10 dicas para ajudar na escolha de ERP

Como escolher um sistema de gestão ERP (Enterprise Resource Planning) para sua empresa? Edgar Marçon, diretor da PLK Consulting, preparou 10 dicas para ajudar na decisão.

Segundo o profissional, que atua com implementação e melhoria de processos operacionais, deve haver cuidado na hora da seleção, levando-se em conta a maturidade e estabilidade das propostas.

“Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais”, afirma.

Confira a seguir as 10 dicas para escolher ERP:

  1. Definir previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema.
  2. Envolver os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o início do processo, participando inclusive da escolha do sistema.
  3. Comparar os sistemas, em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias.
  4. A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização e, se for necessário, incluir um diretor e colaborador da área de compras para negociação.
  5. Verificar a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimentos dos consultores que estarão participando da implantação.
  6. Antes da definição final, procure visitar clientes usuários do sistema, de preferência que tenham o mesmo porte e mercado, para conhecer as experiências no processo de implantação, dificuldades de configurações, etc. Incluir também a referência prática da dimensão dos recursos de infraestrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação.
  7. Manter a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada.
  8. Avaliar a tecnologia aplicada no sistema, verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível.
  9. Avaliar o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados, conforme a necessidade da empresa. A pontuação deve ser definida pelo comitê.
  10. A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo de implementação, de mão de obra extra ou pós implementação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.
Fonte: Revista INFO

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