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Importância dos Tablets e E-Readers no cotidiano

A tecnologia evoluiu bastante desde a década de 80. Quem não se atualizou, hoje está perdido com o tanto de dispositivos eletrônicos que temos disponíveis no mercado. Os próprios telefones móveis fazem muito mais do que ligação, tornando-se mini-computadores que cabem na palma da mão.

No entanto, quando queremos um aparelho para utilização diária, sem se importar se ele faz ligações ou não, devemos, sem dúvida, apostar nos tablets. Eles foram desenvolvidos para ter o máximo de performance no menor espaço possível, garantindo ótima usabilidade e trazendo diversos benefícios ao dono do mesmo.

Outro aparelho que surgiu como uma variação dos tablets foi o E-Reader. Este dispositivo nada mais é do que um leitor de livros virtuais! Isso significa que ele pode ter centenas de livros e revistas no seu HD, permitindo a leitura dos mesmos na palma da mão.

Pessoas mais antigas queixam-se de que não é nada necessário tê-los hoje em dia. Elas não poderiam estar mais enganadas!

3 benefícios dos tablets e E-readers

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Ao contrário do que muitas pessoas pensam, eles não são meros equipamentos de status, criados para que os executivos e riquinhos ostentem o que há de mais recente no mercado. Há diversas utilidades que todas as pessoas, independente da classe social e idade, podem aproveitar!

Algumas serão abordadas abaixo e você pode adicionar outros pontos positivos dos tablets e E-readers nos comentários.

1. Informações em tempo real

Com um tablet em mãos, você não precisa estar conectado a um notebook ou computador o dia inteiro! Todas as notícias, e-mails e informações mais importantes podem ser recebidas em tempo real pelo dispositivo.

Basta uma rede Wi-Fi e você poderá utilizá-lo tão bem quanto utiliza um computador. Principalmente para quem gosta de investimentos, ficar antenado nas cotações e variações é importantíssimo!

2. Leveza e pequenez

Chega de equipamentos pesados e desconfortáveis; aposte em tablets e E-readers. Eles podem caber no seu bolso ou em algum compartimento qualquer de sua mochila, sem adicionar muito peso.

Esse é um dos melhores benefícios, pois você nem sequer sente que está com tal aparelho em mãos, já que é pequeno e leve, passando despercebido.

3. Apoio à leitura

Nem sempre é fácil levar um livro de 500 páginas para todos os cantos. Nestes casos, os tablets, mas, especialmente os E-readers, fazem a diferença. Em um aparelho pequenino, você terá centenas de páginas prontas para serem lidas.

O melhor de tudo é que mesmo estando em um local escuro, a própria luz da tela permite a leitura, enquanto a leitura de livros em papel torna-se impossível!

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Entenda porque DVD’s piratas danificam seu DVD player

Os DVD’s piratas são gravados por empresas clandestinas cuja única vantagem que oferecem é vender pelo preço de 3 ou 4 locações “o mesmo filme” que é fornecido para as vídeo locadoras pelas Produtoras de Vídeo legalizadas. Milagre ninguém faz e quem compra DVD pirata pensa que está fazendo um bom negócio, mas com pouco tempo de uso o aparelho apresenta defeitos e aí se conclui que o negócio foi péssimo, porque a economia na compra de uma dúzia de filmes piratas não paga nem o conserto, nem uma só prestação na compra de um DVD Player novo.

Para “vender barato” e sobreviver na clandestinidade, os piratas não pagam tributos nem direitos autorais e minimizam seus custos utilizando mídias de qualidade duvidosa. Como o DVD pirata passa por muitas mãos até chegar ao consumidor, o lucro unitário destas “empresas” piratas é mínimo e somente gravando grandes quantidades de DVD’s esta atividade é compensadora.

Para se obter uma produção compensatória, o filme original é previamente compactado para 4.7 GB e copiado no HD do computador matriz. Este PC matriz está ligado em rede a várias CPU’s com 2 gravadores de DVD e a gravação é feita em velocidade 8X de modo a produzir a cada 7 minutos dezenas de cópias do mesmo filme.

É claro que não existe qualquer controle de qualidade destas gravações. Falhas e problemas de imagem são resolvidos trocando-se o vídeo defeituoso sem questionamentos com o consumidor.

Deixando de lado as questões ilegais da atividade, o DVD pirata lesa de cara o consumidor, porque para vender barato e ter lucro, estas “empresas” utilizam mídias de baixa qualidade gravadas em 8X. Nesta velocidade o laser “queima” a mídia superficialmente e a gravação dos pits na base de dados do DVD ficam com pouca definição obrigando o aparelho a “forçar” a leitura usando uma intensidade de laser acima do normal durante toda a reprodução do vídeo.

Ou seja, algumas dessas mídias esquentam demasiadamente, fazendo degradar os componentes da liga de baixa qualidade que é usada para o processo de fabricação, o que proporciona o famoso “descascado” e consequente perda da mídia. Com a mídia superaquecida, o gabinete do DVD player também esquenta atingindo o processador que começa a prover travamentos também.

Isso sem contar o mais grave: O sistema inteligente do aparelho aumenta a intensidade do laser “forçando” a leitura da mesma trilha durante alguns segundos quando tem dificuldade para identificar a seqüência lógica da base de dados do DVD riscado ou de baixa qualidade. Se captar os dados mínimos, pula para o frame seguinte continuando a reprodução, caso contrário trava o sistema para não danificar a unidade ótica e, neste caso, a integridade do aparelho é preservada.

Os feixes de luz projetados pela lente do aparelho são gerados por um diodo laser projetado para ter sua vida útil máxima quando utilizado entre 80 e 100 % de sua capacidade nominal. Esta intensidade pode ser aumentada pelo sistema inteligente durante alguns segundos sem causar danos, em até 300%, para “forçar” a leitura de uma trilha riscada.

Contudo, a falta de definição na gravação do DVD pirata exige que o laser funcione com 200% de sua capacidade nominal durante todo o tempo de reprodução do vídeo e isto causa uma redução substancial no tempo de vida do diodo gerador do laser e dos foto diodos que captam os feixes refletidos pelo DVD.

Resumindo: O DVD pirata encurta a vida útil do aparelho porque a leitura “forçada” do vídeo durante mais de uma hora provoca o super aquecimento da unidade ótica e de todo o sistema, com consequentes danos em vários componentes, inclusive com possibilidade de travamento do aparelho até que sua temperatura volte ao normal.

Portanto, para preservar a vida útil do seu DVD Player ao efetuar cópias, use sempre mídias de boa qualidade e jamais grave em velocidade superior a 4X.

12 perguntas e respostas sobre os celulares 4G

A Anatel realizou, nesta terça-feira, o esperado leilão de frequências para a implantação da telefonia 4G no Brasil.

Com ele, está dada a largada para que os telefones celulares, tablets e demais equipamentos móveis entrem numa nova fase no país. O acesso veloz à internet em qualquer lugar deve levar ao aparecimento de uma variedade de novos serviços. Veja doze perguntas e respostas sobre a telefonia 4G.

1 — Que benefícios o 4G traz para o consumidor?

O benefício principal do 4G é o acesso à internet mais rápido. Essa tecnologia deve permitir, por exemplo, assistir a vídeos de alta qualidade em serviços como YouTube e Netflix, via internet móvel. Também deve melhorar muito o funcionamento de serviços de bate-papo com vídeo, como o Skype.

2 — Na prática, como o 4G se compara ao 3G?

Embora, na teoria, possam chegar a 14,4 megabits por segundo (Mbps), conexões 3G raramente vão além de 2 Mbps. Já a internet via 4G costuma chegar perto de 20 Mbps nos países onde já está disponível. Ou seja, o 4G é cerca de dez vezes mais veloz que o 3G.

3 — Quando o 4G vai estar disponível no Brasil?

As operadoras devem ativar as redes 4G em várias etapas, seguindo um cronograma elaborado pela Anatel. Veja algumas datas:

– Abril de 2013 – Redes 4G devem começar a funcionar em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

– Dezembro de 2013 – É a vez de Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo.

– Maio de 2014 – Todas as capitais e outras cidades com mais de 500 mil habitantes devem ter 4G.

– Dezembro de 2015 – O 4G deve chegar aos municípios com mais de 200 mil habitantes.

– Dezembro de 2016 – É a vez das cidades com mais de 100 mil habitantes.

– Dezembro de 2017 – Localidades com mais de 30 mil habitantes deverão ter pelo menos uma operadora com 4G.

4 — Isso significa que, em 2013, todos os bairros de Brasília, por exemplo, terão 4G?

Não. No início, as conexões de quarta geração poderão estar disponíveis apenas nos bairros mais centrais. Com o tempo, a cobertura será estendida a mais lugares.

5 — Todos os celulares são compatíveis com redes 4G?

Não. No momento só alguns modelos de smartphones – como o Galaxy S III, da Samsung, e o Lumia 900, da Nokia – estão disponíveis em versões compatíveis com 4G. Essas versões 4G ainda não estão à venda no Brasil. Mas devem chegar quando as operadoras ativarem suas redes de quarta geração.

6 — Um celular 4G comprado no exterior vai funcionar no Brasil?

Não necessariamente. A telefonia 4G usa faixas de frequência de rádio que não são iguais em todos os países. Assim, é possível que um celular ou tablet 4G comprado em outro país não funcione em 4G no Brasil. O novo iPad, da Apple, por exemplo, não é compatível com a faixa de frequências adotada no Brasil.

7 — Meu celular ou tablet 4G terá acesso à internet via 3G?

Sim. Todos os celulares 4G são compatíveis também com redes 3G e 2G.

8 — Todos os serviços anunciados como 4G são mesmo 4G?

Há discussões sobre isso. Um definição oficial da União Internacional de Telecomunicações (ITU) diz que uma linha 4G deve oferecer acesso à internet a 100 Mbps em deslocamento rápido (num carro ou trem) e 1 (Gbps) imóvel. Mas os serviços atuais chamados de 4G pelas operadoras trabalham em velocidades menores que essas. A ITU já admite chamá-los de “4G”, considerando-os como serviços de transição para futuras redes mais velozes.

9 — Os planos de telefonia 4G serão mais caros que os 3G?

No início, sim. Com o tempo, porém, planos que incluem 4G tendem a se tornar a opção padrão das operadoras, com preços que não se diferenciam muito dos do 3G.

10 — Por que a Anatel teve de fazer um leilão para implantar o 4G?

Para montar uma rede 4G, a operadora precisa ter uma faixa de frequências de rádio reservada para isso. Como as frequências disponíveis são limitadas, a disputa para usá-las é muito acirrada. O espectro de radiofrequências é uma espécie de patrimônio público do país. Assim, faz sentido que as operadoras paguem para usá-lo. O leilão é uma maneira prática de receber esse pagamento e decidir qual operadora tem direito a usar qual frequência.

11 — LTE e 4G são a mesma coisa?

Não. Long Term Evolution ou LTE é uma das tecnologias usadas na implantação de redes de quarta geração. É a que está sendo adotada no Brasil. Em alguns países, existem redes 4G baseadas em outras tecnologias, como WiMAX.

12 — Existem redes 5G?

Há estudos sobre como poderá ser uma rede de comunicações móveis ainda mais avançada que a 4G. Mas o nome 5G é usado apenas informalmente. Não há nenhum padrão de telefonia oficialmente chamado de 5G. Desde que os primeiros celulares surgiram, em 1981, tem aparecido uma nova geração a cada década (2G em 1992, 3G em 2001 e 4G em 2011). Assim, a próxima geração só deve começar a se materializar depois de 2020.

Fonte: Info Online

Windows 98: primeiras impressões

Até outubro, quando o Windows 8 chega oficialmente ao mercado, vai ser cansativo ler e ver tanta coisa sobre o novo sistema operacional da Microsoft. As dúvidas serão as mesmas de sempre e as previsões de que é um momento de “vai ou racha” para a Microsoft se repetirão. Ser não quiser nessa previsão, mergulhe no texto abaixo.

Publicada em fevereiro de 1998, na edição 143 da INFO, a reportagem preciosa do mestre Maurício Grego mostrava com detalhes tudo o que o Windows 98 traria. Veja que recursos toscos, como o Active Desktop, eram tratados como coisas importantíssimas – do mesmo jeito que muita gente fala da interface metro – enquanto que o suporte à portas USB e a drives de DVD eram citados como curiosidades.

Se hoje os tablets e smartphones são os inimigos mortais dos PCs com Windows, naquela época os vilões eram os processos contra monopólio, que começaram a pipocar desde que a Microsoft grudou o Internet Explorer ao seu sistema. Rolavam previsões nefastas caso a Microsoft perdesse aquelas batalhas judiciais…

Bom, chega de estragar as surpresas e ajudar a sua memória. Leia o texto e veja como as expectativas que cercam o novíssimo Windows 8 não são lá tão diferentes do que aquelas que pesavam sobre o Windows 98.

WINDOWS 98

Se você é um dos 100 milhões de usuários do sistema operacional Windows 95, deve estar curioso para saber se o Windows 98 vai, mesmo, fazer seu PC funcionar melhor ou é mais um mito produzido pela calibradíssima máquina de marketing de Bill Gates e sua turma. Em meio à troca de gentilezas entre a Microsoft e o Departamento de Justiça americano, está saindo a terceira versão beta do Windows 98, a primeira disponível em português.

O Windows 98 traz o Internet Explorer integrado do princípio ao fim. Essa união, já presente numa versão do Windows 95 entregue a fabricantes de PCs, levou o governo americano a acusar a Microsoft de impôr na marra, com um poder de monópolio, o seu browser a todo mundo. Apesar de os ânimos terem se acalmado com um acordo firmado em janeiro, o processo ainda não terminou. Se Gates perder a briga, o Windows 98 pode virar só um esqueleto do que ameaçou ser.

Active Desktop — páginas da Web, programas em Java e painéis com notícias e cotações podem ser colocados na área de trabalho

Barra de Tarefas — qualquer arquivo pode ser incluído nesta barra móvel, que também admite uma janela para digitação de endereços da Web

Assistente de Ajuste — tarefas como desfragmentação de arquivos e correção de erros são automatizadas com este assistente

Histórico — além dos últimos sites visitados, esta janela mostra os últimos arquivos locais abertos. Para acessar um deles, basta clicar

Busca na Web — o Internet Explorer mostra os resultados da busca, numa área à esquerda, e as páginas visualizadas, à direita

Pastas no Estilo Web — elas incluem um visualizador que mostra o conteúdo dos arquivos de imagem e permite tocar sons e animações

Canais de Informação — a Microsoft lista 24 canais brasileiros, dos quais dez aparecem na Barra de Canais para ativação imediata

Conversor de FAT — converte o disco rígido para FAT32, padrão de organização de arquivos que aproveita melhor o espaço existente

O que importa na hora de comprar um tablet

Depois do sucesso do iPad, o mercado de tablets explodiu. O aparelho da Apple não inventou a categoria: notebooks “conversíveis” com telas sensíveis ao toque e reconhecimento de escrita, rodando Windows, já existiam há alguns anos, mas o iPad foi o primeiro tablet a fazer sucesso entre os consumidores e com seu baixo peso, tela enorme e longa autonomia de bateria praticamente definiu o que se espera de um tablet moderno.

Praticamente todos os fabricantes, de A (Acer) a Z (ZTE), tem um tablet nas lojas, ou planos para lançar um muito em breve. As configurações são as mais variadas possíveis, indo de aparelhos com telas de 7″ até as 10.1″, assim como a faixa de preço: você pode pagar R$ 350 por um tablet de procedência desconhecida ou R$ 2.600 por um iPad 2 com 3G e 64 GB de memória interna.

Com tantas opções fica difícil escolher, e erra quem pensa que todos os tablets são iguais. Um modelo com câmera de 5 MP é realmente melhor que um com câmera de 3 MP? 3G é mesmo necessário? Tela de 7″ ou de 10″? Para responder a estas perguntas elaboramos este guia, com o que não importa, o que às vezes importa e o que realmente importa na hora da compra.

Preço e capacidade de memória: fique de olho

Cuidado com as “pechinchas”: as lojas estão cheias de tablets “baratinhos” de fabricantes desconhecidos que são um verdadeiro desperdício de dinheiro. Há alguns pontos em comum: todos tem uma tela de 7″, aceitam “modem 3G” (geralmente com o uso de um adaptador), e se parecem com um iPad que encolheu (com direito ao botão “Home” logo abaixo da tela). Alguns tem até TV (digital ou analógica), e todos tem um preço atraente: entre R$ 350 e R$ 600 reais.

Mas o maior ponto em comum é que todos são horríveis. A tela usa tecnologia resistiva e não responde bem aos toques. A qualidade de imagem é ruim. O desempenho é baixo, mesmo em tarefas simples como a navegação na web (se puder, tente acessar um site como o nosso e role a tela. Se o tablet engasgar, fuja). E a autonomia de bateria é invariavelmente ruim, às vezes menos de duas horas por carga, com tempo de recarga de 4 horas ou mais. Um bom exemplo destes aparelhos é o Smart Tablet T7 da Digital Life.

Comprar um tablet destes é certeza de decepção. Sabemos que o preço às vezes é irresistível, e é fácil tentar racionalizar a escolha pensando “Ah, não vou usar muito”, mas seja forte. A dica é: se você nunca ouviu falar da marca, não compre.

Quanto à memória, vale o ditado: “Cautela, canja de galinha e espaço em disco não fazem mal a ninguém”. Tablets são dispositivos para consumo de mídia, como vídeos e fotos, e estes arquivos exigem muito espaço em disco. Na hora de decidir a compra, opte pelo modelo com a maior capacidade de memória que puder.

16 GB é um começo, mas quando mais, melhor. Se o tablet tiver entrada para cartões microSD, melhor ainda: significa que se você abarrotar a memória interna de músicas pode expandí-la com cartões que são pequenos e fáceis de encontrar, e estão disponíveis em modelos com capacidade de até 32 GB.

O que não importa

Câmera: na maioria dos tablets atualmente no mercado a câmera serve mais como uma “conveniência” para que você não perca um momento, do que como um recurso realmente importante.

Os tablets são desajeitados demais para substituir uma câmera de bolso, e mesmo os sensores de 5 MP na maioria dos modelos com o sistema operacional Android produzem imagens de qualidade apenas mediana, que não se igualam às produzidas por um bom smartphone ou mesmo uma câmera digital doméstica básica. O mesmo vale para o “vídeo em HD” gravado pelos aparelhos: a resolução é realmente HD (1280 x 720 pixels), mas a qualidade da imagem (em termos de cor, nitidez, contraste e exposição) deixa a desejar.

O que às vezes importa

Tamanho e peso: O tamanho e o peso de um tablet influenciam com que frequência e como ele será usado. Se ele for grande e pesado demais, você irá pensar duas vezes antes de colocá-lo na bolsa em uma viagem. Se a tela for pequena demais, pode não ser o ideal para quem quer jogar ou assistir filmes.

Por isso, é importante pensar em como você irá usar o tablet. Se você pretende usá-lo como livro eletrônico (e-Book), para ler e-mails, navegar na web e acessar redes sociais, um modelo leve e com tela de 7″ como o Samsung Galaxy Tab original ou Positivo Ypy 7″ pode ser o suficiente. Se pretende assistir filmes e séries ou jogar, é melhor investir em um aparelho com tela de 10″ como o Motorola Xoom. Modelos com tela de 8.9″ são um meio-termo bastante interessante, mas no momento só há um modelo nessa categoria no mercado nacional, o Samsung Galaxy Tab 8.9″ 3G.

Conexão 3G: Outro recurso que depende da forma de uso. Conexão à internet em qualquer lugar é com certeza uma idéia interessante, mas lembre-se de que você precisará contratar um plano de dados com uma operadora, o que implica em um custo mensal. E aparelhos com 3G integrado são um pouco mais caros que as versões apenas com Wi-Fi.

Se você vai usar o tablet apenas em casa, não precisa de um modelo com 3G. Mas se planeja usá-lo “na rua” durante o dia todo, 3G é essencial para se manter conectado. Se você tem um smarthone Android ou um iPhone, tem uma terceira opção: comprar um modelo Wi-Fi e compartilhar a conexão 3G do celular com o tablet via “Tethering”, recurso também chamado de “Ponto de Acesso Móvel”, “Roteador Wi-Fi” ou “Wireless Hotspot”.

O que realmente importa

Autonomia de bateria: Tablets são a representação perfeita da computação móvel, mas não há mobilidade se você precisa procurar uma tomada a cada duas horas. A autonomia de bateria de um tablet deve ser de no minimo seis horas, quanto mais melhor.

Aplicativos: Seu tablet pode ter um processador quad-core, câmera de 12 MP e 256 GB de memória interna com conexão 5G. Mas mesmo assim vai ser um peso de papel se você não tiver software, ou “apps”, para rodar nele. São elas que permitem que você navegue na internet, leia e responda a e-mails, atire pássaros enfurecidos contra porcos ou assista vídeos. No final das contas o hardware é apenas uma “janela” para o software.

Nesse ponto o sistema da Apple, o iOS, leva larga vantagem: já são mais de 140 mil aplicativos otimizados para o iPad e iPad 2, segundo a empresa. Tablets com o sistema Android 3.x “Honeycomb”, da Google, saem perdendo com um catálogo muito menor, embora a Google não divulgue números detalhados. Isso não quer dizer que não há aplicativos, apenas que a variedade é menor. Felizmente a situação tende a melhorar, especialmente com a chegada do Android 4.x “Ice Cream Sandwick”.

Não importa se rodam Windows, iOS ou Android, os tablets são uma evolução natural da idéia do computador pessoal e vieram para ficar. E com um pouco de cuidado na escolha, você também poderá tirar proveito de toda a praticidade e versatilidade que eles tem a oferecer. Boas compras!

Cinco perguntas sobre o novo Windows 8

A Microsoft conseguirá manter os usuários de desktop felizes com o Windows 8?

Durante a demonstração feita tempos atrás, o Windows 8 foi exibido rodando aplicações legadas (escritas para versões anteriores do sistema operacional), como o Office. No entanto, um sistema Windows 8 baseado em um processador ARM não será capaz disso. Isso cria um dilema na vida do usuário: migrar ou não?

E embora a Microsoft afirme que o Windows 8 será compatível com hardware já existente, para aproveitar os recursos novos mais revolucionários será preciso adquirir todo um pacote novo de hardware e software. Sendo assim, onde ficam os usuários de Windows que querem manter seu computador antigo (ou nem tão antigo assim) que veio com o Windows 7, mas querem o novo sistema operacional?

Precisamos de uma tela de toque em todo lugar?

Parece que o Windows quer um pedaço do mercado dos tablets. Entretanto, é difícil imaginar que pessoas com desktops, notebooks ou mesmo netbooks tenham vontade de tirar as mãos do teclado e tocar na tela, o que pode afastar os usuários deste recurso.

Sendo assim, a revolução Touch da Microsoft é realmente voltada para os tablets. Entretanto, o sistema operacional touch da companhia, o Windows Phone, tem uma parcela pífia de mercado, o que nos leva  à  pergunta: há tantas pessoas assim que precisam tocar em seus computadores com Windows ou de versões touch do Word ou Excel?

Todos os sistemas com processadores ARM terão poder de processamento suficiente?

O Windows 8 pareceu rodar muito bem em uma amostra de notebooks e tablets já existentes, mas, inevitavelmente, alguns sistemas ARM de baixo custo irão surgir.  Eles serão capazes de lidar com todos os novos recursos do sistema operacional? Ou deslizar as páginas ou atualizá-las irá demorar, aplicações irão travar e irá surgir uma tela azul da morte no Windows 8?

Quão aberto será o sistema?

A Microsoft faz questão de frisar que a plataforma de desenvolvimento para o Windows 8 é baseada em HTML5, JavaScript e outras tecnologias da Web. Isso significa que desde o primeiro dia programadores poderão criar aplicativos para o Windows 8, sem esperar por ferramentas especiais. Contudo, essa é uma mudança radical no modus operandi da companhia de Redmond (que mantém controle total sobre o software) e ainda é incerto quão aberta a empresa estará (e até que ponto pretende chegar). Desenvolvedores podem ter as mesmas suspeitas de antes e serem mais cautelosos na criação de aplicativos do que a Microsoft gostaria e necessita para alcançar o crescimento de concorrentes como a Mac App Store.

E sobre o Windows Live?

Poderia esse pacote de apps, que a Microsoft vem aprimorando por anos, ser a primeira vítima da mudança para um sistema operacional baseado em HTML5? Claro que a empresa não irá matar o Hotmail ou o Messenger. Mas, passarão eles por mudanças radicais se a companhia se afastar do .NET, Silverlight e outras marcas registradas da Microsoft? Ou isso significa a morte do Windows Live Movie Maker?

É importante ressaltar que a Microsoft ainda tem alguns meses para responder às essas perguntas, e muito ainda deve mudar, especialmente com o lançamento do Mac OS X Lion. Independentemente do que ocorrer, é bom ver que a Microsoft está se arriscando mais e caminhando para frente.

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