Twitter. Outro aplicativo interessante é o Lose It, usado para controlar a ingestão diária de calorias. E por diversão, use o GymFu para controlar flexões, agachamentos e abdominais.

Confira o catálogo de aplicativos do seu smartphone para ver o que está disponível para o seu aparelho.

Não pague pelos Ringtones

Usuários do Android podem usar Ringdroid para criar seus próprios ringtones, e os usuários do iPhone também podem facilmente criar seus próprios ringtones usando o iTunes. Para mais informações, confira o passo-a-passo da PCWorld para transformar qualquer MP3 em um toque do iPhone.

Leia blogs pelo Google Reader

Para se manter atualizado lendo diferentes blogs durante uma viagem, acesse o http://www.google.com/reader/m. Lá você vai encontrar uma versão simplificada do Google Reader, que funciona em quase todos os navegadores móveis, mesmo em aparelhos não são smartphones.

Simulador de Sons

Se você já quis terminar uma conversa telefônica mas não soube como interromper a ligação, tome nota: da próxima vez, se você estiver na frente de um computador, basta visitar o site SorryGottaGo.com.

Ele pemite a simulação de diversos sons como campainhas, bebês chorando e o som de uma segunda chamada. Assim você poderá encerrar o telefonema tranquilamente.

Automatizando Atendimentos eletrônicos

Dial Zero é um serviço que promete otimizar as suas ligações indicando o roteiro para ser atendido diretamente quando se está realizando uma ligação para uma central de atendimento. Outro aplicativo que realiza semelhante função é o Fonolo.com.  A principal diferença é que Fonolo.com automatiza o processo, mas o número de empresas com o qual ele funciona é limitado. O Dial Zero, em contrapartida, oferece instruções e dicas sobre como você pode chegar de forma mais rápida o atendente. Você também pode ler os comentários de outros usuários.

Dial Zero é um aplicativo gratuito para o Android, BlackBerry e iPhone.

Aprenda a usar o iPad com classe e elegância

Mat Honan, colaborador da revista Wired, publicou no blog Gizmodo um guia de etiqueta do iPad, tablet recém-lançado pela Apple. Com respostas práticas e uma visão dinâmica do cotidiano, Mat responde dúvidas indicando a melhor maneira e as melhores ocasiões para utilizar o iPad sem apresentar ameaça às pessoas ao seu redor.

Durante o almoço, por exemplo, não é recomendável usar o novo eletrônico da Apple. “Se Steve Jobs quisesse que isso acontecesse, ele teria colocado uma câmera no iPad para você fotografar sua comida e mandar a foto para o Foodspotting“, diz o guia.

Também não é aconselhável usar o novo eletrônico da Apple no trânsito (deixe a responsabilidade com algum passageiro, ou limite-se a usar os serviços de mapa) e na cama (“se você está usando o iPad para interagir com outras pessoas online, você está basicamente convidando todas elas para irem para a cama com você”).

Já os usos permitidos são em qualquer reunião (“principalmente se você estiver chefiando o encontro”) e no banheiro (“se Steve Jobs quisesse evitar o uso nos banheiros, ele teria colocado uma câmera no iPad”).

Tela insensível ao toque e bateria cansada podem ser ‘sintomas’ do seu próximo celular

Assim que um novo modelo de celular é lançado, a euforia em torno da novidade é tão grande que a compra pode se tornar uma frustração pouco tempo depois. Há quem não se adapte ao modelo ou se decepcione com as configurações. Também tem a tela touchscreen que se mostra insensível ao toque, a capacidade limitadíssima de armazenamento de dados e a bateria que insiste em terminar antes do dia, para citar alguns exemplos irritantes.

Confira neste post, dicas sobre o que deve ser levado em consideração na hora de trocar o aparelho.

Apesar de muitos problemas serem específicos do modelo, uma sugestão para todos os casos é: teste o aparelho antes de comprar. As operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, além da Nextel, permitem que o cliente manuseie os celulares nas lojas e, em alguns casos, use seu próprio chip para ter ideia do funcionamento completo. Além disso, visite fóruns e comunidades em redes sociais para saber os prós e contras de cada aparelho. Vale também conversar com amigos que tenham o modelo em vista, para que eles deem uma opinião isenta sobre seu objeto de desejo.

Para o designer de produto Jorge Gomes, de uma fabricante de eletrodomésticos, a indústria de celulares costuma arriscar em seus lançamentos porque, se uma novidade não for um sucesso, não haverá tanto impacto. “Celulares são produtos de alta tecnologia, produzidos em massa e com ciclo de vida relativamente curto. Alguns produtos ousados são lançados tanto para testar sua aceitação no mercado, quanto para aliar a marca do fabricante a um status de inovador”, explica o especialista.

Confira abaixo as reclamações mais comuns de usuários e alguns modelos em que os problemas aparecem. As assessorias de imprensa de todas as fabricantes citadas foram contatadas, mas somente a BlackBerry respondeu.

Tela insensível ao toque
A tela touchscreen trouxe a promessa de mais agilidade e praticidade ao manusear as funções do celular. A novidade começou com uma canetinha que ajudava a rolar e clicar nos ícones, mas com o iPhone o acessório foi abolido e substituído pelos dedos. O problema é que alguns modelos são pouco sensíveis ao toque, como o LG Cookie e Samsung Omnia.

“Me arrependi de comprar o LG Cookie. Comprei pela beleza e pela aparente tecnologia. Mas o touchscreen não é nada sensível. Tem que apertar com força ou ter unha comprida para funcionar”, reclama a advogada Mara Gomes.

Problema de software
Celulares como o iPhone (Apple), o N95 (Nokia) e o N97 (também Nokia) são exemplos de inovação tecnológica. A partir de seus lançamentos, o usuário ficou mais independente para fazer atualizações no aparelho, pois o download de software passou a ser disponibilizado na internet. O problema desses modelos é que suas primeiras versões “travavam” ou “resetavam”.

“Quando compro um celular, quero usar absolutamente todas as funções dele. Tenho o N95 e gosto muito, mas ele costuma travar em tarefas simples, como ao usar a câmera. Às vezes desligar e ligar o aparelho não adianta. É preciso retirar a bateria para que ele volte a funcionar”, contou o editor de vídeo Felipe Hannickel. “Quando comprei o celular, ele tinha um bug na lista de contatos. Baixei um software disponibilizado pela Nokia, mas é difícil e eles não dão nenhuma assessoria. O usuário precisa ter conhecimento tecnológico para não fazer besteira. Precisei recorrer a sites para saber o que fazer.”

A Nokia afirmou que o usuário pode ligar para o atendimento da Nokia (11 4003-2525) e pedir orientação sobre como agir para atualizar o software do aparelho.

Assim como Felipe recorreu à internet para tentar resolver o problema, são muitos os usuários que fazem o mesmo caminho para reclamar. Em uma comunidade do Orkut, o consumidor identificado como Diego conta o problema que enfrentou com seu aparelho. “Meu N95 estava funcionando normalmente, até que do nada ele liga e acende o backlight e as teclas do teclado da frente. Já o teclado numérico e o tocador ficam apagados. Depois a tela está preta e acesa e só desliga retirando a bateria. Já tentei o hard reset, mas não aparece nada.”

Pouca memória
A equação é simples. O Bluetooth permite a troca de dados entre aparelhos com essa mesma tecnologia. Se um consumidor compra um celular com Bluetooth, é bem provável que queira ter arquivos em seu aparelho. Logo, é necessário espaço para armazená-los. Ainda mais se o celular tem câmera, certo? Não no caso do Motorola i776, que vem com Bluetooth, mas possui 8 MB de memória interna.

Além disso, não é possível expandir a capacidade de armazenamento. “Comprei esse modelo, porque queria um aparelho que tivesse Bluetooth. Quando fui usar pela primeira vez percebi que não havia memória suficiente. Fui buscar um cartão para comprar e, para minha surpresa, descobri que não existe um compatível”, diz o jornalista Bruno Arraes.

Bateria fraca
Esse é um dos maiores problemas dos celulares modernos e algo impossível de ser testado antes da compra – a dica, aqui, é pesquisar na internet e perguntar aos amigos quanto dura a carga do aparelho. São tantas as funções e aplicativos, que a bateria não consegue atender à necessidade cada vez maior que os usuários têm de ficar conectados o tempo todo. Em alguns casos, é necessário levar o carregador de bateria para onde for.

“Todos os dias preciso recarregar a bateria do meu Nextel. O que a faz descarregar rapidamente é o maior tempo de uso do rádio, em vez do celular. Por isso tenho dois carregadores. Um fica sempre no trabalho e o outro dentro da mochila, que eu carrego para todo lado”, relata o analista de operações Alexandre Lago, dono de um Motorola i465.

Tradução
Os celulares chineses, como MP6 e MP7, vendidos no comércio informal, podem passar a ideia de um bom negócio. Apresentam várias funções, como MP3 player, TV, acesso à internet e jogos, por um preço bastante baixo. Mas, além da falta de garantia, o usuário precisa se adaptar a traduções de software que parecem ter sido feitas por um tradutor automático. Exemplos:

MP3 Player = Jogador de MP3
Ok = Está bem
Play a Song = Jogar uma música

Projetos
“Questões relativas à usabilidade do produto estão bastante ligadas ao seu design, mas limitações técnicas costumam impedir que a melhor solução seja implementada no produto”, explicou o designer de produto Jorge Gomes. “Alguns modelos são produzidos para parecer modernos, mas não são nada práticos e chegam a confundir os usuários.” Como exemplo dessas deficiências, o especialista cita os modelos Blackberry Pearl e Motorola Backflip.

“A solução de deslizar para o lado, do Motorola Backflip, é usada por diversos outros aparelhos. O problema não é a mudança de direção de abertura, mas a falta de indicação ao usuário de como deve proceder para exibir o teclado. Todo produto deveria ser intuitivo”, afirmou o especialista. Já o Blackberry Pearl, segundo ele, parece ser resultado do duelo limitação técnica X situação ideal. “Como oferecer um teclado completo num produto com 20 teclas? Eles usaram a ideia de duas letras por tecla, o que não é tão bom quanto um teclado completo, mas melhor que o teclado convencional de celulares.”

O escritório regional da BlackBerry respondeu à crítica. “A proposta da Research In Motion (RIM), fabricante dos smartphones BlackBerry, é oferecer uma solução adequada para cada um dos usuários. Pessoas diferentes gostam de coisas diferentes. Isso se aplica, também, ao teclado oferecido por cada aparelho do portfólio de smartphones BlackBerry. Combinado com um teclado numérico, as 20 teclas dos smartphones BlackBerry Pearl dispõem as letras no formato QWERTY [ou seja, no formato de um teclado de computador]”, diz o texto.

“Em vez de tentar adivinhar o que está sendo digitado com base em um dicionário restrito, a tecnologia SureType, que combina um layout de teclado a um software dinâmico, foi projetada para aprender o padrão de digitação e de palavras do usuário, para que ele possa se concentrar no conteúdo. Com teclas grandes e design que proporciona equilíbrio na mão, os smartphones da linha BlackBerry Pearl foram projetados para facilitar a digitação com um ou dois polegares”, continua a empresa.

Fonte: UOL Tecnologia